Lisboa | Projeto-farol para as Smart Cities

Sharing Cities é o nome da candidatura apresentada em maio pelas autarquias de Lisboa, Londres e Milão aos programas comunitários destinados a tornar as cidades mais inteligentes e melhorar índices de eficiência energética. Estas duas vertentes, fundamentais para uma evolução sustentada da qualidade de vida das populações, são consideradas prioritárias no espaço europeu. A candidatura foi assim incluída no conjunto de projetos-farol comunitários, com direito a uma verba de 28 milhões de euros.

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O consórcio europeu agora aprovado conseguiu angariar à sua volta uma série de parceiros, num total de 35 entidades ligadas ao meio académico e centros de investigação, operadores nas áreas dos transportes e empresas do setor privado ligadas às tecnologias de informação e comunicação, energia e ambiente (ver anexo).

Para além das três cidades que encabeçam a candidatura, estão a acompanhar o processo outros municípios interessados em implementar os sistemas que Lisboa vai experimentar. Em Portugal, são 15 as cidades envolvidas que darão a dimensão multiplicadora ao projeto, considerada essencial na decisão do júri da candidatura. Os sistemas testados serão assim depois ser espalhados por outras localidades a nível nacional.

Este projeto pioneiro vai envolver a aplicação direta em Lisboa de cerca de 7,5 milhões de euros, ao longo dos próximos quatro anos. Tudo acontecerá numa zona piloto onde serão desenvolvidos sistemas de gestão articulados que vão permitir aumentar a eficiência energética em edifícios e dotar esta área de redes de mobilidade mais adaptada aos padrões de uso diário e, ao mesmo tempo, menos poluentes. Continuar a ler

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Opinião | Presidente de todos por Fernando Medina

fernando medinaOs principais poderes do Presidente da República não estão escritos nem são formais: o poder da palavra, da influência e da mobilização do País. São esses poderes que permitem ao Presidente exercer a sua autoridade e condicionar o rumo dos acontecimentos.

Estes poderes decorrem, desde logo, de o Presidente ser eleito pelo voto de todos. Mas dependem sobretudo da capacidade de saber interpretar o sentido mais profundo da sociedade portuguesa e de se manter em sintonia com ela. Isto implica, desde logo, ser capaz de alargar a sua base eleitoral, de manter-se sempre acima desta, e afirmar-se como “Presidente de todos os portugueses”.

Foram estes os poderes que Cavaco Silva fez diminuir ou mesmo desaparecer durante uma parte importante do seu mandato. Cavaco perdeu apoio no País e reduziu assim a sua capacidade de diálogo com todas as sensibilidades políticas e sociais. A situação gerada após as últimas eleições legislativas é disto o melhor exemplo.

Esta realidade decorre de Cavaco Silva, em certa medida, nunca ter abandonado a perspetiva da governação. Mas o fundamental do alinhamento com o anterior executivo resultou da sua própria concordância ideológica com a estratégia seguida.

Ora é precisamente em torno do rumo escolhido por Cavaco Silva para a função presidencial que se fará o debate das próximas eleições presidenciais. Marcelo Rebelo de Sousa tentará mostrar que está muito para lá da sua família de origem, afastando-se o mais possível dos partidos da direita e até de Cavaco. Continuar a ler

INE | Anuário Estatístico da Área Metropolitana de Lisboa – 2014 (edição 2015)

A edição deste ano segue a estrutura temática adotada nas edições anteriores, consistindo em 26 subcapítulos agrupados em quatro grandes domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado.

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No início de cada subcapítulo, apresenta-se um quadro com um conjunto de indicadores de síntese, visando uma comparação mais imediata do posicionamento das diferentes unidades territoriais nos fenómenos retratados.

A edição de 2015 dos Anuários Estatísticos Regionais suporta-se, pela primeira vez, na nova Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos (NUTS 2013).

Os quadros de informação são apresentados em formato bilingue (português e inglês) e disponibilizam as hiperligações para os indicadores da Base de Dados on-line do Portal de Estatísticas Oficiais (www.ine.pt), com o nível de desagregação geográfica de acordo com a informação editada. Continuar a ler

Montijo transita ano sem dívidas a fornecedores

Apesar das adversidades políticas na gestão municipal, com os documentos previsionais para o ano de 2015 a serem rejeitados pela oposição CDU e PSD, obrigando a um exercício financeiro com base no orçamento transposto de 2014, o Município do Montijo conseguiu encerrar o ano de 2015 sem qualquer dívida a fornecedores e empreiteiros.

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A autarquia montijense não apresenta atrasos nos pagamentos, nem pagamentos em atraso. Aliás, ao longo do ano de 2015, o prazo médio de pagamento foi reduzido de forma significativa: no final de 2014 era de 33 dias, no quarto trimestre de 2015 este prazo tinha diminuído para os 10 dias.

Durante o exercício de 2015, o Município do Montijo pagou 24.986,261 euros, o que corresponde a uma taxa de execução orçamental da despesa de 92 por cento.

A receita líquida total atingiu os 27.260,381 euros, equivalendo a uma taxa de execução orçamental de 100 por cento. Continuar a ler