Cascais | MURALIZA – Festival de Arte Mural

As paredes de algumas ruas do centro histórico de Cascais vão ganhar uma nova dimensão! De 29 de junho a 6 de julho, de spray ou de pincel em punho, oito artistas internacionais vão fazer arte nas paredes da vila. Um trabalho que vai ser possível acompanhar ao vivo durante os oito dias do Muraliza – Festival de Arte Mural, iniciativa que integra o Festival Internacional de Cultura, o primeiro em Portugal.

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Nesta segunda edição, o MURALIZA – Festival de Arte Mural apresenta-se com um maior número de artistas, nacionais e internacionais, e mais iniciativas abertas à participação do público em geral, como visitas guiadas e workshops.

Durante oito dias e sempre com inspiração nas características únicas de Cascais, o público vai poder acompanhar a par e passo as criações de ADD FUEL, MILLO, BOSOLETTI, THIRD, SAMINA, MÁRIO BELÉM, CARMELINO e do coletivo ALTURA.

A maior parte são portugueses, mas a 2ª edição do MURALIZA – Cascais conta também com os talentos estrangeiros MILLO (italiano) e BOSOLETTI (argentino).

Entre os participantes, a iniciativa contará com um artista cascalense, ADD FUEL, mestre na reinterpretação da azulejaria portuguesa que espalhará o seu talento por diversas caixas de eletricidade no centro da Vila.

Vários locais da vila serão intervencionados através do olhar artístico de cada um dos talentos da Arte Mural: Continuar a ler

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Jornal Semmais | edição 27 de junho

AML | Municípios promovem iniciativa pública contra a fusão dos sistemas multimunicipais de abastecimento de água e de saneamento

A Área Metropolitana de Lisboa realiza amanhã (hoje), dia 30 de junho, pelas 10H30, no Jardim das Amoreiras (Praça das Amoreiras – junto ao Reservatório da Mãe d’Água), uma iniciativa pública de repúdio do Decreto-Lei 94/2015, de 29 de maio, que determina a fusão dos sistemas multimunicipais existentes na região, criando o Sistema Multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento de Lisboa e Vale do Tejo e constituindo a Empresa Águas de Lisboa e Vale do Tejo, SA.

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A AML vem defendendo que este processo de reestruturação do setor da água é inaceitável, pois é altamente lesivo dos munícipes da Área Metropolitana de Lisboa; é atentatório do património das câmaras municipais; compromete os objetivos ambientais na região; para além de ser um desrespeito institucional inaceitável para com os municípios.

Nesta iniciativa pública, junta-se ao Presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa, Basílio Horta, para além dos municípios da AML, o Presidente de Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, entre outros, em nome do interesse público, da defesa e salvaguarda de direitos protegidos constitucionalmente, nomeadamente, os princípios da subsidiariedade, da autonomia das autarquias locais e da descentralização democrática da administração pública.
Recorde-se que a decisão de promover esta iniciativa foi tomada em reunião do Conselho Metropolitano de Lisboa, de 18 de junho.

O Decreto-Lei 94/2015, de 29 de maio, para além de criar o Sistema Multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento de Lisboa e Vale do Tejo, constitui também a Sociedade de Águas de Lisboa e Vale do Tejo, SA (ADLVT), atribuindo-lhe a competência da exploração e da gestão do sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento de Lisboa e Vale do Tejo.

É feita a fusão dos seguintes sistemas multimunicipais de abastecimento de água e de saneamento:

– Sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Norte Alentejano – Águas do Norte Alentejano;
– Sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Alto Zêzere e Côa – Águas do Zêzere e Côa;
– SANEST – Saneamento da Costa do Estoril;
– SIMARSUL – Sistema Integrado Multimunicipal de Águas Residuais da Península de Setúbal;
– Sistema multimunicipal de saneamento do Tejo e Trancão;
– Sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento de Raia, Zêzere e Nabão – Águas do Centro;
– Sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Oeste – Águas do Oeste;
– Sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Centro Alentejo – Águas do Centro Alentejano.

20 das mais chocantes fotos sobre o estado do nosso planeta

As imagens foram compiladas pela Foundation for Deep Ecology e trazem-nos alguns dos cenários mais inacreditáveis que, por esse mundo fora, podemos encontrar.

Opinião | A CDU e o aeroporto dos aviões low cost para a base aérea de Montijo por José Bastos

josebastosDesde o princípio dos anos sessenta do século passado que se fala na construção de um novo aeroporto de Lisboa, na margem Sul do Tejo, para substituir o aeroporto da Portela. Saiu até uma lei para reservar os terrenos da herdade de Rio Frio para esse efeito.

No fim do século XX foi escolhida a Base da Ota para se construir o novo aeroporto e já no princípio do milénio o Governo desistiu da Ota e optou pelo Campo de Tiro de Alcohete em terrenos dos concelhos de Benavente e Montijo (freguesia de Canha).

Em 2011, o Governo suspendeu a construção do novo aeroporto e não se sabe se alguma vez vai ser construido. Já passaram mais de cinquenta anos sobre a primeira tentativa.

