Papa reúne com autarcas – Cidades contra as alterações climáticas apostam nas energias renováveis

Fonte: DN

Papa reuniu 60 autarcas de todo o mundo para debaterem boas práticas ambientais nos ambientes urbanos e pressionarem os decisores políticos a levar a Paris, em dezembro, um compromisso para o planeta.

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Com 93% dos mais de um milhão de habitantes a deslocar-se de bicicleta, a pé ou de transportes públicos através da cidade e 75% da energia consumida proveniente de fontes renováveis, Estocolmo, capital da Suécia, é uma das cidades campeãs do (bom) ambiente – invariavelmente, é presença obrigatória nos rankings das cidades mais verdes da Europa e do mundo. Mas esta é só uma fase intermédia no caminho para um objetivo mais ambicioso.

Para a jovem presidente da câmara da capital sueca, Karin Wanngard, a meta é deixar completamente de usar combustíveis fósseis no prazo de 25 anos – até 2040. Foi isso que anunciou nesta semana em Roma, durante a sua intervenção num encontro entre o Papa e 60 autarcas de todo o mundo, que teve como objetivo alertar os políticos para a necessidade crítica de mudar práticas e comportamentos a fim de travar as alterações climáticas.

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Jornal Semmais | edição 25 de julho

Pão de melancia inventado por uma padaria de Taiwan

Fonte: Green Savers

Numa das mais estranhas e confusas fusões culinárias alguma vez vistas, uma padaria de Taiwan criou um pão de forma que parece uma melancia – mas uma das bizarras melancias quadradas populares no Japão.

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De acordo com a Padaria Jimmy, que inventou o dito pão de forma, o objectivo era estimular as crianças a continuarem a comer pão durante os meses quentes de verão, altura em que o apetite dos mais pequenos diminuía, escreve o Bored Panda.

Para a feitura do novo pão a padaria utiliza corantes naturais – chá verde para a casca, morangos para o interior e carvão vegetal para as sementes. O aspecto é delicioso e divertido, embora comer este pão num dia quente de verão possa não revelar todo o seu potencial. Ainda assim, o inovador pão de forma é baste popular a nível local.

Lisboa | Entrevista a Fernando Medina – Programa de renda acessível avança para cinco mil famílias em Lisboa

Fonte: Público

Há três meses à frente da Câmara de Lisboa, o sucessor de António Costa diz que se inspirou no Bairro de Alvalade para o programa de habitação com rendas acessíveis que prevê apresentar “até ao final do ano”. Apesar das polémicas, Fernando Medina considera o vereador Manuel Salgado “uma mais-valia absolutamente indiscutível” e fala numa “campanha de insinuação” sem fundamento.

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Nestes cerca de três meses, qual o maior motivo de satisfação?
Foram muitos. Talvez ter apresentado o Plano de Drenagem, porque creio que é dos projectos mais estruturantes e mais marcantes que esta cidade irá ter em muitas décadas. Num registo muito diferente, a abertura de obras tão emblemáticas como os Terraços do Carmo e o Jardim da Cerca da Graça são também momentos únicos e especiais.

E a aprovação da venda dos terrenos da Feira Popular?
Sim. É um marco muito importante, porque trata-se de uma das maiores feridas que esta cidade tem, do ponto de vista urbanístico, do desenvolvimento da cidade e também do político. A situação da Feira Popular e a do Parque Mayer estão umbilicalmente ligadas a um dos períodos mais negros da vida política do município, altamente conturbado, de grande descrédito. É um processo que teve consequências políticas, que se arrastou durante muito tempo. E por isso é particularmente gratificante podermos ter feito este processo, que começou com um acordo celebrado no tempo do presidente António Costa.

A oposição defendeu mais habitação. Por que é que o município não impôs a construção de habitação a custos controlados?
Pretendemos não complicar um processo que tinha sido muito traumático. Quando se introduz numa venda critérios dessa natureza, temos que fazer outro tipo de contas. É uma operação mais complexa e o nosso entendimento foi o de que esta operação devia ser muito simples e muito clara, por todo o histórico que envolveu. Isto a par de darmos – foi um dos compromissos que assumimos na tomada de posse – grande prioridade à habitação a custos acessíveis, que está acima da habitação social, mas que não encontra resposta nos preços de mercado, demasiado elevados.

Anunciou um programa para trazer de volta à cidade cinco mil famílias. Em que fase está?
Posso adiantar que vai haver zonas de reabilitação urbana, locais onde o edificado municipal tem densidade suficiente para permitir operações de reabilitação urbana sistemática, que permitam mais eficiência do ponto de vista dos custos da própria reabilitação. E já temos também seleccionada a primeira área onde aceitaremos construção nova a renda acessível. Queremos fazer disto a experiência-piloto do modelo que temos em mente, testá-lo. Tendo sucesso, depois alargaremos, até chegar aos cinco mil. Continuar a ler