Ryanair quer abertura do aeroporto do Montijo

Fonte: Diário Económico

O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary,acusou os franceses da Vinci, concessionária da ANA, de bloquearem o crescimento no aeroporto de Lisboa para que não seja atingido o limite que o Governo definiu como máximo na Portela e defendeu a abertura do aeroporto no Montijo.

(AW) Ryanair was the highest scoring of the large carriers in the TPA rankings, and seventh overall. Airline rankings reveal conflicting trends in early stages of rebound The overall outlook appears to be brightening for the airline industry, raising hopes that a new upward cycle is beginning. But look below the surface, and a much more complex—and in some cases troubling—picture emerges.

“Queremos investir em Lisboa mas estamos bloqueados pelo aeroporto”, acusou o presidente e fundador da Ryanair, em conferência de imprensa. “Se levantarmos as restrições em Lisboa vamos conseguir aumentar a quota de mercado e ser a maior companhia aérea em Portugal”, garantiu.

“Achamos que a abertura rápida do Montijo pode resolver o problema de Lisboa não estar servida com rotas suficientes”, frisou.

Questionado pelo Económico sobre a actuação da Vinci, referiu que o número de movimentos que se podem fazer na pista com os aviões podem ser elevados para 44 por hora mas que “o aeroporto não o faz. O número de movimentos está a ser artificialmente reduzido”, acusou.

“A única justificação é que não querem ultrapassar a meta de passageiros definida pelo Governo para a abertura do Montijo, que é de 22 milhões na Portela”.

O’Leary defendeu ainda que dar todas as concessões de aeroportos aos franceses “não foi uma ideia brilhante mas esperamos que no Montijo seja diferente”, ou seja, que possa ser gerido por outro privado que não a Vinci.

Questionado pelo Económico sobre a privatização da TAP O’Leary frisou que “a TAP está a viver constrangimentos na Portela”, tal como a Ryanair.

“Lisboa tem a oportunidade de crescer porque o Montijo já existe se o Governo autorizar a abertura”, admitindo contudo que algumas decisões não são tomadas por causa das eleições legislativas, marcadas para outubro.

“Queríamos voar para a Terceira [Açores] de Lisboa mas o Governo rejeitou a nossa proposta”, exemplificou.

A Ryanair anunciou também que, para o calendário de Verão de 2016 a partir de Lisboa, vai reforçar os voos para o Porto, com três novas ligações, e para Roma, com duas novas ligações.

A Ryanair passa a ter 16 rotas com 140 voos semanais que podem servir 2,5 milhões de clientes.

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