Apps para chegar mais depressa a casa (ou onde quer que seja)

Fonte: tecnologia.com.pt

Se tem um smartphone ou um tablet, são sete da tarde e quer voltar para casa o mais rapidamente possível, mas sabe que vais ficar preso no trânsito? Não se preocupe, há alternativas e estão todas no neu dispositivo móvel.

mapa

Entre o leque enorme que existe de aplicações de mapas e navegação GPS, há três que se destacam, precisamente por terem a capacidade escolher o caminho com menos trânsito para chegar mais rapidamente a casa (ou onde quer que seja). Estas aplicações são o Google Maps, o Meo Drive e o Waze.

O Google Maps, como todos já conhecemos, é a go-to app para qualquer pessoa, quer seja para ver distâncias pelo telemóvel ou tablet, para encontrar o caminho de volta ou até para chegarmos até aquele monumento que queremos ver mais ainda não encontramos! É fácil de usar e acessível, para além de que recentemente lançou a noticia de que em 2016 o modo offline será gratuito para utilizadores Android. A sua funcionalidade de navegação poderia ser melhorada em alguns aspetos, mas não deixa de ser eficaz, especialmente quando podemos afastar o mapa e ver os caminhos com cor mais avermelhada, que indicam os caminhos com mais trânsito.

Para utilizadores portugueses, o Meo Drive também é uma muito boa opção, pois não só tem uma enorme variedade de pontos de interesse marcados ao longo dos mapas como é totalmente offline, ou seja, perfeito para quem está sem Internet ou sem dados de pacote e precisa de um sistema de navegação por Portugal. Ao fazer o download da aplicação e, posteriormente dos mapas, tem-se total acesso as funcionalidades offline, contudo, se se quiser partilhar localizações ou itinerários para as redes sociais, por exemplo, a utilização da Internet já é necessária. Continuar a ler

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Opinião | O novo papel das cidades por Francisco Jaime Quesado*

FranciscoJaimeQuesadoO lançamento do projeto “Smart Cities Portugal”, envolvendo “redes integradas de cooperação territorial” (municípios, universidades, centros I&D, empresas, sociedade civil), constitui um sinal importante do que devem ser as bases de uma nova agenda para as cidades em Portugal. Em 20 anos de aplicação de fundos europeus, torna-se claro que, apesar de todas as políticas públicas e estratégias tendo em vista a modernização do território português, o país teima em não conseguir assumir uma dinâmica de “salto em frente” para o futuro tendo por base os factores dinâmicos da inovação e competitividade. Precisamos por isso de uma nova agenda, inteligente e competitiva, para as cidades em Portugal.

Numa Europa das cidades e regiões, onde a aposta na inovação e conhecimento se configura como a grande plataforma de aumento da competitividade à escala global, os números sobre a coesão territorial e social traduzem uma evolução completamente distinta do paradigma desejado. A excessiva concentração de activos empresariais e de talentos nas grandes metrópoles, como é o caso da Grande Lisboa, uma aterradora desertificação das zonas mais interiores, na maioria dos casos divergentes nos indicadores acumulados de capital social básico, suscitam muitas questões quanto à verdadeira dimensão estruturante de muitas das apostas feitas em matéria de investimentos destinados a corrigir esta “dualidade” de desenvolvimento do país ao longo dos últimos anos.

Apesar da relativa reduzida dimensão do país, não restam dúvidas de que a aposta numa política integrada e sistemática de cidades médias, tendo por base o paradigma da inovação e do conhecimento, com conciliação operativa entre a fixação de estruturas empresariais criadoras de riqueza e talentos humanos indutores de criatividade, é o único caminho possível para controlar este fenómeno da metropolização da capital que parece não ter fim. O papel das Universidades e Institutos Politécnicos que nos últimos 20 anos foram responsáveis pela animação de uma importante parte das cidades do interior, com o aumento da população permanente e a aposta em novos fatores de afirmação local está esgotado. Continuar a ler

Vila Franca de Xira | “Reabilitar, Consigo!” e “Revitalizar, Consigo!”

