Mobilidade urbana: que planos têm as cidades?

Fonte: Smart Cities

Como é que os destinos turísticos mais importantes se estão a preparar para a nova era da mobilidade urbana? Para o demonstrar, a Skift e a MasterCard lançaram a plataforma on-line Future Cities, na qual dão conta de como as cidades estão a criar experiências personalizadas dedicadas a visitantes e residentes — quer através de infra-estruturas conectadas, quer através de tecnologias inteligentes.

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Até ao momento, Amesterdão, Singapura e Dubai são os destinos dissecados na plataforma, sendo vistos como locais que estão empenhados em construir cidades do futuro. Isto envolve, entre outros, a maneira como “estão a integrar tecnologias e a simplificar a forma como comunicam com os cidadãos em tempo real” ou como estão a “construir sistemas de transporte mais rápidos e sem condutor, acessíveis ao utilizador através do toque com um cartão ou telemóvel”.

A cidade holandesa de Amesterdão, por exemplo, desenvolveu o plano “Structural Vision Amsterdam 2040” a pensar nos cerca de 150 mil habitantes extra que se espera que venham a deslocar para a cidade entre este ano e 2040. Como parte do plano e para responder a este novo fluxo de pessoas, oAmsterdam City Council destaca a criação de novas rotas para os transportes, de mais parques públicos e ciclovias, de modo a diminuir o tráfego automóvel.

Ainda no âmbito da mobilidade, espera-se que a electricidade gerada a partir de moinhos de vento, painéis solares e biomassa seja capaz de alimentar entre 60 a 90% das deslocações de automóvel, em Amesterdão, em 2040. Até lá, também só será permitido aos barcos eléctricos e silenciosos navegar nos canais da cidade.

Singapura, por seu turno, é apontada na Future Cities como “o derradeiro hubdos transportes”. Prova disso é o aeroporto internacional da cidade, Changi, que se “transformou numa referência global em termos de design e experiência do utilizador”, sendo, frequentemente, classificado como um dos melhores aeroportos do mundo, no ranking da Skytrax, por atender às necessidades físicas e emocionais dos passageiros.

Paralelamente, o Porto de Singapura também atesta os avanços no campo da mobilidade, conectando esta cidade-Estado a mais de 600 outros portos em 123 países. No ano passado, o porto recebeu o Smart Port Hackathon, cujo vencedor desenvolveu uma app para monitorizar a circulação de navios de pequeno porte.

Enquanto “líder no design de uma smart city, não só no Médio Oriente, como globalmente”, o Dubai é campeão em termos de população residente e de número de visitantes que pernoitam na cidade, de acordo com o MasterCard Global Destination Cities Index 2015 — no qual a Future Cities se baseia.

Como resultado, a maior cidade e emirado dos Emirados Árabes Unidos está “a evoluir, rapidamente, no seus sistemas de transportes”. A Roads and Transport Authority encontra-se, por isso, a testar a utilização de autocarros eléctricos e carros que dispensam condutor. Enquanto isso, já estão a ser levados a cabo os trabalhos para estender o sistema de metro em 15 quilómetros, adicionando-se sete novas estações.

A cidade também já começou a disponibilizar Wi-Fi gratuitamente nos táxis, assim como o sistema Nol, um cartão pré-pago que já é utilizado nos sistemas de metro e autocarros.

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