Universidade do Minho | relatório preliminar do estudo de monitorização das receitas e das despesas dos municípios

O relatório preliminar do estudo de monitorização das receitas e das despesas dos municípios, encomendado pelo Governo, através da Direção Geral das Autarquias Locais, à Universidade do Minho, no passado dia 12, foi apresentado em Braga.

Objetivo do estudo:

O Estudo desenvolve uma análise empírica e fundamentada dos impactos, atuais e futuros, na evolução das receitas e das despesas dos municípios portugueses, das alterações legislativas ocorridas nos últimos dez anos com implicações no modelo de financiamento do sector.

Tendo em consideração a elevada heterogeneidade dos 308 municípios portugueses (quanto à sua dimensão, urbanização, localização, etc.), para além de uma análise agregada do conjunto do setor municipal, é realizada uma análise mais detalhada de várias tipologias ou grupos (mais homogéneos) de municípios.

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relatorioumdgal2015

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O Setubalense | edição 8 de junho

Google lança start-up para smart cities

Fonte: Smart Cities

Chama-se SideWalk Labs e é, desde ontem, a mais recente start-up a trabalhar na área das tecnologias para a vida urbana. Distingue-se, contudo, por ter sido lançada pela gigante Google e, apesar do “modesto investimento”, como lhe chama a empresa, demonstra que a multinacional está atenta ao potencial do mercado das cidades.

Sidewalk-Labs

Para já, sabe-se que a nova empresa irá dedicar-se ao desenvolvimento tecnológico de soluções para cidades nas áreas de mobilidade, eficiência energética, diminuição da poluição e do custo de vida e melhoria da administração local.

“Estamos no início de uma transformação histórica nas cidades. Numa altura em que as preocupações sobre igualdade, custos, saúde e ambiente urbanos estão a intensificar-se, uma mudança tecnológica sem precedentes permitirá às cidades ser mais eficientes, responsivas, flexíveis e resilientes”, afirma o CEO da nova empresa, Dan Doctoroff, ex-vice-mayor de Nova Iorque. A sede da SideWalk Labs será também nesta cidade norte-americana. Continuar a ler

Partido Socialista | tempo de antena 11/06/2015

O emprego é a questão central para a confiança, mas o emprego é também a questão central para os jovens que emigraram e que querem saber se têm esperança de voltar a Portugal. Como é a questão central para as famílias que hoje têm os jovens a concluir as suas formações e não sabem se os vão ver partir.

Lisboa, Porto, Alto Minho e Aveiro no topo das regiões mais desenvolvidas

Fonte: Observador

As regiões com maior indíce de desenvolvimento em 2013 foram as áreas metropolitanas de Lisboa, Porto, Alto Minho e Aveiro, segundo os dados divulgados pelo INE. A mais competitiva e coesa é Lisboa.

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As áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, o Alto Minho e Aveiro foram as regiões portuguesas com maior índice de desenvolvimento regional em 2013, de acordo com os dados que o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgado esta segunda-feira. Estas quatro regiões foram as únicas que superaram a média nacional. No extremo oposto, encontram-se regiões como o Alto Tâmega, os Açores ou o Douro.

Para as contas do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, entram três componentes: a competitividade (que capta o potencial de cada região em termos de recursos humanos e de infraestruturas), a coesão(que procura refletir o grau de acesso da população a equipamentos e serviços coletivos) e a qualidade ambiental (associada à implementação de políticas públicas e práticas sociais sobre o meio ambiente).

Quando o assunto é a competitividade, a área metropolitana de Lisboa é a que tem o índice mais elevado, seguindo-se a região de Aveiro e a área metropolitana do Porto. No geral, as regiões do Litoral continental são as mais competitivas, com o Alto Alentejo, o Douro e o Alto Tâmega a ocuparem os últimos lugares da listagem.

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