Os carros em cima dos passeios e a mobilidade dos idosos e dos deficientes por José Bastos

josebastosOs automobilistas que fazem a sua vida na cidade de Montijo, têm que ser cuidadosos e não estacionarem em cima dos passeios. Os passeios estão destinados aos peões e não foram construídos para suportarem o peso dos carros especialmente os veículos de transporte de mercadorias e os jeeps.

 Ao ocuparem o espaço dos peões, os automobilistas estão a degradar os passeios e a obrigarem os peões a irem a ocupar o lugar destinados aos veículos.

Estacionar em cima dos passeios é ilegal e não deve ser feito em caso algum, mas a situação ainda é mais grave quando esta atitude dificulta a mobilidade e pode provocar quedas dos idosos e dos deficientes.

Aqui bem perto da minha casa, na rua Comandante Francisco da Silva Júnior a seguir ao cruzamento da avenida D. João IV e na travessa José Augusto Saloio, os passeios têm sempre carros estacionados e só não têm quando lá passa a polícia, mas “ é sol de pouca dura”. Pouco tempo depois já estão estacionados outros carros.

Há casos mesmo escandalosos: passeio a seguir ao beco do estaleiro, mesmo junto ao parque de estacionamento, com muitos lugares livres e também junto ao armazém do “Isidoro” no cais, na praça de República à saída da missa e à noite no lado Sul, quando existem perto muitos lugares para estacionar.

Felizmente a cidade de Montijo é das poucas no país que de pode orgulhar de ter estacionamento para todos em toda a cidade e especialmente na zona antiga onde temos dois parques de estacionamento para mais de 500 veículos, grátis, com fácil acesso ao mercado municipal, Câmara, SMAS, Correios, Finanças, comércio local e restauração.

A Câmara de Montijo desde os primeiros anos do século XXI concretizou um plano para estacionamento de veículos na cidade: parque de 270 lugares junto ao mercado, 250 no cais dos vapores, 30 na praceta dos correios, 40/50 no bairro do Esteval e 80 na rua Egas Moniz junto ao cemitério da cidade.

Na zona nova da cidade existem 1,5 estacionamentos por habitação ou comércio.

A Câmara fez um grande trabalho planeado e executado no prazo de 10 anos, agora todos temos que cumprir as regras.

Para termos uma cidade de excelência e inclusiva não depende só dos serviços públicos colectivos, depende muito também dos pequenos gestos de cada um quando utiliza o espaço público.

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