Opinião | Revisão Orçamental na Câmara Municipal do Montijo por Nuno Canta

nunocanta1O Município do Montijo continua sem orçamento aprovado pelos órgãos municipais para o ano de 2015 devido à oposição de uma maioria negativa do PSD e da CDU.

Apesar de termos apresentado um orçamento de rigor, que promovia o investimento, o desenvolvimento e o emprego, um orçamento que acolhia as propostas da oposição, a CDU e o PSD votaram contra, bloqueando propostas fundamentais para a cidade.

A oposição que é incapaz de apresentar argumentos financeiros e económicos que sustentem um voto contra o Orçamento para 2015, força a gestão camarária do Partido Socialista a ser efetuada com base nos documentos previsionais e no plano de atividades de 2014, em grande medida, já desadequados da realidade atual do concelho.

A recente viabilização, na reunião de câmara de 27 de maio, da primeira revisão ao Orçamento para 2015 Transposto de 2014 e aos planos de investimento e atividades municipais é, apenas, mais um episódio elucidativo da incoerência política do PSD e da CDU.

Os partidos que inviabilizam a aprovação do Orçamento para 2015, são os mesmos partidos que se abstêm na votação de uma proposta que produz alterações nos documentos aos quais a gestão da câmara ficou vinculada pelo chumbo do Orçamento para 2015.

Por este motivo é, por isso, ainda mais incompreensível a posição de obstáculo criada pela CDU e pelo PSD ao Orçamento para 2015.

Uma oposição que se traduz em constantes dificuldades na gestão diária da câmara, que burocratiza os processos administrativos, obrigando a constantes alterações orçamentais que, em última análise, atrasam e dificultam a implementação de projetos e iniciativas no concelho e, consequentemente, a qualidade dos serviços prestados pela câmara aos seus munícipes. Continuar a ler

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Humor | Jorge Jesus no Sporting Clube de Portugal

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Área Metropolitana de Lisboa entregou equipamentos de proteção individual para combate de incêndios em espaços naturais‏

Decorreu no passado dia 02 de junho a cerimónia de entrega simbólica de equipamentos de proteção individual para combate de incêndios em espaços naturais.

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A aquisição dos equipamentos operacionais de proteção civil foi possível na sequência da aprovação de uma candidatura no âmbito do Programa Operacional Valorização do Território/ Quadro de Referência Estratégico Nacional (POVT/QREN), integrada no Eixo Prioritário II – Sistemas Ambientais e de Prevenção, Gestão e Monitorização de Riscos, com um investimento total aprovado de 992.795€ e um financiamento comunitário de 843.876€, ou seja, 85%, assegurado pelo Fundo de Coesão.

No âmbito desse processo, o Ministério da Administração Interna promoveu a celebração de um Protocolo entre a AML, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) e a Liga dos Bombeiros Portugueses, tendo ficado assegurado pela ANPC 7,5% da contrapartida nacional, cabendo os restantes 7,5% aos municípios integrantes da AML.

Abriu a cerimónia o Eng.º Demétrio Alves, Primeiro-Secretário Metropolitano, referindo que os equipamentos operacionais de proteção civil adquiridos (calça e dólmen; botas; cógula; luvas; e capacete) têm por objetivo melhorar o combate a incêndios em espaços naturais destinados a 65 corporações de bombeiros (48 da Grande Lisboa e 17 da Península de Setúbal). Este investimento permite equipar um total de cerca de 2323 ativos da região (1.692 ativos de Lisboa e 631 de Setúbal), o que representa 50% do total dos ativos das 65 corporações. Continuar a ler