Setúbal | Orçamentos dos 13 municípios do distrito para 2016

Fonte: Diário da Região

Setúbal e Almada são os únicos municípios do distrito com valores orçamentais que ultrapassam os cem milhões de euros. Grândola e Alcochete apresentam os orçamentos mais baixos.

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Cerca de 631 milhões de euros é o total da soma dos orçamentos que os 13 municípios, que integram o distrito de Setúbal, apresentaram para 2016. Entre os documentos previsionais aprovados para este ano, nos órgãos municipais dos respectivos concelhos, Setúbal – capital do distrito – é o município que apresenta o orçamento de maior valor, com quase 117 milhões de euros, apenas mais cerca de cinco milhões relativamente a Almada, que aprovou um orçamento de 112 milhões de euros. Estes dois municípios de maioria CDU, presididos por Maria das Dores Meira e Joaquim Judas, respectivamente, são, de resto, os únicos na região com orçamentos que ultrapassam os cem milhões de euros.

A terceira câmara municipal do distrito a registar maior orçamento é a do Seixal, liderada por Joaquim Santos (CDU), com 81,5 milhões de euros, seguindo-se o município de Sesimbra, com 54,8 milhões. Cada um dos restantes nove municípios da região tem para 2016 um orçamento inferior a 45 milhões de euros. Aqueles que ficam mais perto deste montante são os municípios do Barreiro, presidido por Carlos Humberto (CDU), com 44,9 milhões, e de Palmela, liderado por Álvaro Amaro (CDU), com 42,5 milhões.

A Câmara de Santiago do Cacém, presidida por Álvaro Beijinha (CDU), vem logo a seguir na tabela dos municípios do distrito com maior valor de orçamento para este ano (30,7 milhões de euros), cotando-se assim como o município do Alentejo Litoral com maior registo orçamental. Ainda na casa dos 30 milhões, apresenta-se o município da Moita, cujo executivo é presidido por Rui Garcia (CDU).

Cinco municípios vão ter de se governar com orçamentos mais limitados: Sines, Montijo, Alcácer do Sal, Alcochete e Grândola. Os quatro primeiros apresentam valores orçamentais que variam entre os 27,8 e os 20,7 milhões de euros. A Câmara de Grândola, liderada por António Figueira Mendes (CDU), ocupa a cauda da tabela, com um orçamento de 19,3 milhões para 2016, sendo a única do distrito a apresentar um valor abaixo dos 20 milhões de euros. Sines, de Nuno Mascarenhas (PS), tem um orçamento de 27, 8 milhões, mais dois milhões de euros em relação ao Montijo – município liderado por Nuno Canta (PS), que volta este ano a ter orçamento, depois de a oposição (CDU e PSD detêm maioria, com quatro vereadores dos sete que compõem o executivo) ter chumbado os documentos previsionais para 2015 – fruto da abstenção dos social-democratas na votação para 2016.

O município de Alcácer do Sal, presidido por Vítor Proença (CDU), tem um orçamento de 23,8 milhões de euros, ao passo que Alcochete, sob a presidência de Luís Miguel Franco (CDU), apresenta um valor orçamental de 20,7 milhões, registando o segundo menor montante dos 13 concelhos do distrito.

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