A reabilitação e regeneração urbana são uma prioridade na atuação da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.

Nesse sentido, a Autarquia decidiu intervir, com um plano de ação para a sua Estratégia de Regeneração Urbana, que, entre um conjunto alargado de medidas, abrange o edificado e o tecido empresarial. Para os edifícios criou o programa “Reabilitar, Consigo!”; para o setor empresarial criou o programa “Revitalizar, Consigo!”.

O objetivo do “Reabilitar, Consigo!” é reabilitar e preservar o património edificado do Concelho, criando as melhores condições de habitabilidade e sustentabilidade ambiental e energética dos edifícios, bem como uma melhor qualidade de vida em todas as suas áreas envolventes.

O “Revitalizar, Consigo!” pretende reforçar a atratividade e competitividade do tecido empresarial, a fim de incrementar a criação de emprego, alargar a indústria a setores inovadores ou complementares, revitalizar áreas devolutas e requalificar instalações industriais.

Os programas englobam um vasto conjunto de benefícios fiscais e incentivos financeiros para que particulares e empresas sejam estimulados a empreender as intervenções e obras necessárias à necessária reabilitação e revitalização, no âmbito da estratégia elaborada. Continuar a ler

PS | António Guterres deixa legado importante na defesa dos refugiados e dos Direitos Humanos

António Guterres cessou o mandato como Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados.

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O Partido Socialista entende ser da mais elementar justiça tornar público o seu profundo agradecimento pelo trabalho desenvolvido em prol dos refugiados e da defesa dos Direitos Humanos.

António Guterres tem um percurso político ímpar e tem sido ao longo da vida um exemplo de dedicação à causa pública, ao serviço das pessoas e da dignidade humana. Foi assim que desempenhou as funções de secretário-geral do Partido Socialista e de Primeiro Ministro, entre outras.

Durante o período em que exerceu as funções de Alto-Comissário para os Refugiados, entre 2005 e 2015, António Guterres enfrentou algumas das piores crises humanitárias da História recente e conseguiu, através das suas inegáveis qualidades políticas e humanas, mobilizar recursos à escala global para dar resposta a situações verdadeiramente dramáticas. Continuar a ler

Nova Iorque é a cidade mais cara do mundo para viver

Fonte: Observador

Nova Iorque é a cidade mais cara do mundo para viver, seguida no pódio por Zurique e Genebra, refere um estudo realizado pelo grupo UBS que analisa 71 cidades do mundo. Lisboa é a 48ª da lista.

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Nova Iorque lidera o ranking anual das cidades mais caras do mundo, de acordo com um estudo realizado pelo grupo financeiro suíço UBS. Das 71 cidades analisadas, em apenas duas os produtos e serviços são mais caros – Zurique e Genebra. Mas estas cidades suíças são mais baratas do que a Grande Maçã, quando se junta à fatura o valor médio do arrendamento de casas. Na lista que inclui o valor da renda, Lisboa é a 48ª cidade mais cara das 71 estudadas.

A análise foi realizada entre o fim de março e fim de abril de 2015 e inclui uma pesquisa padronizada sobre os preços de 122 produtos e serviços e os salários de 15 profissões em 71 cidades em todo o mundo. As três cidades do fim da tabela, ou seja, as mais baratas, são Sofia (capital da Bulgária), Kiev (capital da Ucrânia) e Bucareste (capital da Roménia).

Em relação aos salários, os habitantes de Zurique, Genebra e Luxemburgo são os que mais ganham (tendo como referência o valor do salário líquido). Os lisboetas têm o 42º salário mais elevado. Kiev, Nairobi e Jacarta são as três cidades onde se ganha menos.

Quer avaliar de forma mais imediata o nível de vida de cada uma destas cidades? Imagine que quer lhe apetece um Big Mac. Se vivesse e trabalhasse em Hong Kong precisava de trabalhar, em média, apenas 9 minutos para o comprar. Se vivesse no Luxemburgo e ou Tóquio precisava de 10 minutos, em Nova Iorque precisaria de 11 minutos. Continuar a ler