Já no fim de 2011 a comunicação social anunciou a possibilidade de um aeroporto para os aviões low cost ser construido numa base aérea militar da Área Metropolitana de Lisboa: Alverca, Sintra ou Montijo.

O assunto foi estudado por uma comissão nomeada para o efeito e a escolha em princípio recaiu sobre o Montijo.

O actual Presidente da Câmara de Montijo, tem mostrado um grande interesse e entusiasmo na vinda do aeroporto e já apresentou ao CEO da ANA, as infra-estruturas exteriores que são necessárias.

Quem sente o “pulsar” dos Montijenses sabe que na sua quase totalidade desejam que o aeroporto venha para cá. Até porque se propõem utilizar a via fluvial de Montijo para Lisboa que vai ao encontro da história da nossa comunidade.

Quando se pensava que neste ponto todas as forças políticas estavam de acordo a CDU apresentou na Assembleia Municipal de Montijo uma moção contra a vinda do aeroporto para nossa Base Aérea. A moção foi rejeitada pelos votos do PS e do PSD, com a abstenção do BE e da presidente da Assembleia Municipal. Continuar a ler

Lisboa horizontal vence concurso big smart cities

Fonte: Smart Cities

O projecto Lisboa Horizontal consagrou-se, ontem, vencedor da edição deste ano do concurso BIG Smart Cities, uma iniciativa da Vodafone e da câmara de Lisboa que fomenta a criação de novas de soluções para a melhoria da qualidade de vida nas cidades. Para além da incubação no Vodafone Power Labs, os ilustradores da ideia receberam um prémio no valor de 10 mil euros.

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Com base em informação topográfica, a app de navegação por GPS Lisboa Horizontal pretende fomentar o uso da bicicleta no meio urbano, fornecendo aos ciclistas 691 quilómetros de rotas planas dentro da capital. Segundo um estudo elaborado pelos promotores da ideia, 63% das ruas de Lisboa têm menos de 4% de inclinação.

Seguindo a lógica das linhas de metro, a aplicação, vencedora na categoria Smart Mobility, conecta as principais zonas da cidade, permitindo encontrar lojas para bicicletas onde seja possível encher os pneus da bicicleta, a título de exemplo.

No âmbito do concurso, foram ainda atribuídas três menções honrosas. Dentro da categoria Smart Living, o projecto Visualfy, dedicado a pessoas com deficiências auditivas, recebeu a menção honrosa “Internet of Things”. Ao interpretar sons captados através de microfones espalhados pelas divisões de uma casa, este sistema fornece orientações ao utilizador, enviando notificações que podem ser visualizadas no smartphone, smartwatch ou smart tv. Continuar a ler

José Cardoso deixa Concelhia Política do PSD Montijo

Fonte: Diário do Distrito

Depois dos acontecimentos que ‘fragilizaram’ o PSD no Montijo, José Cardoso, deixa a presidência da Concelhia Política dos social-democratas.

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Uma primavera quente no seio do PSD Montijo com vários pedidos de suspensões de mandato e até demissões, deixou o PSD ‘fragilizado’ naquele concelho que têm sido apetecível para todas as forças políticas.

Foram vários os episódios menos bons a que o PSD Montijo esteve exposto, uma última situação que ‘fragilizou’ os social-democratas foi a retirada de confiança política da autarca de freguesia Atalaia/Alto Estanqueiro e Jardia, Inga Oliveira.

Com o início do verão e em ano de eleições legislativas, o PSD Montijo volta a ser noticia pela saída de José Cardoso à presidência da Concelhia Política dos social-democratas.

José Cardoso terá solicitado a sua saída junto dos órgãos directivos do partido, não estando de acordo com algumas situações que se passaram durante a sua liderança.

O Diário do Distrito falou com José Cardoso que explicou que “devido a todo o desequadramento que houve e desde o apoio que deram à Maria Amélia não estando eu de acordo e também não estando de acordo com as demissões que houve no partido, achei que estava na altura de haver novas eleições para novos órgãos políticos e assim aconteceu”. Continuar a ler

Resíduos | três inovações que vão revolucionar as cidades

Fonte: Green Savers

Cerca de 70% da população mundial viverá nas cidades em 2050, de acordo com as Nações Unidas. Os números são bem conhecidos e vão alterar profundamente as cidades em que vivemos – sobretudo as grandes metrópoles –, elevando a necessidade de criarmos cidades mais sustentáveis que, se possível, não diferenciem resíduos e recursos.

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Por outras palavras: as cidades devem entender os resíduos como ponto de partida de algo novo. Estas são três ideias que podem em breve ser aplicadas nas megacidades e que nos podem ajudar a construer um ambiente urbano mais sustentável para o futuro.

1.Minas urbanas

À medida que as minas naturais se esgotam, as cidades serão as minas do futuro, uma vez que é por lá que estão os recursos naturais já transformados em materiais. Há décadas que existe tecnologia para reciclar cobre e empresas especialistas já recuperam o resíduo metálico dos velhos cabos eléctricos.

