AML | revista Metrópoles n.º 37 já disponível

Está já disponível online o 37º número da Revista Metrópoles, a revista institucional da Área Metropolitana de Lisboa (AML).

Este número da revista, conta com um destaque sobre os projetos da AML para o futuro, a nomeadamente a Estratégia Integrada de Desenvolvimento Territorial da AML no âmbito do período de programação financeira Portugal 2020/PORLisboa 2020.

Inclui ainda um artigo sobre as Agências de Energia da AML, que poderão ter um papel determinante no Portugal 2020, onde as questões relacionadas com a energia terão um papel central.

click na imagem para conhecer a edição n.º 37 da revista Metrópoles

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Os 25 países mais corruptos do mundo segundo o Índice de Percepção da Corrupção

AML | início do Plano de Formação Profissional Intermunicipal de 2015

A Área Metropolitana de Lisboa (AML) dá hoje início ao Plano de Formação Profissional Intermunicipal de 2015, com a Ação de Formação sobre o Regime de Férias, Faltas e Licenças (Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas – Lei n.º 35/2014, de 20 de junho).

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Esta ação de formação, com a duração de 21 horas, é primeira das várias ações gratuitas previstas para o ano de 2015, conforme calendário disponível em www.aml.pt – calendarização das ações e respetivos conteúdos programáticos – abrangendo as seguintes áreas: Código do Procedimento Administrativo; Código dos Contratos Públicos generalista e específica sobre Acordos Quadro (no âmbito da Central de Compras Eletrónicas da AML); Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas; Comunicação low cost; Formação Pedagógica Inicial de Formadores e Formação de e-Formadores; Regime Jurídico de Urbanização e Edificação e Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial; Gestão de projetos; e Conceção de Instrumentos de Avaliação. Continuar a ler

Segurança Social | Palmela está sem atendimento social descentralizado

É assim um pouco por todo o distrito de Setúbal!!

Será a RLIS (rede local de intervenção social) uma forma de desmantelar os serviços sociais da administração central ou uma forma de descentralizar novas competências para as autarquias e/ou para as IPSS’s e equiparadas? Já estão no terreno 12 projetos piloto…

Os serviços de atendimento e acompanhamento social não devem deixar a esfera do Estado… se as autarquias não garantirem os serviços até agora prestados pela Segurança Social, as IPSS’s e equiparadas vão desenvolver essas competências… à atenção das autarquias locais…

Fonte: setubalnarede

O atendimento social descentralizado que até agora tinha lugar no concelho de Palmela deixou de se realizar no início da semana passada, obrigando os utentes a deslocar-se ao centro distrital de segurança social, em Setúbal. Esta alteração está a provocar o descontentamento do presidente do Conselho Local de Ação Social (CLAS) e dos autarcas da Câmara Municipal de Palmela, pelos efeitos que vai ter e pela forma como o centro distrital de segurança social informou sobre esta mudança. A directora do Centro Distrital de Segurança Social de Setúbal explica que está em curso uma “reorganização de serviços”, que “é competência dos próprios serviços”, por isso, considera que “não houve nenhuma falta de lisura de procedimentos” para com os parceiros.

Lisbon-Coast-Palmela

Ana Clara Birrentio refere que no centro distrital, o serviço de plantão diário para este tipo de atendimento está a ser “reforçado de um para dois postos de atendimento”. A diretora esclarece, desde logo, que “apenas se deixou de realizar o atendimento em Ação Social, mantendo-se o atendimento de Rendimento Social de Inserção (RSI)”, considerando que possa ter havido um “mal-entendido” ou um “erro de interpretação”do e-mail que enviou “na segunda-feira dia 16 à noite”, a informar os presidentes dos CLAS e as juntas de freguesia.

No âmbito do projecto-piloto da Rede Local de Intervenção Social que está a ser implementado no distrito de Setúbal, Ana Clara Birrento adianta que vão realizar-se“reuniões com os presidentes dos CLAS”, já a partir desta semana. Já o presidente da Câmara Municipal de Palmela defende que “deveria haver, desde logo, com os parceiros da rede social, uma reflexão sobre esta matéria” e “preparar, até utilizando os recursos que possam existir na rede, uma reorganização”. Continuar a ler

AML | deliberações da Reunião Ordinária do Conselho Metropolitano de Lisboa

O Conselho Metropolitano de Lisboa reuniu ordinariamente no dia 19 de fevereiro, pelas 10h30m, na Fundação Cidade de Lisboa (Campo Grande n.º 380), tendo tomado as seguintes deliberações de acordo com o documento que se anexa:

 

click na imagem para ver documento

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Seixal | Grupo Municipal do PS acusa “CDU não cumpre compromisso eleitoral e reprova piscinas municipais em Paio Pires”

Na passada reunião da Assembleia Municipal, o PS apresentou um documento que apelava à construção de piscinas municipais em Paio Pires, antiga freguesia do concelho do Seixal, agregada às de Arrentela e Seixal pela lei Relvas, e localidade histórica que acolhe a siderurgia nacional e que, por força da actividade industrial, ainda hoje sofre de problemas de saúde publica, recentemente suscitados pela poluição do ar.

Seixal

Apesar de também constar do programa eleitoral autárquico da CDU, foi a própria CDU que chumbou essa recomendação à Câmara Municipal do Seixal, apresentada pela bancada do PS na Assembleia Municipal do Seixal.

Fica, assim, pelo caminho um equipamento importante para a população de Paio Pires e concelho em geral. Continuar a ler

Um trabalhador é marcado pela sua geração?

Fonte: Smart Cities

Millennials (ou Geração Y, nascidos entre 1980 e 1993), Geração X (1965-1979) oubaby boomers (1954-1964) são alguns dos nomes atribuídos para homogeneizar gerações e faixas etárias. Perante os estereótipos e “mitos”, a nível pessoal e profissional, a IBM analisou o comportamento de millennials nos locais de trabalho, em 12 países. A conclusão? Excluindo o à-vontade digital, a Geração Y é bastante mais parecida com os colegas mais velhos do que se poderia pensar.

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Quebrando mitos geracionais, uma das recomendações do estudo é a de que os empregadores não se devem basear em estereótipos de idades, mas sim em análises assertivas sobre os potenciais e efectivos colaboradores. “A distinção fundamental entre millennials e colaboradores mais velhos é o seu conhecimento digital”, explica a IBM. Nas restantes comparações, há mais semelhanças do que diferenças entre gerações. Questões como expectativas de carreira, valorização das chefias, preparação de decisões ou mudança de emprego, por exemplo, são encaradas de forma relativamente homogénea pelos 1800 colaboradores de empresas inquiridos no estudo.

“Quando os millennials mudam de trabalho, fazem-no em grande parte pelas mesmas razões que a Geração X ou os baby boomers”. Traduzido em percentagens: 40% dos inquiridos afirmam que mudariam de emprego por um melhor salário ou um ambiente mais inovador. Continuar a ler