Humor | Mentes limitadas por Henrique Monteiro

menteslimitadas

Anúncios

Qual é a melhor start-up nacional em inovação social?

Fonte: Smart Cities

Cinco start-ups nacionais estão na corrida para representar Portugal na final da iniciativa mundial de empreendedorismo social Chivas The Venture. A candidata escolhida será conhecida na próxima quinta-feira, num evento a realizar no Estúdio Time Out, no Mercado da Ribeira, em Lisboa.

startup

Dentro de um leque de 32 candidaturas, os projectos ColarADD, MyFarm, Noocity, Eco Gumelo e Beesweet foram os seleccionados pela organização, tendo sido apontados como os mais promissores.

Mas o que é que diferencia, então, estas iniciativas? Surgindo como um apoio à população daltónica, a app ColorADD permite, com recurso a um smartphone, a identificação das cores dos objectos. Esta solução baseia-se no código universal de cores para daltónicos criado por Miguel Neiva, cuja base são as três cores primárias, representadas através de símbolos gráficos. Desta forma, e usando a câmara fotográfica incorporada no telemóvel, o utilizador recebe a informação do nome da cor e o respectivo símbolo no código ColorADD.

A MyFarm, por seu turno, evidenciou-se por trazer o famoso jogo Farmville do Facebook para o mundo real, através da interacção entre o consumidor e o agricultor. Em termos simples, o projecto possibilita a monitorização de uma horta à distância, com recurso a uma plataforma digital, permitindo, por exemplo, definir o seu tamanho, produtos e quantidades, sendo da responsabilidade do agricultor a sua produção. O escoamento de produtos de pequenos agricultores é um dos aspectos que sai beneficiado com o projecto. Continuar a ler

Opinião | As contas de 2015 da Câmara Municipal de Montijo por José Bastos

josebastosAs novas tecnologias, permitem hoje ,que a Câmara de Montijo, tenha disponíveis, já no princípio de Janeiro de 2016, números provisórios das contas de 2015.

As contas apresentam uma execução orçamental de 100% nas receitas e 92% nas despesas, um saldo positivo a transitar para 2016, sem dívidas aos fornecedores e empreiteiros e com um prazo médio de pagamento de 10 dias.

Os números agora apresentados são melhores que os de 2014 que já foram muito bons.

A Câmara de Montijo, presidida pelo engº Nuno Canta, nos dois primeiros anos de mandato e num período de crise, conseguiu um equilíbrio das contas dos melhores da região e do país.

Um dos objectivos do PS de Montijo, foi sempre de que a Câmara da nossa Terra tivesse as contas equilibradas e que o dinheiro dos nossos impostos fosse bem aplicado. É um grande orgulho para todos os socialistas de Montijo que o dinheiro dos Montijenses esteja em “boas mãos”.

Numa altura em que tanto se fala em corrupção na política é bom que o país saiba que o Montijo está a ser dirigido por homens e mulheres acima de toda a suspeita.

Pela primeira vez, na história centenária do concelho de Montijo, um orçamento da Câmara de Montijo, o de 2015, foi por duas vezes reprovado pelos votos da CDU e do PSD e a Câmara teve que governar com o orçamento do ano anterior. Felizmente que a lei permite uma situação destas, pois se não fosse assim a Câmara ficava paralisada.

As contas de 2014 e 2015 da Câmara de Montijo, mostram bem quanto injusta e perigosa foi a estratégia do PSD de Montijo nas eleições autárquicas de 2013, quando apresentou como uma grande ideia força da sua campanha eleitoral a falência da Câmara de Montijo. Em política não vale tudo, ainda por cima quando se trata do património da comunidade. Continuar a ler

Autarquias com promessa de mais competências e fundos comunitários ainda este ano

Governo espera acordo sobre novas competências das autarquias a tempo das autárquicas de 2017.

reuniãoporto

Boa parte do Governo passou o dia de segunda-feira no Porto. Entre uma conferência em Gaia, um encontro com o presidente da Câmara do Porto e uma reunião descentralizada do Conselho de Concertação Territorial (CCT), os autarcas ouviram membros do executivo, com o primeiro-ministro à cabeça, prometer o desbloqueio de fundos comunitários, um incremento do investimento em reabilitação e um esforço para alcançar, ao longo deste ano, um acordo sobre descentralização de competências.

O ministro-adjunto Eduardo Cabrita explicou, no final da primeira reunião do CCT – órgão recente, que junta o executivo e representantes das freguesias, autarquias, conselhos intermunicipais, áreas metropolitas e das regiões autónomas – que espera acertar com os vários estratos do poder local um pacote de descentralização de competências que possa ser legislado em 2017, a tempo de entrar em vigor no ciclo autárquico que se inicia no final desse ano. Entre as várias reformas previstas está também a possibilidade de eleição dos presidentes das áreas metropolitanas, que o Governo espera ser já possível nesse acto eleitoral.

No domínio das freguesias não está garantido que a reforma de Miguel Relvas seja desfeita. Eduardo Cabrita prometeu apenas que o actual quadro territorial vai ser analisado com a Associação Nacional de Freguesias, e que qualquer decisão terá também como horizonte as próximas autárquicas. Com os mandatos a meio, o Governo foi ao Porto prometer resolver uma outra questão “urgente”: a libertação de fundos comunitários já contratualizados, cujos concursos, nos domínios dos equipamentos escolares, da saúde e do património, vão ser abertos brevemente. Continuar a ler