Partido Socialista elege Ana Catarina Mendes Secretária-Geral Adjunta

Fonte: Lusa

Ana Catarina Mendes foi eleita secretária-geral adjunta do Partido Socialista (PS) e vai coordenar a Comissão Permanente, órgão que será o ‘núcleo duro’ do executivo partidário.

anacatarinamendes

A Comissão Nacional do PS elegeu, este sábado, com 176 votos a favor, três abstenções e dois contra Ana Catarina Mendes para o cargo de secretária-geral adjunta e a constituição da nova Comissão Permanente dos socialistas.

Esta deliberação por ampla maioria, cerca de 97 por cento, foi tomada ao fim de três horas de reunião do órgão máximo dos socialistas, que também aprovou a marcação do congresso nacional do PS para 4 e 5 de junho próximos e das federações distritais deste partido para 19 de março.

Fonte da direção do PS já havia indiciado que a Comissão Permanente dos socialistas seria em princípio coordenada por Ana Catarina Mendes, informação agora formalizada, à saída da vice-presidente da bancada socialista da reunião da Comissão Nacional do PS.

“Foi a primeira vez que foi eleito um secretário-geral adjunto no PS, neste caso uma secretária-geral adjunta, o que confere naturalmente uma enorme responsabilidade”, afirmou Ana Catarina Mendes.

A deputada sublinha que a Comissão Permanente “é um órgão executivo do secretariado nacional composto por secretários nacionais que terão os seus pelouros”.

Ana Catarina Mendes refere que irá ser feito um “acompanhamento do programa de Governo do PS” e que a Comissão terá “uma forte mobilização dos seus militantes e simpatizantes, numa altura tão diferente e com tantas novidades neste país”. Continuar a ler

Anúncios

Ideias para reutilizar garrafas de plástico e contribuir para um melhor ambiente

Smart Cities | cluster para o sector das cidades inteligentes espera luz verde

Fonte: Smart Cities

Portugal poderá ter, muito em breve, um cluster para o sector das cidades inteligentes. A ser aprovada, a iniciativa irá ajudar projectos e acções nesta área a obter financiamento, revelou, esta manhã, Catarina Selada, directora da Unidade de Cidades da INTELI – Inteligência em Inovação, Centro de Inovação.

smartcity_od

Para que tal aconteça, falta, no entanto, que a decisão final da candidatura ao Portugal 2020 para o reconhecimento deste cluster, apresentada em Julho passado, seja favorável, disse a responsável, durante o evento Smart Travel’ 15, que acontece hoje em Bragança. Nesse cenário, os projectos que façam parte deste cluster serão, automaticamente, favorecidos na apreciação de candidaturas a programas de financiamento. “Há um plano estratégico e de acção, que já foi elaborado com um conjunto de projectos, que terão majoração positiva na sua apreciação, aquando da apresentação de projectos concretos aos programas de financiamento. Estando inserido no cluster, o projecto terá uma majoração positiva na avaliação”, explicou a especialista portuguesa, à margem da sua apresentação.

A divulgação dos resultados das candidaturas deveria já ter acontecido em Setembro, porém, a instabilidade política dos últimos tempos e consequente mudança de Executivo atrasaram este processo. Ainda assim, Catarina Selada espera que a decisão seja conhecida em breve, mas coloca a possibilidade de haver uma “reapreciação das candidaturas”.

Deste cluster farão parte cerca de 50 entidades, entre empresas – desde as grandes tecnológicas a start-ups empreendedoras –, centros tecnológicos, universidades, incubadoras e municípios. “Havendo uma política de clusterização nacional, [esta é uma oportunidade de] podermos ir para além dos clusters tradicionais, muito sectorizados, e abordar uma área que é necessariamente multidisciplinar e que necessita de integração: o mercado das smart cities. No fundo, este faz confluir diversos produtos e serviços na área da energia, mobilidade, ambiente, governação, etc., para um cliente final e que é, ao mesmo tempo, parceiro que é a cidade”, concluiu Catarina Selada. Continuar a ler

Mais de metade do plástico enviado para os oceanos provém de 5 países

Fonte: Green Savers

China, Indonésia, Filipinas, Tailândia e Vietname. Estes cinco países são responsáveis por mais de metade do plástico que é enviado anualmente para os oceanos do planeta, de acordo com um relatório da Ocean Conservancy e do McKinsey Center for Business and Environment.

plasticonosoceanos

O estudo afirma que uma redução de 65% da quantidade de plástico que estes países enviam para os oceanos significaria um decréscimo global de 45% de plástico nos mares globais. Isto poderia ser feito com medidas como o encerramento de pontos de vazamento dentro de o sistema de recolha, aumentar as taxas de reciclagem, utilizar várias tecnologias para tratar o lixo ou separar manualmente o plástico valioso.

Denominado “Stemming the tide: land-based strategies for a plastic-free ocean”, o relatório baseou-se numa “investigação exaustiva” que descobriu que mais de 80% do plástico que existe nos oceanos provém da terra e não de fontes ligadas às actividades pesqueiras. Destes 80%, três quartos provém de resíduos não recolhidos e outra parte das falhas dos próprios sistemas de gestão de resíduos.

Leia o relatório (tem de se registar no site da McKinsey). Continuar a ler

Governo reafirma “aposta firme” na descentralização após reunião com municípios

Fonte: Lusa

O ministro-adjunto, Eduardo Cabrita, reafirmou esta sexta-feira a “aposta firme” na descentralização como uma das prioridades da estratégia do Governo de reforma do Estado, no final de uma reunião com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

eduardocabrita2

“O Governo tem como uma das prioridades da sua estratégia de reforma do Estado uma aposta firme na descentralização. O papel dos municípios é essencial, não só para reforçar as relações de confiança entre os portugueses como para apostar no crescimento e na dinamização da economia local”, afirmou Eduardo Cabrita depois de uma reunião com a ANMP, a primeira entidade a reunir-se com o Governo após a aprovação do programa no parlamento.

De acordo com o governante, ficou estabelecido hoje “um princípio de trabalho em comum feito a dois tempos”.

“Por um lado, identificar um conjunto de questões concretas colocadas pelos municípios e que iremos abordar a partir de hoje. Por outro lado, em conjunto com os municípios, trabalhar naquilo que é o cumprimento do programa do Governo e que, nesta matéria, assenta numa profunda aposta na descentralização, na aplicação do princípio da subsidiariedade e no aprofundamento de uma dimensão territorial da estratégia de reforma do Estado”, disse Eduardo Cabrita.

O Governo irá trabalhar “com abertura”, mas “tendo consciência do quadro financeiro que condiciona as intervenções a fazer”.

O presidente da ANMP, Manuel Machado, saiu “satisfeito” da reunião. “A ANMP mantém a sua total disponibilidade para intervir construtivamente e encontrar soluções para os problemas importantes que os municípios, e também o país, enfrentam”, disse o também presidente da Câmara de Coimbra, acrescentando ter sentido da parte do Governo “disponibilidade para trabalhar os dossiers, e, tão rapidamente quanto possível, encontrar soluções pragmáticas para melhorar a vida das comunidades, do poder local e da autonomia do poder local”. Continuar a ler