As 10 maiores cidades do mundo| número de megacidades triplicou desde 1990

Fonte: Green Savers

O número de megacidades globais triplicou nos últimos 24 anos, de acordo com um novo relatório das Nações Unidas (ONU). Segundo o documento, existem hoje 28 megacidades, sendo que este número crescerá nos próximos anos.

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A ONU defina uma megacidade como sendo uma área urbana com mais de 10 milhões de habitantes – Nova Iorque foi a primeira megacidade mundial, nos anos 50, e desde 1990 dez novas cidades chegaram a este número.

O relatório World Urbanization Prospects avança que, em 1990, as 10 megacidades albergavam 153 milhões de pessoas – hoje, as 28 megacidades têm 453 milhões de pessoas, cerca de 12% de toda a população urbana global.

Estas cidades são responsáveis por 70% do total de emissões de carbono, mas estão a fazer mais do que os outros centros urbanos para reduzir estas emissões, o que não deixa de ser curioso.

“Tóquio permanece a maior cidade do mundo, com 38 milhões de habitantes, seguida de Deli (25 milhões), Xangai (23 milhões), Cidade do México, Bombaim e São Paulo (21 milhões). Osaka tem “apenas” 20 milhões de habitantes, seguida de Pequim (menos de 20 milhões), Nova Iorque e Cairo (18,5 milhões).

O número crescente de megacidades está a criar vários problemas nestas zonas urbanas. De acordo com o Smithsonian, a grande dependência energética destes centros cria riscos de saúde para os seus habitantes. Xangai, por exemplo, tem a maior taxa de mortalidade de cancro na China, uma estatística ligada à poluição atmosférica.

Em 2030, existirão 41 megacidades. Tóquio vai diminuir ligeiramente, mas continuará a liderar a lista. Índia, China e Nigéria chegar-se-ão à frente da lista, com as suas metrópoles. Terão as condições para albergar tanta gente?

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Humor | Deputados do PSD e do CDS-PP do distrito de Setúbal apontam área social como prioridade

É mesmo humor. Negro!

Fonte: Rostos

Na sequência de uma reunião realizada ontem entre os deputados dos dois partidos e a diretora da Segurança Social do distrito Ana Clara Birrento, foi reafirmado o empenho do PSD e do CDS-PP na área social, bem como a importância do PES, que permitiu apoiar quem mais precisa através de contratualização com as instituições de solidariedade social de várias medidas, conseguiu fazer chegar às famílias o apoio crucial, reconhecendo pela primeira vez estas instituições como parceiras do Estado.

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“Este Plano de Emergência veio minimizar os efeitos sociais da crise mais difícil da nossa história, motivada pela governação do PS nos ter levado à bancarrota”, sublinha Nuno Magalhães. “Os idosos, as famílias monoparentais, as crianças e as pessoas portadoras de deficiência estiveram sempre no centro deste Plano, e das nossas preocupações”.

O deputado e líder parlamentar do CDS-PP diz ainda que “ao contrário do que a oposição repetiu, e mentiu, não existiram despedimentos na Segurança Social, mas sim uma requalificação. Prova disso é que cerca de 30 por cento dos funcionários já estão colocados noutros serviços públicos, esperando-se para breve, mais colocações”.

O deputado do PSD, Bruno Vitorino, reconheceu que existiram alguns problemas no funcionamento das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), mas os mesmos foram rapidamente ultrapassados, e que as CPCJ estão a “funcionar em pleno, cumprindo a Segurança Social na íntegra a representação a que é obrigada por lei, e os rácios de processos por técnico, bem como os tempos de afetação .” Continuar a ler