Morais 3D por Nikolaj Arndt

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Montijo | Festas de Canha de 4 a 6 de setembro

Programa aqui.

De 4 a 6 de setembro, a histórica vila de Canha (concelho do Montijo) recebe mais uma edição das suas festas populares em honra de Nossa Senhora da Oliveira.

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Três dias de muita animação com um variado conjunto de atividades para todos os gostos: charangas, bailes, torneio de futebol, sevilhanas, espetáculos musicais, largadas e momentos religiosos.

Naturalmente que o grande destaque é a missa e procissão em honra de Nossa Senhora da Oliveira, no dia 6 de setembro, a partir das 16h00.

A não perder, também, a noite da sardinhada, no dia 5 de setembro, um passeio de carros antigos e o fogo-de-artifício, ambos no dia 6 de setembro.

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Previsões para o futuro dos transportes (e das cidades)

Fonte: Shifter

As tecnologias não estão apenas a mudar a forma de ir do ponto A ao ponto B. É mais profundo: vão alterar radicalmente as infraestruturas das cidades.

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Não é nada realmente novo: as cidades têm mudado por força dos transportes, em especial desde o fim do século 19 com a invenção dos automóveis, dos comboios de superfície e enterrados no subsolo, e com a aviação comercial.

Para este século temos como principais forças de mudança o ridesharing, a eletrificação dos veículos e a sua autonomização, e a ligação de todos os veículos numa imensa rede dinâmica que afetará setores marginais, desde a propriedade dos veículos ao sistema de parqueamento, passando pelo recarregamento e pela gestão urbana.

Tendo em conta que a migração para as grandes cidades continuará como uma tendência de longuíssimo prazo, a resolução dos problemas das mega-cidades é uma das grandes áreas para a inovação e o empreendedorismo.

Eis 5 previsões para levar em conta e se inspirar para a startup que originará uma empresa para os seus próximos 20 ou 30 anos: Continuar a ler

Smart Cities vão gerar quase dois biliões de euros

Fonte: Smart Cities

À medida que o número de cidades inteligentes aumenta um pouco por todo o mundo, as receitas geradas deverão atingir cerca de 1,8 biliões de euros, em 2020. Esta é, pelo menos, a projecção da consultora Arthur D. Little, que indica, ainda, que as smart cities têm o potencial de fazer crescer o PIB de uma metrópole ou região em mais de 15%.

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O investimento continuado, sobretudo, por parte dos governos locais na modernização de infra-estruturas residenciais e sociais, como habitações e escolas, é um dos aspectos que mais contribuiu para a estimativa de que, nos próximos cinco anos, a taxa de crescimento das receitas provenientes das cidades inteligentes será de 13,9%. Mas não só. “Hoje, a maioria dos investimentos em smart cities estão a convergir para as smart grids, redução das emissões de carbono, banda larga pública (como Wi-Fi gratuito) e automação de edifícios”, destaca Ansgar Schlautmann, presidente global do Innovative Business Designs Competence Centre e um dos autores do estudo da Arthur D. Little.

Mais de 100 cidades, identificou a consultora, encontram-se a implementar de alguma forma o conceito “smart city”, sendo os serviços potenciados pela Big Data e os que fornecem informações ao sector privado para o desenvolvimento de serviços “abertos” os que dominam as tendências.

Cidades como Berna (Suiça), Frankfurt (Alemanha) e Atlanta (Estados Unidos), por exemplo, encontram-se numa primeira fase da curva de maturidade no âmbito das smart cities, investindo maioritariamente em marketing, no sentido de melhorar a imagem da cidade e de criar uma maior consciencialização para esta temática. Enquanto Berlim (Alemanha) e Dublin (Irlanda) já implementam projectos pilotos, ainda que não possuam programas de larga escala. Continuar a ler