Luxuosa “casa de baixo impacto”

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Open House Lisboa regressa este fim-de-semana para abrir as portas de 30 espaços habitualmente fechados ao público

Para conhecer o roteiro completo da edição deste ano, consulte este PDF.

É já este fim-de-semana, 10 e 11 de Outubro, que regressa o Open House Lisboa, evento que convida a aprofundar e a mergulhar no património arquitectónico de excelência da capital.

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O roteiro desta nova edição inclui 70 espaços espalhados por sete zonas, dos quais 40 são estreias, percorrendo assim 500 anos da história de Lisboa. Dirigido ao grande público, durante dois dias vai ser possível visitar palácios, igrejas, teatros, escolas, edifícios de escritórios, infra-estruturas, locais de lazer e habitações privadas, espaços que normalmente não estão disponíveis.

Informais mas informativas, as visitas oferecem uma proximidade singular à arquitectura lisboeta, sendo comentadas pelos próprios autores dos projectos, por outros especialistas ligados à área, ou pela vasta e extraordinária equipa de voluntários.

Um dos espaços mais procurados neste Open House Lisboa é a Ponte 25 de Abril. As inscrições para a visita, limitada a 36 pessoas, abriram no dia 2 e esgotaram em 5 minutos… Continuar a ler

Portugueses são dos menos satisfeitos com espaços verdes nas cidades

Fonte: TVI

Os cidadãos portugueses são dos europeus menos satisfeitos com os espaços verdes à sua disposição nas cidades, revela um documento hoje divulgado pelo Eurostat, segundo o qual 43,6% da população portuguesa vive em grandes centros urbanos.

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Por ocasião do Dia Mundial do Habitat, que se assinala hoje, o gabinete oficial de estatísticas divulgou um estudo sobre a distribuição da população europeia por grau de urbanização, que revela que 43,6% da população portuguesa vive em áreas de grande densidade populacional (ou cidades), 26,1% em áreas de baixa densidade populacionais (ou rurais) e 30,3% em “áreas intermédias” (vilas ou subúrbios).

Os valores encontram-se em linha com a média europeia, já que 40,2% da população da UE vive em cidades, 27,8% em áreas rurais e 32,0% em áreas de média densidade populacional.

Entre os europeus que residem em grandes centros urbanos, os portugueses são dos menos satisfeitos com as áreas verdes e de recreio existentes nas cidades, pois numa escala de 0 a 10 (de nada satisfeitos a muito satisfeitos) atribuem em média “nota 6”, o quarto valor mais baixo da UE a 28, apenas à frente de Chipre (5,9), Bulgária (5,3) e Grécia (5,0). Continuar a ler

PS é a maior força política do distrito de Setúbal

A Federação Distrital de Setúbal do PS saúda os eleitores do Distrito que, acorrendo de forma significativa às urnas, demonstraram mais uma vez um elevado sentido de responsabilidade cívica.

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Conscientes da importância destas eleições legislativas para o futuro de Portugal, as estruturas e os militantes do Partido Socialista no distrito de Setúbal estiveram na primeira linha do combate, dando o melhor de si mesmos.

A comunicação social do distrito, não obstante os seus constrangimentos financeiros, esteve presente no esclarecimento das várias propostas em confronto e merece o nosso reconhecimento.

Terminadas as eleições, vamos aos factos: No distrito de Setúbal o PS vence as eleições e elegeu mais dois deputados, passando de 5 para 7 deputados, aumentando em percentagem e em número absoluto de votos (foi o partido que mais cresceu em número de votos: 30.000). Em sentido contrário, a Coligação PSD/PP perde 2 deputados, e passa de 7 para 5 deputados e perdeu 60.000 votos; a CDU mantém os 4 deputados, perdendo votos e percentagem e o BE passa de 1 para 2 deputados e aumenta significativamente o número de votos e percentagem.

A nível nacional o PS não alcançou o objetivo eleitoral a que se propôs. A análise destes resultados será feita nos órgãos próprios do PS que, entretanto, já foram convocados para o efeito. Continuar a ler

Pacto de Autarcas: o início de uma nova era

Fonte: Smart Cities

Com mais de 6000 cidades já subscritoras do Pacto de Autarcas, chegou a altura da iniciativa europeia de acção local sustentável ganhar uma nova dimensão e ‘cara’ renovada. Bruxelas prepara-se para, no dia 15 de Outubro, apresentar um “Novo Pacto de Autarcas”. Entre as novidades, destaque para a inclusão da componente de adaptação climática e para o princípio da “energia para todos”, que as cidades assinantes do novo Pacto terão que garantir.

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O Novo Pacto de Autarcas surge agora alinhado com os horizontes de política comunitária para 2030. A evolução é natural, acompanhando as metas estabelecidas pela União Europeia (UE) no que concerne à redução de emissões de CO2, incorporação de energias renováveis e aumento da eficiência energética. Já em 2008, por altura do lançamento do actual Pacto de Autarcas, os objectivos traçados para os municípios europeus estavam em linha com as metas da UE para 2020. E as intenções do Pacto eram claras: associar directamente as cidades na implementação da política comunitária para a energia e clima, através da implementação de planos de acção para a energia sustentável.

Hoje, acompanhando o que foi decidido pelas instituições europeias, o Pacto de Autarcas quer afirmar-se com maior ambição. O objectivo das cidades signatárias no Novo Pacto passa a ser o de uma redução de emissões de CO2 em, pelo menos, 40%, no seguimento de um processo de consulta alargado aos váriosstakeholders. No actual modelo, a meta consistia em ultrapassar a fasquia definida a nível comunitário para 2020: 20%.

Outra das novidades passa pela integração do Mayors Adapt no Novo Pacto de Autarcas. Recorde-se que o Mayors Adapt foi lançado em 2014, com atenções centradas na adaptação climática das cidades. A preocupação com a vulnerabilidade das cidades não foi esquecida, mas, agora, os esforços climáticos de adaptação e mitigação vão ser integrados sob uma mesma iniciativa. Continuar a ler