Eu durmo onde me apetece | projeto cidades com abrigo

Abrigos portáteis feitos de cortiça para minimizar a indigência

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Os abrigos portáteis, pensados para dar casa aos mendigos, são o projeto desenvolvido por Sandra Marques de Oliveira, 33 anos, e Catarina Filipe, 34, duas amigas de Cascais. Cidade COM Abrigo tem uma forte vocação social e humanitária: pôr fim às mantas e aos cartões velhos dos sem-abrigo que dormem em bancos de jardim ou nas arcadas dos prédios. Continuar a ler

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Intervenção da Deputada Catarina Marcelino

Apresentação do Projecto de Resolução (PS) auditoria pelo tribunal de contas às medidas de apoio à contratação de trabalho socialmente necessário.

As seis cidades portuguesas que vai poder ouvir na Net

Os sons de seis cidades portuguesas e de Abu Dhabi têm sido recolhidos pelo projeto Phonambient, criado pela associação cultural Sonoscopia, que os tem catalogado e vai disponibilizar na Internet em fevereiro, disse um dos membros à Lusa.

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O Phonambient assenta sobre o trabalho feito pelo projeto Porto Sonoro desde 2010, criado no âmbito do festival Manobras, e que veio a ganhar uma «nova vida» ao ser expandido para várias cidades com uma «ênfase maior na parte da transformação criativa e da reflexão sobre o património sonoro das cidades e dos locais», disse o cofundador da Sonoscopia, Gustavo Costa.

Assim, em cidades como Porto, Braga, Tondela, Guarda, Castelo Branco, Fundão e Abu Dhabi uma equipa da Sonoscopia formou «parceiros locais» para que equipas no terreno ganhassem autonomia e fossem «ficando responsáveis pela documentação da cidade, pela transformação artística e reflexão desse património». Continuar a ler

Governar bem sem maioria por Ricardo Bernardes

ricardobernardesNas eleições autárquicas de setembro de 2013 o Partido Socialista voltou a ganhar a Câmara Municipal do Montijo mas, depois de 16 anos de governo municipal maioritário, apenas com maioria relativa.

Esta mudança de contexto político trouxe uma mensagem clara: os montijenses mostraram desejar que Nuno Canta fosse o Presidente da Câmara e que o PS continuasse a liderar o Executivo Municipal; mas, ao retiraram a maioria absoluta socialista e reforçarem o peso político da CDU e PSD, mostraram também que pretendiam atribuir a estas forças políticas uma responsabilidade acrescida, que pretendiam que estivessem disponíveis – com as suas propostas e os programas que submeteram a sufrágio – para participar nos compromissos necessários para assegurar a governação.

Fiel à vontade soberana do povo, o Partido Socialista tirou deste resultado as ilações devidas e iniciou negociações com os demais partidos representados na Câmara, considerando a atribuição de pelouros aos Vereadores da oposição, por forma a envolve-los no governo do Município. Continuar a ler