Rede internacional de cidades propõe limite de 30 km/h nos centros urbanos

Fonte: Lusa

A redução da velocidade dos automóveis para 30 quilómetros por hora foi a principal recomendação aprovada ontem em Torres Vedras no III Congresso das Cidades que Caminham.

cidades

“A principal proposta de trabalho é reduzir a velocidade para 30 quilómetros por hora [km/h] nas zonas residenciais para criar pontos seguros nas cidades, para que os peões e bicicletas tenham maior prioridade”, afirmou à agência Lusa Pablo Baco, coordenador da Rede Internacional das Cidades que Caminham (para já, ibérica), acrescentando que essa recomendação vai ser feita aos municípios e às administrações centrais.

O responsável explicou que, apesar de não reduzir o volume de tráfego, a diminuição da velocidade “reduz a poluição atmosférica e sonora e os acidentes rodoviários”.

Pablo Baco deu o exemplo de Pontevedra (Espanha), que recebeu hoje o Prémio Cidades que Caminham 2015, pelas suas boas práticas de devolver aos cidadãos os espaços públicos da cidade, restringindo o uso do automóvel e aumentando os acessos para os cidadãos. Devido a essa política, a cidade galega reduziu em 80% o número de acidentes rodoviários graves, envolvendo peões.

A Rede defende acessibilidade para todos na cidade, sobretudo para os portadores de incapacidades. Continuar a ler

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Humor | Política-Leaks: SMS reveladas! por falar noutra coisa

Depois do wiki-leaks e do football-leaks, eis que surge o política-leaks onde são reveladas SMS trocadas pelas principais figuras da nossa praça política. Não percamos mais tempo e vejamos as mensagens que foram interceptadas nos últimos dias.

politicoleaks

E é isto. Ficaremos à espera de mais leaks que convém dizer, para efeitos de evitar processos, que qualquer semelhança com personalidades da vida real é mera coincidência.

Municípios portugueses identificam os seus maiores riscos climáticos para o futuro e avaliam opções de adaptação

Municípios portugueses identificam os seus maiores riscos climáticos para o futuro e avaliam opções de adaptação.

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No âmbito do processo formativo com vista à criação de uma Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC), os municípios beneficiários do Projeto ClimAdaPT.Local já identificaram as suas vulnerabilidades climáticas futuras e preparam-se agora para avaliar a aplicação de várias opções de adaptação.

Após a segunda fase de workshops regionais, que decorreu entre os meses de setembro e outubro, é possível destacar, para o conjunto das 26 autarquias*, oseventos climáticos com tendência a ser mais gravosos no futuro:

Precipitação excessiva (cheias e inundações rápidas; deslizamento de vertentes e danos em infra-estruturas): estes fenómenos tenderão a ser menos frequentes, mas mais intensos nos próximos anos, de acordo com as projeções.

Temperaturas elevadas/ondas de calor: as projeções apontam para um aumento substancial da temperatura na primavera e no verão ao longo deste século, bem como ondas de calor mais frequentes e uma maior probabilidade de ocorrência de incêndios florestais, derivada da conjugação de situações de seca com temperaturas elevadas.

Secas: serão progressivamente mais frequentes e intensas até 2100.

Ondulação forte/galgamento costeiro: os cenários projetados para o ano de 2050 apontam para uma subida do nível médio do mar entre 0,17m e 0,38m, valores que evoluirão para um intervalo entre 0,26m e 0,82m até ao final do séc. XXI. Numa projeção mais extrema em termos globais, alguns estudos apontam uma subida de 1,10m em 2100. Os impactes destes fenómenos serão mais graves se conjugados com a sobrelevação do nível médio do mar associada a tempestades.

Face aos cenários de maior risco climático no futuro, os municípios estão a estudar várias opções de adaptação, cuja viabilidade será avaliada na próxima fase do projeto: Continuar a ler

Participa | A maneira fácil de participar nas consultas públicas lançadas em Portugal

Aceder ao Participa aqui.

Disponível desde julho de 2015, o Participa é o portal oficial onde são disponibilizados os processos de consulta pública a cargo do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia.

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O Participa tem por objetivo:

  • facilitar o acesso dos cidadão e interessados aos processo de consulta
  • incentivar a participação informada
  • melhorar a eficiência na gestão dos processos

No Participa encontra toda a informação relevante sobre os processos sujeitos a consulta pública do MAOTE. Pode pesquisar os processos na sua região, acompanhar processos que tenha interesse, partilhar nas redes sociais e enviar contributos de participação.