Qual será a próxima capital da inovação?

Fonte: Smart Cities

A Comissão Europeia acaba de lançar a segunda edição do prémio Capital Europeia da Inovação, para a qual as candidaturas estão abertas até 18 de Novembro. O anúncio foi feito, hoje, pelo Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas, numa sessão plenária do Comité das Regiões.

inovacaocidades

A grande questão que paira, agora, no ar é sobre quem será a sucessora da cidade espanhola de Barcelona, vencedora do prémio em 2014 por “introduzir o uso de novas tecnologias que aproximam a cidade dos cidadãos”. Uma coisa é certa: será a cidade europeia que tiver construído o melhor “ecossistema de inovação”, conectando cidadãos, organizações públicas, meio académico e empresas.

Entre os critérios de avaliação consta a implementação de iniciativas, a decorrer ou futuras, que criem as condições necessárias para fomentar a inovação. Só poderão participar, no entanto, as cidades com mais de 100 mil habitantes — embora nos países em que não exista nenhuma metrópole que atinja este número, a maior cidade, desse mesmo país, pode entrar na competição.

A nova Capital da Inovação irá receber 950 mil euros destinados a actividades inovadoras, enquanto as metrópoles que ocuparem o segundo e terceiro lugar nesta corrida vão receber 100 mil e 50 mil euros, respectivamente, com a finalidade de promover acções de networking. Os vencedores serão conhecidos no início de 2016, depois de serem submetidos à apreciação de um painel de especialistas independentes. 

“Nós apoiamos totalmente o prémio Capital Europeia da Inovação — a Europa precisa de um maior capital de renovação e de acelerar a implementação de práticas inovadoras”, destacou Markku Markkula, presidente do Comité das Regiões. “As nossas cidades são quem guia a ‘inovação aberta’ — cada vez mais interligadas com as suas políticas de especialização inteligente”, explicou, concluindo que “os ecossistemas de inovação prosperam através da interação com cidadãos, universidades, indústria e sector público”.

Uma vez que 70% da população europeia habita em áreas urbanas, a União Europeia tem procurado a promoção de um desenvolvimento inteligente e sustentável. Este prémio, em concreto, representa uma forma de “reconhecer o papel das cidades enquanto espaços de inovação sistémica”.

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