Equipamentos de aquecimento: Mais renováveis e eficientes

Fonte: Smart Cities

A escolha do tipo de aquecimento a utilizar numa habitação exige uma avaliação ponderada, na qual devem pesar fatores como a orientação solar; o potencial de aproveitamento da climatização passiva; a dimensão da casa ou as divisões mais utilizadas, considerando o seu volume.

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De uma forma geral, o parque edificado português é energeticamente ineficiente (com 70% dos edifícios anteriores a 1990 e apenas 6,5% reabilitados). As condições de desconforto térmico dentro de casa levam muitas famílias a recorrer à solução mais imediata: a climatização mecânica ou artificial. Estima-se que os sistemas de climatização (de aquecimento ou arrefecimento) contribuam com cerca de 17% para o consumo energético global da uma habitação.

Dentro dos sistemas de climatização fixa há que considerar, a par das soluções tradicionais a gás (aquecimento central, p.ex.) ou a electricidade (ar condicionado), os vários sistemas que recorrem a fontes de energia renováveis, desde a solar à biomassa.

Água quente solar pode levar a poupanças de 75%

Falando de energia solar, Portugal é um país beneficiado ao atingir as 3000 horas de sol por ano em algumas regiões. Temos um dos índices mais elevados de radiação solar por unidade superfície da Europa, faltando contudo aproveitar uma grande margem do potencial deste recurso energético limpo, inesgotável e sem impactes ambientais. Continuar a ler

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Presidenciais 2016 | 6- tempo de antena de Vitorino Francisco da Rocha e Silva

PS | António de Almeida Santos 1926 – 2016

Partido Socialista | Nota de pesar pelo falecimento de António Almeida Santos

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O Partido Socialista manifesta a sua profunda consternação e choque com a notícia da morte do nosso querido camarada e presidente honorário, António de Almeida Santos. Portugal perdeu um príncipe da sua Democracia e os socialistas sofreram uma perda irreparável.

Combatente desde sempre pelos valores da Democracia, nos tempos da ditadura e depois do 25 de Abril, António de Almeida Santos granjeou a admiração e o respeito, não apenas de amigos e camaradas, mas também dos adversários políticos, devido à enorme elevação e ao humanismo sempre demonstrados no exercício dos mais variados cargos públicos que desempenhou ao longo de uma vida tão preenchida e tão ativa até ao fim.

A sua muito distinta capacidade tribunícia fez dele um terrível adversário da ditadura, também na defesa de presos políticos, designadamente em Moçambique, e depois do 25 de Abril um parlamentar incomparável, tendo-o demonstrado como deputado, presidente do Grupo Parlamentar do PS e, mais tarde, como um notável presidente da Assembleia da República, cargo que moldou como ninguém.

Foi – como jurista de exceção – o artífice de uma parte substancial da malha legislativa no dealbar da Democracia portuguesa, contribuindo decisivamente para a construção do Estado de Direito Democrático no nosso país. Na sua ação fez da capacidade de diálogo, da consensualização e da concertação política – sem abdicar da firmeza das suas ideias – uma verdadeira arte e uma das suas imagens distintivas. Continuar a ler