Escola Superior de Tecnologia do Barreiro acolhe esta quinta-feira Jornadas de Revitalização Urbana

A Escola Superior de Tecnologia do Barreiro do Instituto Politécnico de Setúbal (EST Barreiro / IPS) vai receber no seu Auditório, no dia 28 de maio, as Jornadas de Revitalização Urbana 2015 (JRU2015). “Integrar o Passado Como Parte do Futuro” é o mote deste evento que decorre das 14h00 às 20h00. As inscrições, abertas até 26 de maio, são gratuitas mas obrigatórias (www.estbarreiro.ips.pt/Jornadas/JRU2015.aspx).

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Programa

14h00 – Receção dos Participantes

14h10 – Sessão de Abertura

– Presidente do IPS (Pedro Dominguinhos)

– Coordenação do curso de Mestrado em Conservação e Reabilitação do Edificado (Cristiana Pereira | Eugénia Santos)

14h30 – ENSINO e I&D, Apresentação de Propostas de Revitalização Urbana (Estudantes do MCRE | ESTBarreiro/IPS) Moderação: Susana Lucas

– Proposta para o Concelho de Setúbal (Marco Roberto)

– Propostas para o Concelho da Moita (Ana Nunes | Patrícia Costa)

– Propostas para o Concelho do Seixal (António Pena | Marisa Cancelinha| Paulo Pereira)

– Proposta para o Concelho do Barreiro (Ana Coelho)

15h45 – PROJETOS DE REVITALIZAÇÃO/REABILITAÇÃO URBANA

(Trabalhos realizados, Balanço e Futuro) Moderação: Luís Cerqueira

– Câmara Municipal do Montijo (Nuno Canta) Continuar a ler

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Governo britânico quer dar maior autonomia às cidades

Fonte: Público

David Cameron vai oferecer maior autonomia administrativa às grande cidades do Reino Unido, mas para ganharem competências estas têm que aceitar eleger um presidente de câmara. A proposta vai ser feita no “discurso da rainha” — o resumo do programa de Governo que Isabel II lerá, no fim do mês, no Parlamento de Londres e que abre oficialmente a nova legislatura.

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Cameron, o conservador que venceu as legislativas de 7 de Maio com maioria absoluta, quer acelerar a reforma da administração local. “O velho modelo em que o desenvolvimento de todo o país era traçado a partir de Londres está morto. Esse modelo levou-nos a uma economia desiquilibrada e levou os cidadãos a sentirem-se afastados da tomada das decisões que os afectam”, disse nesta quinta-feira no Parlamento George Osborne, o responsável pela pasta das Finanças.

O modelo de administração local que domina no Reino Unido não contempla presidentes de câmara. A gestão é feita por um conselho eleito nas eleições locais. Os conselheiros elegem, depois, um “chefe”. Em 2000, este formato começou a mudar com a eleição de um primeiro presidente da câmara para a Região da Grande Londres, uma estrutura acima dos conselho, que se mantêm. Desde então, 16 cidades optaram pelo modelo de Londres, mas o Governo conservador quer que mais se juntem ao grupo.

Osborne disse que o “discurso da rainha” será mais explícito quanto ao que o executivo vai oferecer às grandes cidades. Mas avançou dados, sendo o principal deles o modelo de gestão das maiores áreas urbanas da União — os conservadores querem passar competências para os grandes centros urbanos, nas áreas dos transportes, planeamento, polícia e habitação, oferecendo-lhes mais dinheiro, mas exigem contrapartidas. Terão que ser as cidades a candidatar-se a receber as competências e só depois de se comprometerem com a eleição de um presidente de câmara. “A minha porta está aberta”, disse Osborne. Continuar a ler

Opinião | Municípios e Contas por José Caria

josecariaEm Abril os Municípios apresentaram Contas .

Nos últimos anos, temos vindo a assistir à reforma da Administração Financeira do Estado ( direta,indireta,autarquias locais), marcada pela reforma da contabilidade pública, que se carateriza pela adoção de três sistemas contabilísticos: orçamental, patrimonial e o analítico, a que se acrescenta a introdução do princípio do acréscimo, e ainda a medição da eficiência e eficácia da gestão pública (nacional,regional,local).

Com a reforma da Administração Financeira passaram a ter importância aspetos relacionados com a imagem verdadeira e apropriada da entidade e a disponibilização de informação sobre a situação orçamental e financeira e os seus resultados.

Existem , na gestão da “coisa pública” , dois tipos de responsabilidade :- a política e a financeira. A responsabilidade política vincula os governantes,os eleitos, com os cidadãos e a sociedade em geral, estabelecendo uma relação com as decisões relativas á elaboração, implementação e controlo das politicas públicas (locais,regionais,nacionais).

Os governantes, os eleitos, devem responder às decisões relativas à oferta dos serviços necessários, em qualidade e quantidade, para satisfazer as procuras e necessidades sociais, assim como decisões relativas à forma de como os financiar e gerir.

A responsabilidade financeira , essa, tornou-se fundamento da estrutura concetual da informação contabilística pública, ponto de partida para estabelecer objectivos da informação das entidades.

A prestação de responsabilidades (accountabillity) das Entidades e Instituições Públicas também se refere à prestação de contas, não só na perspetiva contabilística ou financeira, mas também da gestão e concretização dos objetivos e programas propostos.

Na prestação de responsabilidades quanto ao sistema contabilístico, pretende-se que forneça informação fiável de forma a permitir executar o controlo financeiro, verificar a legalidade e analisar a eficiência, a economia , e a eficácia das decisões. Continuar a ler

Vai à praia?! Junte o smartphone ao protetor solar!

Perto do início da época balnear, há várias apps que ajudam a preparar a ida à praia a partir de casa. Em Portugal, é possível saber mais informações sobre praias com Bandeira Azul e, até, conhecer temperaturas e o estado do vento em tempo real. Contudo, ainda é um progresso tímido face a uma app pioneira na Grã-Bretanha que alerta, em tempo real, para focos de poluição.

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Chega o calor e, para muitos, a vontade de rumar à praia mais próxima. Mentalmente, prepara-se a lista do que levar e, entre biquínis e o protector solar, faz cada vez sentido juntar o smartphone aos preparativos indispensáveis para a praia. Em Portugal, é possível saber, partir de casa, a qualidade das praias e as condições atmosféricas do local.

Para 174 praias nacionais, a Fundação Vodafone disponibiliza a app “Praia em Directo”. Através desta ferramenta, é possível escolher uma praia e aceder aos vários indicadores disponíveis. Tem pavor a água gelada e só pensa em destinos de férias com o mar a temperatura aprazível? A temperatura da água é um dos indicadores disponíveis para cada praia registada no sistema, a par da temperatura do ar, índice ultravioleta, velocidade média e orientação do vento e qualidade da água balnear. Todos estes têm uma actualização em tempo real, com excepção da qualidade da água, que provém da avaliação anual da Agência Portuguesa do Ambiente. Em paralelo, uma app da Associação Bandeira Azul apresenta informações sobre as praias galardoadas com a distinção de qualidade ambiental. Há dados de informação ambiental e serviços associados às praias, mas também sem uma dimensão de tempo real. Continuar a ler