Segundo explicou ao Guardian o professor Thomas Graedel, da Yale School of Forestry and Environmental Science, os edifícios armazenam os materiais que serão reciclados mas também nos ajudarão a poupar uma grande quantidade de energia necessária para os alcançar. Continuar a ler

Opinião | Desigualdades por Vieira da Silva

vieiradasilvaAs duas consequências mais pesadas das crises económicas que marcaram a sociedade portuguesa desde 2009 podem ser identificadas na redução brutal do investimento produtivo (que caiu para valores dos anos 80 do seculo passado) e no agravamento dramático da pobreza e das desigualdades.

São conhecidos os valores do acréscimo do risco de pobreza (pessoas a viver abaixo do limiar monetário de pobreza que corresponde a 60% da mediana do rendimento em Portugal). Em 2013 foram 19.5% os portugueses nessa situação o valor mais alto em dez anos. Nesse ano mais de 2 Milhões de cidadãos viviam abaixo do limiar de 411 euros por mês.

É sabido que essa é uma medida de pobreza relativa que não expressa plenamente o agravamento das condições de vida dos mais pobres. Bastava considerar como linha de pobreza aquela que existia em 2009 para reconhecer que o valor subiria para 2.7 Milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza.

É também conhecido que são as crianças, as famílias monoparentais e os dependentes, alguns daqueles que mais duramente sofrem com a pobreza, o que perpetua, no caso das crianças, a condenação geracional à pobreza.

Mais recentemente foram conhecidos com maior detalhe os dados sobre o crescimento das desigualdades. E eles são, infelizmente, muito explícitos.

Quem mais perdeu rendimentos foram os mais pobres. Os dez por cento dos cidadãos com menos rendimentos viram, entre 2009 e 2013, cair o seu nível de vida em 24%, três vezes mais do que os 10% mais ricos.

A explicação para este agravamento de desigualdades não é difícil de explicar: o desemprego e o corte das prestações sociais de combate à pobreza produziram um efeito mais duro naqueles que já possuíam piores condições de vida.

A estes números responde o governo que as coisas já melhoraram desde 2013. Infelizmente é muito duvidoso que tal seja verdade para os mais frágeis da nossa sociedade. Não são esses os sinais que as instituições sociais transmitem do seu trabalho no terreno e, por outro lado, se é verdade que existiu alguma recuperação de emprego (ainda que de má qualidade) também é verdade que os cortes dos apoios sociais se acentuaram e que se acumulam os desempregados que chegam ao fim do período de subsídio sem encontrarem uma alternativa de emprego. Continuar a ler

Lisboa | maior espaço verde do centro histórico inaugurado

O Jardim da Cerca da Graça, o maior espaço verde de acesso pública da zona histórica de Lisboa, foi inaugurado no passado dia 17 de junho, pelas 18h30. O jardim tem 1,7 hectares e vai assegurar a ligação entre os bairros da Graça e da Mouraria.

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O projecto levou à plantação de cerca de 180 árvores e arbustos, à criação de um relvado central, três miradouros, um parque de merendas e um pomar. Terá ainda um quiosque com esplanada e um parque infantil.

Há muito, porém, que o jardim está para ser inaugurado. “Os problemas e os atrasos deles resultantes foram mais que muitos, mas tudo leva a crer que, desta vez, será mesmo a sério”, escrevia, em Março, O Corvo.

Segundo o site, especializado em temas da cidade, a inauguração chegou a estar prevista para 2009, mas os trabalhos apenas começaram há dois anos. Ainda assim, as obras estiveram paradas quase um ano, tendo sido retomadas apenas em Setembro. Entretanto, vários argumentos foram dados para o adiamento, desde a descoberta de mas de ossadas de mais de cinquenta cadáveres, provavelmente do terramoto de 1755 ou qualquer surto de peste, ou as más condições meteorológicas, que teriam levado ao empapamento dos terrenos. Continuar a ler

Intervenção da Deputada Catarina Marcelino

Intervenção no âmbito do Debate Marcação do BE e Projecto de Lei (BE) Lei de Emergência Social.

 

LATA 65 | idosos promovem arte urbana e combatem estereótipos!

Portugal. Covilhã. | estas imagens correm mundo

LATA 65 foi desenvolvido pelo COWORK Lisboa em parceria com Lã – Covilhã Urban Art Festival, com o objetivo de preencher uma lacuna entre as gerações e de estimular o lado artístico das pessoas idosas.

Mais informação aqui.

 

Portugal City Brand Ranking 2015 | regional – Área Metropolitana de Lisboa

Com 11 anos de existência, a Bloom Consulting é uma consultora especializada na análise e desenvolvimento de estratégias de “Country”, “Region” e “City” branding. Tem sede em Madrid e conta com escritórios em Lisboa e São Paulo.

Neste documento apresenta a segunda edição do Portugal City Brand Ranking ©, sobre a performance de marca dos 308 municípios Portugueses, no qual classifica a atratividade destas perante diferentes públicos-alvo (Turismo, Negócios e Talento).

Ranking regional – Área metropolitana de Lisboa

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click na imagem para aceder a estudo completo

portugalcitybrandranking2015

Como se faz este ranking? Continuar a ler