Humor | À espera de Cavaco por Henrique Monteiro

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Adaptação climática da habitação – projeto ClimAdaPT.Local

Fonte: Smart Cities

O aquecimento global e as alterações climáticas (AC) têm um impacto direto no conforto térmico das pessoas, pois expõem as habitações a um aumento de temperatura, prevendo-se que as cidades europeias estarão expostas até ao final do séc. XXI a um aumento médio anual da temperatura entre 2°C e 4°C. Este aumento de temperatura, acompanhado de um aumento na ocorrência e intensidade de ondas de calor, tem particular importância na Europa do Sul. As suas consequências diretas fazem-se sentir na saúde das populações, com especial agravamento na população mais envelhecida isolada e/ou com fracos recursos económicos.

ClimAdaPT

Ao nível do conforto térmico na habitação, o impacto das AC é variável em função de um conjunto de fatores que incluem as características dos edifícios (tipo de construção, estado de conservação, exposição solar) e o perfil socioeconómico dos seus ocupantes. Genericamente o aumento da temperatura devido às AC apresenta dois tipos de consequências: um aumento das necessidades de arrefecimento e um decréscimo nas necessidades de aquecimento.

No caso português, a exposição do parque edificado às AC é agravada por vários fatores: 1) 70% dos edifícios são anteriores a 1990, período em que não existia em Portugal regulamentação térmica dos edifícios e 2) fraca intervenção na reabilitação do edificado, representando apenas 6,5% da atividade do setor da construção, muito aquém da média Europeia (37%).

Opções de Adaptação

Num contexto urbano importa salientar soluções como o sombreamento no exterior dos edifícios, ventilação passiva a partir da morfologia de edifícios e ruas, a utilização de pavimentos frios e de telhados verdes, bem como a reabilitação energética de grupos de edifícios. Nas opções não estruturais destacam-se os planos de contingência em situações de onda de calor para intervenção direta junto de pessoas muito vulneráveis. Nas soluções de adaptação ao nível individual da habitação, destaca-se o isolamento térmico dos edifícios (telhados, paredes e janelas), o controlo das infiltrações de ar, a ventilação natural no interior do edifício e as tecnologias de aquecimento e arrefecimento de elevada eficiência.

Avaliação da vulnerabilidade do conforto climático às AC

O CENSE da FCT/UNL desenvolveu uma metodologia de estimativa e mapeamento das vulnerabilidades climáticas para os 29 municípios envolvidos no projeto ClimaAdaPT.Local. Neste contexto, foram desenvolvidos três índices quantitativos numa escala crescente de 1 a 20: Continuar a ler

Intervenção da Deputada Ana Catarina Mendes

Intervenção no âmbito dos Projectos de Lei (BE, PS, PCP e BEV) revogação de Leis sobre IVG.

Transportes Sul do Tejo vão recorrer ao Tribunal – Discordam que Transportes Colectivos do Barreiro sirvam concelho da Moita

Fonte: Rostos

Hoje (ontem), no decorrer da reunião pública da Câmara Municipal do Barreiro, Rui Lopo, vereador responsável pela área dos Transportes Colectivos do Barreiro, referiu que os TST – Transportes Sul do Tejo – “vão por em Tribunal a prestação do serviços” dos TCB’s ao concelho da Moita.

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Rui Lopo salientou que foi realizada uma reunião entre os Transportes Colectivos do Barreiro e Transportes Sul do Tejo, com o objectivo de avaliar esta prestação de serviço.

O autarca salientou que à luz da leitura que é feita do “novo regime jurídico” este “legitima este serviço”.

Refira-se que os Transportes Colectivos do Barreiro (TCB) vão operar no Concelho da Moita, previsivelmente, a partir de dezembro.

A assinatura do Protocolo de Entendimento para a Criação de Serviço de Transportes Coletivo Complementar no Concelho da Moita foi assinado no passado 12 de outubro. Continuar a ler

SMARTRAVEL’15

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“Queremos afirmar o Smart Travel como grande evento internacional dedicado às Pequenas e Médias Cidades” Conhecida que é a tendência de concentração da população nas grandes metrópoles impõe-se procurar soluções que travem o despovoamento das Pequenas e Médias Cidades. Este é o tema central do Smart Travel 15, um congresso internacional que decorre no nordeste de Portugal nos dias 4 e 5 de dezembro.

No dia 4 realizam-se as conferências, no Teatro Municipal de Bragança, no dia 5 os participantes são convidados a sentir o território, através de experiências temáticas que vão decorrer por toda a região. “O objetivo é promover um Congresso dinâmico, inovador, até surpreendente, capaz de se afirmar no contexto global como o grande evento internacional dedicado às pequenas e médias cidades”, explica Vítor Pereira, responsável pela organização.

Que futuro queremos para as nossas cidades? Qual é o papel da Tecnologia na sociedade? Como envolver os cidadãos nas decisões governativas e criar espírito comunitário? Que ferramentas temos ao nosso dispor? Como planear estratégias que contribuam para a felicidade dos nossos cidadãos? Qual o papel das pequenas e médias cidades no mundo? Como pode o Turismo tornar-se numa ferramenta inteligente para desenvolver regiões?

Estes são alguns temas chave que fazem parte da agenda de reflexão mundial e que são, também, as respostas que o Smart Travel quer dar. Continuar a ler

António Costa em Setúbal “Não existem razões para adiar a decisão de dar posse a um governo do PS”

Fonte: Diário da Região

O secretário-geral do PS, António Costa, afirmou na noite de terça-feira que “não existem razões” para adiar a decisão de dar posse a um governo do PS, referindo que o país pode “pagar um custo pesado” por existir um clima de incerteza.

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“Já todos disseram que PS, BE, PCP e PEV asseguram a viabilização de um governo do PS com condições de governabilidade. Não existem razões para adiar mais aquilo que resulta da Constituição, que é dar posse a um governo que tem suporte maioritário na Assembleia da República”, disse, durante um plenário distrital de militantes que decorreu numa unidade hoteleira em Setúbal.

António Costa referiu que estão a aguardar que “de uma vez por todas” seja nomeado o governo que tem a maioria na Assembleia da República, defendendo que é preciso respeitar a vontade dos portugueses.

“Este não é um governo de gestão qualquer, é um governo que foi demitido pela Assembleia da República. Não respeitar a vontade da Assembleia da República é desrespeitar a vontade popular expressa no dia 04 de outubro”, salientou.

O secretário-geral do PS lembrou que o país não tem orçamento para 2016 e considerou que o “país, a economia e os mercados” não podem estar na incerteza. Continuar a ler