As 10 cidades mais mortais do mundo

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AML | agenda cultural e desportiva – maio 2015

A Área Metropolitana de Lisboa, no seu site, disponibiliza uma agenda integrada do que acontece nos 18 municípios da região.

Conheça os eventos a realizar no mês de maio na Área Metropolitana de Lisboa.

 

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Amadora | acervo de arte urbana em mapa do graffiti

Mapa do graffiti aqui.

De forma a conhecer a arte urbana que existe nas ruas da Amadora, a câmara municipal da cidade lançou um mapa interactivo que não só identifica o local, como disponibiliza fotografias, vídeos e o testemunho dos autores das obras. Nomen, Slap, Pedro Soares Neves aka UBER, Odeith, SalDoce aka Corleone e EKO são alguns dos artistas que pintaram na Amadora que estão presentes nesta página.

graffitiamadora

O Mapa do Graffiti resulta de um trabalho académico de pós-graduação de Catarina Valente, que nasceu na cidade. Com este sítio on-line, diz a autora, pretende-se “suscitar a discussão sobre a arte urbana e mostrar a Amadora como um pólo artístico-cultural nas expressões artísticas urbanas”. O trabalho de georeferenciação foi feito, por sua vez, com o apoio da câmara municipal da Amadora. Continuar a ler

Opinião | O caso do IMI por José Caria

josecariaA história de 35 anos de existência de leis de Finanças Locais compreende a publicação de 6 diplomas (nos anos de 1979, 1984, 1987, 1998, 2007 e 2013) e de múltiplas e diversas alterações pontuais àqueles, introduzidos normalmente através de Lei(s) do Orçamento de Estado cujos conteúdos limitam a autonomia dos Municípios.

Os valores da liquidação e cobrança de IMI têm assumido crescente importância no plano das Finanças Locais, quer pelo seu valor absoluto, quer pelas consignações de receitas de que têm sido alvo, por parte do Governo, na sequência da aprovação e aplicação da atual Lei de Finanças Locais e dos últimos Orçamentos de Estado.

Tendo o Governo decidido promover, em 2013, uma operação de reavaliação geral dos prédios urbanos anteriores a 2005 (e ainda avaliados sem aplicação das regras do CIMI), isso apontava para uma previsão (da Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais) de um aumento previsível do IMI muito maior do que , na prática, se veio a verificar (só por via dos prédios reavaliados).

O Governo foi insistindo com a sua previsão e, com base nela, construiu um cenário que levou à elaboração da nova Lei das Finanças Locais (73/2013), introduzindo a eliminação da Derrama e do IMT (por conta do aumento do IMI…).

A Lição da prática levou o Governo a desistir da eliminação da Derrama e a estabelecer um regime faseado de extinção do IMT, a começar em 2016 e até 2018. Continuar a ler