Humor | 10 modas parvas: Gin, Sushi, SWAG, Selfie sticks, etc… por falar noutra coisa

Fonte: porfalarnoutracoisa.sapo.pt

Vivemos num mundo de modas e de gostos influenciados pelos media. Sempre assim foi, agora é ainda mais devido à velocidade e visibilidade que a Internet veio dar a todas as novas tendências. Vamos lá então falar das modas mais parvas que andam por aí.

modasparvas

Gin

Sim, aquele bebida que era a dos nossos pais e que era servida com água tónica e, nos sítios mais finos, com uma rodela de limão. Essa bebida que ninguém gostava e que era azeda, está na moda. Nas prateleiras dos hipermercados, onde outrora havia apenas uma marca, a mais rasca, estão agora uma enormidade de diferentes marcas e estilos. A moda do Gin apareceu do nada, mas planeada, e encostou as caipirinhas e os mojitos a um canto. Sim, é bom, eu bebo e já dei uma vez 14€ por um gin. Sou estúpido. Um palerma, mesmo. Não há bebida que valha esse dinheiro a não ser pelo marketing, branding e impinging que nos fazem. Fazer um gin não é arte, meus amigos. É misturar cenas lá para dentro e logo se vê. “Ai, o copo tem que estar gelado, tem que se passar as folhinhas de menta nas bordas para aromatizar, meter a tónica numa colher em espiral para não quebrar as bolhinhas frágeis da menina.”. Menos, se faz favor. Não estou para estar cinco minutos à espera de um gin, para no fim saber igual aos outros todos, especialmente se for o quinto da noite. Tomem juízo. Assim ainda me fazem perder o engate. O gin conseguiu vencer a barreira da mariquice que muitos homens não se sentem confortáveis em ultrapassar. Antigamente, qualquer bebida doce com fruta lá dentro era para gaja ou designers de interiores. Hoje, uma bebida com bagas e folhinhas é de homem. O pessoal deixa-se influenciar com uma pinta, que se lhes dissessem que, para o gin ficar perfeito, o barman tinha que o misturar com a pila, bebiam na mesma.

Kizomba

A Kizomba sempre esteve na moda onde eu vivo, Buraca. Sempre ouvi Kizomba, à força, nas festas das escola e atráves dos carros que passam na minha rua ao som da sua batida característica. Não tenho nada contra, confesso que não é o meu estilo de música, mas até sou capaz de não trocar de estação e até, na loucura, de ouvir com gosto num carro cheio de amigos a caminho da praia. Mas há limites, caraças! A rubrica da RFM “10 músicas seguidas sem parar”, deveria chamar-se “5 músicas seguidas intercaladas por 5 Kizombas”. Não há paciência, especialmente, porque a Kizomba que nos chega é, na sua maioria, má. É a comercial, que de africana tem muito pouco e é feita só para vender. É engraçado é que não se pode dizer mal da Kizomba sem se ser acusado de racismo. Eu também digo mal do Pimba e isso não faz de mim xenófobo contra os portugueses. Não gosto, acho que as pessoas papam porque dá na rádio e porque não têm paciência para letras que as façam pensar. Não tenho problemas que um Anselmo Ralph encha um MEO Arena, só tenho é pena que não haja tanto público a querer ouvir um Jorge Palma ou um Sérgio Godinho. Se calhar têm que se adaptar e fazer novas versões: Jorge Palma ao piano, com batida Kizomba por trás, a cantar “Agora não mete mais a mão no queixo…”. Ou o Sr. Godinho a cantar “Bo tem um brilhozinho nos olhos…”.

Selfie Sticks

Os famosos paus de selfie. Pau de selfie faz lembrar uma espécie de condimento para comida ou um brinquedo sexual para auxiliar a masturbação, mas não! É aquele cabo para as pessoas tirarem fotos a elas próprias. No meu tempo, pedia-se a alguém que fosse a passar para tirar uma fotografia e dizia-se “Carregue aqui neste botão”. Aquele botão igual em todas as máquinas, mas que nós sentimos sempre necessidade de dizer, não vá a pessoa carregar no flash ou no botão que ejecta a bateria. Devo dizer que reconheço a utilidade dos paus de selfie, acho que até criam um efeito giro e são práticos de utilizar em várias situações. Isso não quer dizer que não sejam ridículos. São. Andar com o telemóvel preso na ponta de uma moleta é só estúpido. Mas o pior não é isso, o pior é que as pessoas andam muito obcecadas com elas próprias. Eu, quando vou a algum lado, estou mais interessado em tirar fotografias às paisagens, aos monumentos, às pessoas na rua e a momentos únicos, do que a mim. Parecem a Cristina Ferreira que tem que aparecer sempre na capa da sua revista. Se querem tirar uma foto do pôr do sol em Belém, para que é que a vão estragar com o vosso focinho?

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Setúbal vai ser Cidade Europeia do Desporto em 2016

Fonte: Público

Depois de Guimarães, Maia e Loulé, Setúbal é a quarta cidade portuguesa a ser escolhida pela ACES Europe. O programa com um orçamento de cerca de meio milhão de euros tem já garantida uma prova de apuramento para os jogos olímpicos.

