Fotografia: brincadeiras minimalistas por Peechaya Burroughs

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Documentário: Escola Secundária Jorge Peixinho pelo aluno André Lopes

Montijo | Câmara aprova protocolo com a SCUPA

A Câmara Municipal do Montijo aprovou, por unanimidade, na reunião de câmara de 8 de julho, um protocolo de colaboração com a Sociedade Cooperativa União Piscatória Aldegalense (SCUPA) para o apoio na formalização dos projetos e procedimentos inerentes à construção do Cais de Pesca Profissional.

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O documento aprovado inclui a atribuição de um apoio financeiro no valor de 113 mil 825 euros, referentes à componente local de financiamento da construção do referido Cais. A Câmara irá prestar, ainda, apoio à SCUPA na fiscalização da execução da empreitada e na isenção das taxas urbanísticas.

O Cais de Pesca Profissional é uma obra da SCUPA, no valor de meio milhão de euros, financiada pelo programa PROMAR – Programa Operacional Pesca 2013-2017.

A obra já se encontra em execução na ponta do muro, a seguir ao Esteiro da Quebrada, a jusante do Cais dos Vapores, e vai disponibilizar um conjunto de infraestruturas que beneficiarão as condições e a operacionalidade da atividade piscatória tradicionalmente desenvolvida no Montijo. Continuar a ler

Opinião | Prevenção de Riscos na Autarquias Locais por José Caria

josecariaPlanos de Prevenção de Risco são, além de um factor de gestão fundamental, um instrumento que permite aferir a eventual responsabilidade que ocorra na gestão de recursos públicos.

Os Planos de Prevenção de Riscos são, em primeira linha, da responsabilidade dos órgãos máximos das entidades. No entanto, os dirigentes de cada unidade orgânica (não esquecendo os Gabinetes…) devem ser responsabilizados pelas propostas de planos dos seus departamentos Divisões e Gabinetes e pela sua execução efectiva.

Deles fazem parte a caracterização genérica das atribuições da entidade (a razão da sua existência) e da estrutura orgânica que apresenta, com identificação dos responsáveis (Departamento,Divisões e Gabinetes).

Tendo em conta as funções da entidade, devem ser identificados e caracterizados por unidade orgânica( incluindo Gabinetes…) os respectivos potenciais riscos de corrupção e infracções conexas.

Estes riscos devem ser classificados segundo uma escala de risco elevado, risco moderado e risco fraco, em função do grau de probabilidade de ocorrência (elevado, moderado ou fraco). Por sua vez, este grau de probabilidade deverá ser aferido a partir da própria caracterização de cada uma das funções.

Identificados os riscos, devem ser indicadas as medidas que previnam a sua ocorrência, tais como mecanismos de controlo interno, segregação de funções, declarações de interesses, definição prévia de critérios gerais e abstractos de concessão de benefícios públicos, criação de gabinetes de auditoria interna em especial nas entidades de maior
dimensão, controlo efectivo das situações de acumulações de funções públicas com actividades privadas e respectivos conflitos de interesses. Continuar a ler

PCP | Francisco Lopes lidera lista de candidatos à Assembleia da Républica por Setúbal

Fonte: distritoonline

O PCP apresentou a lista de candidatos à Assembleia da República 2015 pelo círculo eleitoral de Setúbal.

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1 – Francisco Lopes, electricista. PCP
2 – Paula Santos, licenciada em Química Tecnológica. PCP
3 – Heloísa Apolónia, jurista. PEV
4 – Bruno Dias, licenciado em Ciências da Comunicação. PCP
5 – Rui Higino, supervisor de turno. PCP
6 – Margarida Botelho, funcionária do PCP. PCP
7- José Lourenço, economista. PCP
8 – Vanda Figueiredo, assistente técnica. PCP
9 –  Manuel Rocha, quadro técnico. IND.
10 – António Magrinho, operário. PCP
11 – Fernanda Pésinho, jurista. PEV
12 – Frederico Pereira, empregado de escritório. PCP
13 – Paulo Costa, jurista. PCP
14 – Vivina Nunes, educadora de infância. ID
15 – Ricardo Balona, desenhador. PCP
16 – Nuno Martins, operador de apoio. PCP
17 – Paula Pereira, psicóloga social. PCP
18 – Carlos Almeida, advogado. PCP
19 – Jorge Magrinho, operário. PCP
20 – Susana Silva, licenciada em Engenharia de Gestão e Ordenamento Rural. PEV
21 – Francisco Jesus, téc. sup. da adm. Local. PCP
22 – Camila Malhadais, professora. IND

Mandatário – Alfredo Monteiro, professor.

7 dicas para apreciar a água da torneira

Fonte: Green Savers

O título deste artigo pode parecer estranho – afinal, beber água não tem nada de extraordinário. Pelo menos em Portugal, onde ela é de boa qualidade: basta pegar num copo, abrir a torneira e beber calmamente.

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No entanto, a água pode apresentar, ocasionalmente, sabor e cheiro, devido a diversos factores como a presença de cloro usado na desinfecção da água ou deficiente manutenção das redes prediais e canalizações domiciliárias, incluindo torneiras.

Segundo explica a Águas de Portugal, o sabor da água depende também da sua composição em sais – o cálcio e o magnésio, por exemplo. Para melhorar o sabor e o cheiro da água, fique com sete dicas simples e que contribuirão, certamente, para se sentir mais saciado ao bebê-la.

SETE DICAS PARA BEBER ÁGUA

1.No tempo quente, a água pode aumentar a sua temperatura, caso as redes de distribuição ou prediais estiverem expostas ao calor. Antes de beber, deixe correr um pouco para refrescar a água.

2.Quanto mais fresca a água estiver, melhor sabe. Manter a água no frigorífico, de preferência num recipiente tapado, ajuda a melhorar o sabor e a sensação de frescura. Continuar a ler