Porto “abre” dados sobre bairros sociais

Fonte: Smart Cities

Número de moradores, habitações, intervenções ou valor das rendas. Estas são algumas das informações sobre os 48 bairros sociais do Porto que vão passar a estar disponíveis ao público, a partir de Outubro, no website da câmara municipal. A acção é levada a cabo com o suporte do sistema “Business Intelligence”, cujo objectivo passa por apoiar a gestão da habitação pública municipal.

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Em termos práticos, a ferramenta informática vai permite, por exemplo, obter sugestões ou reclamações submetidas pelos cidadãos, melhorando a ligação entre os munícipes e a Domus Social (Empresa de Habitação e Manutenção do Município do Porto).

“A nossa ambição é permitir que, com os recursos de que dispomos, tratar as pessoas com mais humanização e com maior defesa da sua qualidade de vida”, destacou Manuel Pizarro, vereador da Habitação e Acção Social da autarquia do Porto.

Segundo o responsável, a aplicação possibilita uma gestão “mais célere e fácil” do volume de informação “gigantesco” que existe sobre os bairros sociais da Invicta, sendo que existirão diferentes níveis de acesso a este dados, por parte dos cidadãos, investigadores e profissionais da autarquia, e salvaguardada a confidencialidade de dados pessoais. Continuar a ler

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Municípios disponíveis para cooperar em estratégia nacional para os refugiados

Fonte: Lusa

A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) mostrou-se hoje disponível para “cooperar ativamente” na construção de soluções para os refugiados, no âmbito de uma estratégia que considera ter que ser delineada a nível nacional.

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“Os municípios estão prontos a cooperar com as entidades do Estado na realização de uma estratégia que seja cuidadosamente desenvolvida e também em articulação com os outros Estados da União Europeia, em especial o espaço Schengen”, afirmou aos jornalistas o presidente da ANMP, Manuel Machado, no final da reunião do conselho diretivo, realizada em Viseu.

Manuel Machado, também presidente da Câmara de Coimbra, frisou que, antes de mais, esta é uma questão que tem de ser “tratada pelas instâncias responsáveis ao nível da União Europeia, dos responsáveis pela gestão do espaço Schengen e pelos Governos de cada Estado-Membro da União Europeia”.

“Provavelmente, vai ser necessário alargar o âmbito territorial das intervenções e incluir a Síria, a Líbia e outros territórios que estão em enormes dificuldades, estado de guerra, perseguições, conflitos gravíssimos do ponto de vista étnico, religioso, político e económico”, considerou. Continuar a ler