Baia-de-Setubal

Setúbal vai ser Cidade Europeia do Desporto em 2016, e promete um programa desportivo “de excelência” com um orçamento de aproximadamente meio milhão de euros, disse nesta segunda-feira ao PÚBLICO o vereador da Câmara de Setúbal com os pelouros da Cultura e Desporto.

Segundo Pedro Pina, a autarquia estima um investimento de cerca de 500 mil euros, mas não sabe ainda qual vai ser o custo para o município uma vez que o evento será comparticipado por outras entidades, entre as quais a secretaria de Estado do Desporto e Juventude que financiará 100 mil euros.

“O orçamento está ainda a ser ultimado, não podia ser fechado, assim como o programa, porque não podíamos acertar provas e outras iniciativas enquanto não tivéssemos a certeza de que Setúbal seria escolhida”, disse Pedro Pina.

Além do investimento directo na organização da Cidade Europeia, com provas, logística e demais obrigações, o município “vai fazer também investimento indirecto, em reabilitação de equipamentos desportivos e outros”, refere o vereador.

A decisão da ACES Europe – Associação das Capitais e Cidades Europeias do Desporto, entidade que atribui os títulos de Capital e Cidades Europeias do Desporto, foi anunciada sábado. Continuar a ler

Vila Franca de Xira | Orçamento Participativo 2015 – 55 projetos a votação até 31 de julho

São 55 os projetos a votação no processo do Orçamento Participativo (OP) de 2015, após a apresentação de 90 propostas/ideias. A análise técnica apurou as 55 sujeitas a votação, de acordo com as normas do processo em vigor. Os projetos a votação podem ser conhecidos no Portal do Orçamento Participativo.

E-card-OP

A votação decorre até 31 de julho, poderá votar enviando um SMS gratuito para o número 3302, indicando o código da proposta em que pretende votar – salientando-se que apenas é contabilizado o primeiro voto de cada n.º de telefone -, ou através do Portal do OP (sendo necessário para votar, caso ainda não esteja, registar-se, algo simples e rápido).

À semelhança das edições anteriores, para a edição 2015 está disponível um orçamento total de €1.000.000,00 (um milhão de euros) a aplicar em todo o Concelho. Continuar a ler

Finanças vão auditar 26 municípios do Programa de Apoio à Economia Local

Fonte: Lusa

A Inspeção-Geral de Finanças (IGF) vai auditar este ano 26 municípios que celebraram contratos no âmbito do Programa de Apoio à Economia Local.

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Numa nota publicada na sua página na internet, a IGF esclarece que no seu plano de atividades para 2015 “encontram-se previstas 26 auditorias a municípios que celebraram contratos no âmbito do Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), incluindo municípios da região autónoma da Madeira”.

O PAEL foi criado em 2012 com o objetivo de reduzir as dívidas em atraso dos municípios, através de empréstimos do Estado para o pagamento pelas autarquias a fornecedores.

“Das 13 auditorias iniciadas nesse domínio, três já foram concluídas, encontrando-se os respetivos relatórios em fase de aprovação”, acrescenta a entidade responsável pela fiscalização das autarquias.

O organismo do Ministério das Finanças salienta que “a aprovação da maioria dos contratos [do PAEL] decorreu até julho de 2013” e que a “dilação temporal condicionou a respetiva execução pelos municípios e teve efeitos no desenvolvimento das auditorias pela IGF”. Continuar a ler

Montijo | Aeroporto consensual para a próxima legislatura

Fonte: Diário da Região

O aeroporto complementar à Portela é para avançar na próxima legislatura. E, quanto à localização, também já não restam muitas dúvidas: deve aterrar na Base Aérea n.º 6 do Montijo. Este é, pelo menos, o plano de intenções que os atuais partidos da maioria do Governo (Partido Social Democrata – PSD/CDS) e principal partido da oposição (Partido Socialista – PS) defendem. Ou seja, a possibilidade de construção da nova infra-estrutura aeroportuária vir a ser realizada em Montijo e já na próxima legislatura é forte e consensual para qualquer um destes partidos (PSD/CDS/PS).

aeroportomontijo

Depois de António Costa, secretário-geral dos socialistas e candidato a primeiro-ministro, ter admitido que a localização “Montijo” tem de ser “aproveitada” e a obra executada na próxima legislatura, agora foi o ministro da Economia, Pires de Lima, a vir a terreiro sustentar a mesma tese.

“Está dentro dos planos aeroportuários e das competências e responsabilidades da própria ANA assegurar o desenvolvimento da infra-estrutura aeroportuária que serve Lisboa”, disse Pires de Lima, esta sexta-feira, à margem da apresentação em Lisboa dos princípios orientadores do Plano de Ação Turismo 2020, salientando a hipótese “Montijo”. “A opção tendencial que estamos ainda a estudar e a qualificar é o desenvolvimento da Portela com o aproveitamento da Base do Montijo”, vincou, apontando também como prazo a “próxima legislatura”.

A concluir, o ministro lembrou ainda: “Não precisamos de um aeroporto faraónico que afaste a estrutura aeroportuária de Lisboa. Ter uma estrutura aeroportuária que serve Lisboa e que está dentro da cidade é uma vantagem competitiva do país, e da cidade, que o Governo quer preservar”. Continuar a ler