Rede de Cidades e Vilas de Excelência

Mais informação aqui?

O que é?

A sua cidade e vila gostaria de ser acessível e inclusiva (?), ter mobilidade ciclável (?), ter dinâmicas económicas no centro histórico (?), ter mais e melhor turismo e desenvolvimento sustentável (?) apresentar-se a Portugal e à Europa como Cidade ou Vila de Excelência?

Só o trabalho em rede, multidisciplinar, integrador, inclusivo e sustentável torna, na atualidade, possível o desenvolvimento no quadro das diminutas possibilidades financeiras.

Reduzir o risco e maximizar a rendibilidade das intervenções tornou-se a chave para o futuro. A Europa 2020 marca um novo e decisivo quadro comunitário onde estes temas são âncora para o apoio financeiro próximo.

As cidades e vilas de excelência: 

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Trabalhar em Rede, desde já, são trunfos para o futuro próximo. Ousar pensar e fazer acontecer nas difíceis circunstâncias atuais impõe encontrar novas soluções para antigos problemas, encontrar novas plataformas colaborativas de trabalho, novos modelos de partilha de conhecimento prático e formas ágeis de atuar localmente.

EXCELÊNCIA é o mais elevado patamar de qualidade. Mas EXCELÊNCIA, mais do que um ponto de chegada, é uma atitude, um percurso, uma construção permanente.

Rede é um modo de crescer juntos, ampliar conhecimento, partilhar vontades. Trabalhar em rede proporciona definição de metas, a realização de ações e permite alcançar objetivos mais rápidos com menores custos. Rede é fazer mais com menos. Continuar a ler

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O economista discreto que bateu o pé a Sócrates e tem o futuro da TAP em cima da mesa

Fonte: Público

Pedro Marques, 39 anos, tomou posse há menos de um mês. Inaugurou um ministério inédito – Planeamento e Infra-estruturas –, e tem em mãos uma das mais complexas negociações do momento. Uma daquelas que ditam a sorte de um Governo. António Costa prometeu, na sexta-feira, que o “Estado retomará 51% do capital da TAP”. Na véspera, Pedro Marques recebeu os accionistas que controlam a maioria do capital da transportadora aérea e ouviu-os garantir que não abdicam da sua posição.

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A sua lista de tarefas não é pequena. Terá de planear o próximo ciclo de fundos comunitários, além, é claro, de executar o actual. Para se ter uma ideia, esta também é uma área vital para o Governo. Os fundos são o único instrumento de política económica ao dispor de um Governo pressionado e com um orçamento sob vigilância. Por isso, António Costa criou esta pasta e entregou-a a Pedro Marques. “É o melhor nome possível”, garante Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, que se tornou amigo do actual ministro na altura em que ambos se destacavam no Ministério do Trabalho, como secretários de Estado de Vieira da Silva.

Pedro Marques garante ao PÚBLICO que está consciente da importância da tarefa. E que planeia cumpri-la “dando o menor número de pretextos possível para que haja polémica e crispação”. Uma das suas prioridades é “executar” o máximo “com o mínimo de polémica partidária”, garante. E dá como exemplo o “plano estratégico de transportes e infra-estruturas”, que pretende aproveitar do anterior Governo, em vez de “redesenhar” um à sua medida.

Esta é a faceta “conciliatória” e “moderada” que o seu colega de Governo, Ricardo Mourinho Félix lhe reconhece, já desde os tempos de faculdade.

José Sócrates, António José Seguro e António Costa podem ter pouco em comum. Mas todos repararam no jovem economista, de olhos azuis, ar sério e gosto por fatos escuros, que domina alguns dos temas mais importantes do debate político nos últimos dez anos: Segurança social, orçamento, fundos comunitários, demografia.

Essa capacidade de dar nas vistas, sendo discreto, é responsável pelo seu percurso rápido, e pouco habitual. Ainda estudava Economia no ISEG, quando recebeu o primeiro convite de um Governo. Acabou a licenciatura, em 1998, e concluiu o mestrado em Economia Internacional quando Ricardo Mourinho Félix, seu colega de faculdade (actual secretário de Estado Adjunto, do Tesouro e das Finanças) o sugeriu a Vieira da Silva,  secretário de Estado da Segurança Social do último Governo de António Guterres. Continuar a ler