150 árvores protegem edifício do ruído e da poluição

Cinco pisos e 63 apartamentos envolvidos por árvores e vegetação em pleno centro de Turim, Itália.

O projeto é do arquiteto Luciano Pia que pretende, num centro urbano, criar uma barreira à poluição a que todos os habitantes de cidades estão sujeitos.

Parece conseguir e também, ao mesmo tempo, contribuir para a felicidade dos residentes deste eco-edifício. Veja as fotos!

Luciano Pia site oficial aqui.

 

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Humor | E ao quinto ensaio… por Henrique Monteiro

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Economia de partilha “veio para ficar”

Fonte: Smart Cities

“A economia de partilha veio para ficar” e as cidades estão a fazê-la funcionar e crescer em todo o mundo. Esta é a conclusão do estudo “Cities, the Sharing Economy and What’s Next”, que garante “que a economia de partilha está a prosperar, derrubando as indústrias tradicionais, rompendo com os enquadramentos regulamentares locais e servindo de referência para a inovação e crescimento”.

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A economia de partilha, também chamada de consumo colaborativo ou economia colaborativa, refere-se a modelos de negócio que possibilitam aos fornecedores e consumidores a partilha de recursos e serviços, que podem ir desde casas a meios de transporte. Estes modelos assumem habitualmente a forma de um plataforma on-line ou tem com base uma aplicação, e podem incluir a partilha pura, sem dinheiro associado, ou a comercialização de serviços. Entre as condições favoráveis ao surgimento da economia de partilha estão a crescente urbanização das cidades, a mudança das condições económicas das populações e as alterações nos estilos de vida e preferências das novas gerações.

Com base em dez cidades norte-americanas, o relatório da National League of Cities analisa os impactos da economia de partilha em cinco áreas chave nas cidades: inovação, desenvolvimento económico, igualdade, segurança e implementação. Na tentativa de regulamentar a economia de partilha, o relatório mostra que não há um modelo que sirva a todos – “um dos aspectos verdadeiramente inovadores das cidades é a sua capacidade de, face aos novos desafios, experimentar e desenvolver soluções únicas e inspiradas localmente”. Continuar a ler

AML | qual o município que cobra a taxa mais elevada de IMI?

Se vive em Mafra ou em Setúbal, já sabe: paga a taxa de IMI (imposto municipal sobre imóveis) mais elevada da Área Metropolitana de Lisboa!

Se tem a “sorte” de viver nos concelhos de Lisboa ou Vila Franca de Xira, paga a taxa mais baixa da AML.

O IMI incide sobre o valor patrimonial tributário dos prédios rústicos e urbanos, situados em território português. É devido pelo proprietário, usufrutuário ou superficiário do prédio a 31 de dezembro do ano a que respeita.

O valor patrimonial tributário é determinado por avaliação, tendo por base o tipo de prédio.

Os municípios, mediante deliberação da assembleia municipal, fixam a taxa a aplicar em cada ano, dentro dos intervalos previstos (0,3 e 0,5), podendo esta ser fixada por freguesia.

AML | qual o município que cobra a taxa mais elevada de IMI? Um mapa colorido. Com pouco verde! Algum amarelo, muito laranja e ainda com cor vermelha!

click na imagem para ver melhor

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Os municípios da Área Metropolitana de Lisboa, em média, cobram 3,99% de taxa de IMI. Abaixo da média estão 9 municípios. Apenas dois cobram taxa mínima – Lisboa e Vila Franca de Xira. Por sua vez, os municípios de Setúbal e Mafra aplicam a taxa máxima. Continuar a ler