Barcelona lidera ranking smart cities 2015

Fonte: Smart Cities

Barcelona lidera a lista das cidades mais inteligentes de 2015, de acordo com um ranking elaborado pela Juniper Research. As “fortes iniciativas” em prol da sustentabilidade ambiental e um “desempenho consistente” dentro daquilo que são as capacidades ‘smart’ ou competências tecnológicas fazem da cidade espanhola “um modelo de sucesso a ser seguido como exemplo”.

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Nova Iorque (Estados Unidos), Londres (Reino Unido), Nice (França) e Singapura completam o top 5. No caso concreto das cidades norte-americana e britânica, a Juniper Research destaca que estas necessitam de dar maior ênfase a projectos com impacto positivo ao nível do ambiente, ainda que, por outro lado, se evidenciem na componente tecnológica e nos esforços para envolver os seus cidadãos, através do recurso aos dados abertos.

Este ranking foi elaborado com base numa série de critérios: capacidades ‘smart’ da cidade — sobretudo em matéria de redes inteligentes de energia, gestão de trafégo e iluminação pública —, assim como a avaliação das competências tecnológicas e de coesão social das cidades. Continuar a ler

Setúbal | IPS lança rede de colaboração regional

Boa iniciativa!

Vários parceiros, uma rede e a identificação de oportunidades de negócio e investimento. Estas são as principais bases do novo projecto IN2SET – “Interface colaborativo para o desenvolvimento e inovação da Península de Setúbal”, promovido pelo Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e cuja apresentação pública está agendada para o próximo dia 25 de Fevereiro.

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O projecto visa a criação de uma rede regional, com liderança do próprio IPS, de recolha e tratamento de dados sobre a região, “preenchendo uma lacuna actualmente existente”, de acordo com a instituição de ensino, em comunicado. Desta forma, entidades municipais, empresas, associações e instituições económicas comprometem-se a “compilar, tratar e disponibilizar informação especializada e actualizada sobre a Península de Setúbal”. O objectivo? Identificar áreas prioritárias, necessidades de investimento e potencial de negócio, “contribuindo para o desenvolvimento estratégico da região”.

Em paralelo, o IPS está ainda a trabalhar na área do apoio ao empreendedorismo. Uma nova incubadora, com capacidade para dez postos de trabalho, vai promover e acompanhar ideias de negócio, com apoio especializado de docentes e técnicos do politécnico. Sob o nome IPStartUp – Incubadora de Ideias de Negócios do IPS, a incubadora será inaugurada no mesmo dia da apresentação do projecto IN2SET. Continuar a ler

AML | Autarcas exigem “mochila financeira adequada” para assumir transportes

Fonte: Público

A Área Metropolitana de Lisboa (AML) só terá condições para assumir o “elenco de atribuições e competências muito vasto” que vai herdar da Autoridade Metropolitana de Transportes (AMT) de Lisboa se houver “uma mochila financeira adequada”. O alerta é do primeiro secretário da Comissão Executiva Metropolitana, que sublinha que se não ficar garantido o financiamento se estará a “comprometer dramaticamente a intervenção” futura da AML ao nível do serviço público de transporte de passageiros.

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Demétrio Alves falava numa reunião do Conselho Metropolitano de Lisboa que se realizou esta quinta-feira de manhã, horas antes de ter sido anunciada a aprovação em Conselho de Ministros do diploma que concretiza a extinção das AMT de Lisboa e do Porto. Como resumiu o primeiro secretário, a grande questão que se coloca é perceber com que verbas é que a AML vai assegurar competências ao nível de planeamento, coordenação, exploração, investimento, financiamento, fixação de regimes tarifários e fiscalização, problema que se coloca a partir de Janeiro de 2016, uma vez que até lá haverá “verbas remanescentes, que estão no Orçamento do Estado”.

Segundo Demétrio Alves, à data a AMT de Lisboa tem um orçamento anual de cerca de 1,3 milhões de euros, verba que terá que ser reforçada com “dois a três milhões de euros” para que aquelas competências possam ser assumidas em pleno. E pedir aos 18 municípios que integram a AML que aumentem a sua contribuição para suportar esse esforço seria, defendeu, “uma coisa completamente desajustada”. Continuar a ler

AML | Carris, STCP e metros de Lisboa e do Porto vão financiar regulação do sector

Fonte: Público

Nos próximos seis meses, as Autoridades Metropolitanas de Transportes (AMT) vão ser extintas e as suas competências vão passar a ser desempenhadas por um serviço interno da Área Metropolitana de Lisboa, e, em princípio, por um organismo a criar na Área Metropolitana do Porto. O Governo aprovou esta quinta-feira a proposta de lei do novo regime jurídico do sector, que transfere a regulação para os municípios e abre portas à criação de uma taxa, paga pelas empresas, que financiará as tarefas que as AMT nunca conseguiram cumprir.

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O executivo aprovou um diploma que, para além de definir o enquadramento legislativo do sector a nível nacional e nos vários modos de transporte, coloca sobre as entidades municipais, no caso de serviços estritamente locais, e supra-municipais a responsabilidade da regulação, estabelecendo formas de a financiar. Em década e meia, e depois de uma primeira tentativa falhada de criar as AMT de Lisboa e Porto, em 2003, e de uma segunda vida, desde 2009, em que estas entidades, subfinanciadas, pouco fizeram, esta é a terceira configuração deste serviço essencial para o controlo da actividade.

Nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto ninguém fiscaliza o serviço de transportes prestado pelas empresas. E com a concessão a privados dos serviços da Metro do Porto, STCP (em fase de assinatura de contrato), e da Carris e Metro de Lisboa (com concurso prestes a ser lançado), a pergunta que as autarquias colocam é como vai ser financiado este serviço. Este ano, o Governo transferirá para as áreas metropolitanas as verbas inscritas no Orçamento de Estado para as duas AMT, mas em 2016 as receitas terão de provir de outras fontes. Continuar a ler