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Lisboa | dupla criativa Belga quer recriar “senhor do adeus” em fachada

Fonte: Green Savers

Os artistas Bart Baele e Yves Degryse, que fazem parte do colectivo criativo belga Berlin, lançaram um projecto de financiamento colectivo que pretende desenhar uma imagem do Senhor do Adeus na fachada de um prédio lisboeta.

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O projecto pretende utilizar um sistema engenhoso de bolas rotativas, desenhadas por Manu Siebens e Joris Festjens, que podem ser movidas através de uma aplicação online. Ao movê-las, o braço esquerdo do Senhor do Adeus – desenhado em azujejo – mexe-se, acenando a quem passa.

A iniciativa precisa de, pelo menos, 729 contribuintes, num total de €28.000 de financiamento – o projecto foi colocado no site de crowdfunding RocketHub.

O Senhor do Adeus – ou João Manuel Serra – tornou-se conhecido por, durante mais de uma década, acenar aos condutores e pessoas que passavam perto da zona do Saldanha. Como confessou o próprio à revista Única, publicada então pelo Expresso, essa era a sua fórmula para afugentar a solidão. “Essa senhora é uma malvada, que me persegue por entre as paredes vazias da casa. Para lhe escapar, venho para aqui. Acenar é a minha forma de comunicar, de sentir gente”. Continuar a ler

Metro e Carris: Tribunal suspende processo de concessão

Fonte: Observador

O Tribunal Administrativo de Lisboa deu razão à Câmara Municipal de Lisboa e aceitou a providência cautelar interposta pelo município para travar a subconcessão do Metro e da Carris. Com isto, o processo de concessão das duas empresas públicas de transporte público da capital está suspenso.

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O presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, disse esta terça-feira na Assembleia Municipal de Lisboa que as duas empresas já tinham sido notificadas da decisão do Tribunal sobre a providência cautelar que tina sido interposta pela autarquia.

“As providências cautelares que a autarquia intentou foram aceites, foram notificados os conselhos de administração e os dois concursos encontram-se suspensos”, disse Fernando Medina.

Na reunião, Medina acrescentou ainda: “Tomámos esta decisão em boa hora. (…) Da leitura que fazemos do caderno de encargos corroboram na íntegra os piores receios que tínhamos sobre os contornos com que esta operação está a ser realizada”. Além disso, o presidente da Câmara anunciou ainda que irá tentar travar a resolução do Conselho de Ministros por causa “dos poderes e exercício de poderes” na decisão do negócio. “O município não abdica do poder de concessão”, finalizou Medina. Continuar a ler