Opinião | As contas de 2015 da Câmara Municipal de Montijo por José Bastos

josebastosAs novas tecnologias, permitem hoje ,que a Câmara de Montijo, tenha disponíveis, já no princípio de Janeiro de 2016, números provisórios das contas de 2015.

As contas apresentam uma execução orçamental de 100% nas receitas e 92% nas despesas, um saldo positivo a transitar para 2016, sem dívidas aos fornecedores e empreiteiros e com um prazo médio de pagamento de 10 dias.

Os números agora apresentados são melhores que os de 2014 que já foram muito bons.

A Câmara de Montijo, presidida pelo engº Nuno Canta, nos dois primeiros anos de mandato e num período de crise, conseguiu um equilíbrio das contas dos melhores da região e do país.

Um dos objectivos do PS de Montijo, foi sempre de que a Câmara da nossa Terra tivesse as contas equilibradas e que o dinheiro dos nossos impostos fosse bem aplicado. É um grande orgulho para todos os socialistas de Montijo que o dinheiro dos Montijenses esteja em “boas mãos”.

Numa altura em que tanto se fala em corrupção na política é bom que o país saiba que o Montijo está a ser dirigido por homens e mulheres acima de toda a suspeita.

Pela primeira vez, na história centenária do concelho de Montijo, um orçamento da Câmara de Montijo, o de 2015, foi por duas vezes reprovado pelos votos da CDU e do PSD e a Câmara teve que governar com o orçamento do ano anterior. Felizmente que a lei permite uma situação destas, pois se não fosse assim a Câmara ficava paralisada.

As contas de 2014 e 2015 da Câmara de Montijo, mostram bem quanto injusta e perigosa foi a estratégia do PSD de Montijo nas eleições autárquicas de 2013, quando apresentou como uma grande ideia força da sua campanha eleitoral a falência da Câmara de Montijo. Em política não vale tudo, ainda por cima quando se trata do património da comunidade.

Já foi aprovado pela Câmara e pela Assembleia Municipal, o orçamento da Câmara para 2016 ,com os votos favoráveis do PS, a abstenção do PSD e o voto contra da CDU, um sinal de que o PSD de Montijo percebeu que a gestão do Município é rigorosa e quando assim é não faz nenhum sentido que o orçamento não seja aprovado com a abstenção da oposição. Em 14 anos de maioria relativa na Câmara de Montijo só em 2015 é que o orçamento foi reprovado pela oposição e a Câmara teve que ser gerida pelo orçamento do ano anterior.

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