Um cartoon para uma das frases que está a agitar o mundo

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Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da Área Metropolitana de Lisboa

O Conselho Metropolitano de Lisboa aprovou, em 18 de maio de 2015 por proposta da Comissão Executiva, o Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da Área Metropolitana de Lisboa (PDCT-AML) no âmbito do Portugal 2020, para submissão da respectiva candidatura ao Programa Operacional “Estratégias Integradas de Desenvolvimento Territorial”.

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pactoaml

O PDCT- AML tem como objetivo colmatar fraquezas, ultrapassar ameaças e potenciar forças e oportunidades identificadas no diagnóstico. Os eixos e medidas foram concebidos para mobilizar os diversos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento disponíveis nas Prioridades de Investimento identificadas, numa lógica sistémica de potenciamento mútuo e tendo em vista a valorização económica e social do território metropolitano.

O PDCT- AML desenvolve-se nos seguintes eixos:

Eixo 1 – Valorização Territorial e Resiliência Comunitária
Eixo 2 – Reforço da Coesão e Inclusão Social
Eixo 3 – Promoção do Sucesso Educativo

Lisboa | 10ª expo água – o futuro do setor em contexto de mudança

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A Expo Conferência da Água afirmou-se indiscutivelmente, nos últimos nove anos, como um evento de referência, crucial na agenda do setor da água em Portugal.

logoexpoagua

Este é um espaço privilegiado de debate dos grandes temas da água e saneamento que anualmente reúne todos os seus intervenientes, comunidade profissional e académica. Tal deve-se ao facto de ter sido, desde a sua origem, desenhada com base em informação independente e pertinente, que visa um único propósito: informar o mercado, informar o setor.

É já a 10.ª edição que o jornal Água & Ambiente (publicação do Grupo About Media) organiza e que, em 2015, terá lugar nos dias 11 e 12 de novembro, no SANA Malhoa Hotel, em Lisboa, tendo como título O futuro do setor em contexto de mudança – da reestruturação à inovação.

Ao longo das últimas décadas são inegáveis os progressos do setor da água em Portugal

A comprovar, os indicadores de excelência que apontam para 95% da população servida por sistemas de abastecimento de água, 98% de água controlada e de boa qualidade, 81% da população servida por sistemas de drenagem de águas residuais e 99,5% das águas balneares costeiras e 95% das águas balneares interiores em conformidade com as diretivas europeias.

No entanto há ainda muito para fazer.

Reforma dos serviços de água e saneamento

Após terem sido definidos os grandes objetivos estratégicos para o abastecimento de água e saneamento com a publicação do PENSAAR 2020 (que foi o grande tema da anterior edição da Expo Conferência da Água), as medidas e ações para a sua concretização marcarão certamente o futuro do setor, que assiste também ao início de uma profunda reforma, aclamada e, ao mesmo tempo, contestada pelos diferentes stakeholders. Continuar a ler

Cidades sustentáveis: E se pudesse ir buscar as alfaces ao topo do seu prédio?

Fonte: ambienteonline

A colocação de estufas com culturas hidropónicas [que usam substrato em vez de solo], como a alface, por exemplo, no topo dos prédios ajuda os edifícios a manter o isolamento térmico permitindo poupanças de energia. Por outro lado, salienta o professor e investigador Paulo Ferrão, tem a vantagem de promover a produção local de alimentos na cidade com benefícios ambientais e económicos. “Pode ser um bom negócio a explorar por parte de alguns cidadãos”, sugere em declarações ao Ambiente Online.

Este é um dos cenários que está a ser ponderado no “SusCity”, um projecto que tem como objectivo conceber cidades sustentáveis. É financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia no âmbito do programa MIT Portugal e conta com a colaboração de várias universidades e instituições como o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), Adene, EDP, Nester, Câmara Municipal de Lisboa e Junta de Freguesia dos Olivais, zona da capital que está a servir de base ao estudo.

Nos Olivais e Parque das Nações, a zona onde incide o estudo, há muitos edifícios com os tectos planos, condição ideal para a implementação desta solução, realça o investigador. Com este tipo de cultura é possível produzir três vezes mais alfaces do que a necessidade de um prédio de grande dimensão. Continuar a ler