Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis

A Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis é uma associação de municípios que tem como missão apoiar a divulgação, implementação e desenvolvimento do projeto Cidades Saudáveis nos municípios que pretendam assumir a promoção da saúde como uma prioridade da agenda dos decisores políticos.

São 28 os municípios portugueses que pertencem à rede portuguesa. Da Área Metropolitana de Lisboa, são associados os municípios de Amadora, Barreiro, Lisboa, Loures, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Setúbal e Vila Franca de Xira.

Mais informação em http://redecidadessaudaveis.com/

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VI fase da Rede Europeia de Cidades Saudáveis da Organização Mundial de Saúde

Este documento descreve os objetivos gerais e temas de desenvolvimento da Fase VI (2014-2018) da Rede Europeia de Cidades Saudáveis da OMS e explica o processo de candidatura para as cidades interessadas em aderir a esta rede.

O Movimento Cidades Saudáveis nasceu da constatação de que a saúde das pessoas que vivem nas cidades é fortemente condicionada pelas suas condições de vida e de trabalho, pelo ambiente físico e socioeconómico e pela qualidade e acessibilidade dos serviços de saúde.

O projeto Cidades Saudáveis incute uma mudança na forma como os indivíduos, as comunidades, as organizações de voluntariado e o poder local pensam, compreendem e tomam decisões sobre a saúde.

Este movimento representa um mecanismo para promover o compromisso e a inovação e é uma fonte de valiosa peritagem, legitimidade e aprendizagem contínua.

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Street art | três murais portugueses entre os melhores do mundo

Fonte TSF

Bordalo II, Odeith e Vhils. São três os artistas nacionais que constam da lista que distingue os melhores murais executados em todo o mundo durante 2014.

Odeith - Setúbal, Portugal.

A lista que elege os melhores trabalhos é feita pelo movimento “I Support Street Art”, criado em 2010 no Facebook. Entre os trabalhos portugueses distinguidos, o primeiro é da autoria de Bordalo II (Artur Bordalo) que construiu uma coruja com pneus de trator, desperdícios e lixo urbano. A peça «Olhos de Coruja» foi realizada no âmbito do festival anual de arte urbana da Covilhã, o WOOL, que decorreu em outubro.

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