Brunch City por Andrea G. Portolés

Veja o que se come em várias cidades!

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Engenheiro da Google vive numa carrinha junto ao escritório e pouca cerca de 90% do ordenado

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Fonte: Shifter

Tem 23 anos e um emprego invejado por milhares de jovens. Brandon, natural de Massachusetts, nos Estados Unidos, mudou-se para São Francisco no último Verão para frequentar um estágio na Google. Durante esse tempo, viveu no alojamento mais barato que encontrou, com apenas dois quartos para quatro pessoas. Feitas as contas, a despesa ao final do mês rondava os 2 mil dólares, “uma quantia exorbitante”, afirma o jovem engenheiro, tendo em conta que só estava em casa para dormir.

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Depois de saber que ficaria a trabalhar a tempo inteiro, decidiu arriscar e comprar uma carrinha, por 10 mil dólares, que estacionou no parque da empresa. Apesar do investimento inicial, não há que negar que se trata de uma alternativa bastante económica pois tem um custo fixo de apenas 121 dólares por mês, correspondentes ao valor do seguro.

O espaço é pequeno e minimalista mas contém o essencial: uma cama, uma cómoda e cabides para que possa pendurar algumas peças de roupa. Água e eletricidade também não fazem falta. Brandon explica que tem umas lâmpadas de bateria que utiliza à noite e traz o telemóvel e o computador carregados do escritório. Quanto à alimentação e higiene, a Google tem a solução. O engenheiro faz as principais refeições na empresa e toma banho depois do treino no ginásio do campus.

A ideia é reduzir o tempo de chegada ao trabalho e poupar cerca de 90% do salário para pagar os empréstimos que contraiu enquanto estudante e para fazer alguns investimentos no futuro. Brandon criou, inclusive, um blogue, “From Inside the Box”, onde descreve algumas das peripécias que ocorrem na sua casa bastante peculiar. Continuar a ler

Programa de Governo do Partido Socialista para XIII legislatura

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A proposta de programa de Governo apresentada pelo PS já incorpora as medidas resultantes das negociações mantidas com os partidos à esquerda – BE, PCP e Verdes –  e vai ser votada amanhã na comissão política do Partido Socialista.

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O documento tem iniciativas divididas por oito grandes temas:

  1. Virar a página da austeridade, relançar a economia e o emprego
  2. Um novo impulso para a convergência com a Europa
  3. Um estado forte, inteligente e moderno
  4. Prioridade às pessoas
  5. Valorizar o nosso território
  6. Prioridade à inovação
  7. Mais coesão, menos desigualdades
  8. Um Portugal global

Ver documento aqui.

 

Opinião | Peritos Avaliadores de Imóveis por Maria Amélia Antunes

Maria-Amelia-AntunesAo longo de mais de 30 anos as avaliações de imóveis são realizadas ,entre outros, por técnicos de engenharia, de arquitectura, de desenho, topógrafos e geógrafos. Muitos destes técnicos sem qualificação e idoneidade para o cabal desempenho de tão exigente função. Outros ainda faziam as avaliações e entregavam para assinar a técnicos que reuniam formalmente condições para o efeito. Surgiram também empresas com o mesmo objecto. Em regra, as avaliações que produziam, destinavam-se a permitir o acesso ao crédito bancário quer para as empresas de construção civil quer aos particulares individualmente considerados. O destino era o financiamento da construção ou a compra de casa própria ou ainda para actividade comercial. Foi o tempo em que os bancos emprestavam dinheiro, concediam o crédito com base no valor mais conveniente para o banco e para o cliente, independentemente do valor real do imóvel.a garantir o empréstimo.

Não abordaremos os efeitos nefastos da acção destes “peritos avaliadores” em matérias como expropriações por utilidade pública; para efeitos tributários como no IMI; em terrenos urbanizáveis que integravam os PDM (s) entendidos por alguns abusivamente como direitos adquiridos. Detemo-nos apenas na construção civil e habitação

Os bancos financiavam o imóvel para habitação, comércio, que podia incluir também o mobiliário, o carro, viagens, tudo por conta do valor atribuído ao imóvel. Era só pedir e o avaliador não  contrariava essa corrente sob pena de ficar sem o correspondente rendimento.

Em 2004 é constituída a Associação Nacional de Avaliadores Imobiliários – ANAI

Com a crise do imobiliário que se instalou a partir de 2008, as consequências desta actuação desregulada, especulativa, promíscua, sem fiscalização eficaz e sem responsabilidade, foram as insolvências das empresas de construção e outras relacionadas, das famílias.

A entrega aos bancos de milhares de imóveis de habitação e comércio que devido à sobrevalorização inicial foi impossível de renegociar levou os proprietários a entregar o imóvel para dação em pagamento ou ao credor o recurso judicial à acção executiva para penhora e venda. Ainda hoje se sentem os efeitos dessa desregulação do mercado imobiliário, da construção, que continua a deixar rasto no sistema financeiro. Os bancos ainda se defrontam com a situação do crédito mal parado neste sector de actividade. Continuar a ler