Smart City | Construção Sustentável de Cidades Inteligentes

Smart economy, smart mobility, smart governance, smart living, smart people, smart environment, ou seja, economia inteligente, mobilidade inteligente, governança inteligente, vida inteligente, pessoas inteligentes, ambiente inteligente, são os principios de uma cidade inteligente, pelos quais muitos dos governantes de cidades por todo o mundo, da europa e, em alguns casos,  de Portugal,  orientam as políticas públicas e as estratégias dos actores económicos e sociais tendo em vista o desenvolvimento das cidades com base em novos paradigmas de desenvolvimento urbano.

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O modelo smart city poderá “ser uma excelente força motriz para a inovação e competitividade, propiciando a abertura de novos mercados para diferentes fileiras de atividade”, sublinha a INTELI que tem por missão “Contribuir para uma sociedade mais criativa e inovadora, orientada para um desenvolvimento económico e social sustentável, promovendo a inteligência em inovação através: da geração de um sistema de inteligência competitiva centrada nos mercados, tecnologias e produtos; da concepção, implementação e avaliação integrada de programas, estratégias e políticas industriais, tecnológicas e de inovação; do desenvolvimento tecnológico do tecido empresarial numa filosofia de cooperação em rede ao nível da oferta e da procura.”.

A INTELI é a entidade gestora da Rede RENER – Rede de Cidades Inteligentes de Portugal, integrada por 40 municípios e membro da Rede Europeia de Living Labs.

Mapa RENER – Portugal

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No passado dia 20 de Maio, realizou-se o Workshop Smart Cities Portugal 2014 Roadshow, no Anfiteatro do Departamento de Ambiente da Universidade de Aveiro. Continuar a ler

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Sporting vs Maribor

Prognóstico: 3 – 0

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PCP | Deputados questionam o Governo sobre o Centro Nacional de Formação Técnica Gil Vaz, em Canha, Concelho de Montijo

Em 1987 foi inaugurado o Centro Nacional de Formação Técnica Gil Vaz com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da atividade agrícola do país, tendo encerrado em 2007.

Durante os 20 anos de funcionamento, o Centro Gil Vaz formou muitas pessoas e trouxe mais conhecimento e inovação ao setor agrícola.

Desde 2007 até aos dias de hoje, as instalações do Centro foram totalmente abandonadas pelos Governos, estando atualmente num elevado estado de degradação, agravado por atos de vandalismo.

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O Centro Gil Vaz tem cerca de 338 hectares de grande diversidade. Tinha áreas de pastagens, diversas espécies florestais, como sobreiros, pinheiros mansos e algumas espécies exóticas, pomares de pessegueiros, estufas, vacarias e rebanhos de gado caprino e ovino. Continuar a ler