Setúbal | Orçamento Estado 2016 – sessão de esclarecimento, sábado, pelas 16H00, no Hotel Esperança

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Lisboa Aberta – plataforma de dados abertos da cidade

Mais informação aqui.

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A Câmara Municipal de Lisboa criou uma plataforma que centraliza e disponibiliza dados abertos sobre Lisboa, não apenas do Município, mas também de um amplo conjunto de entidades relevantes da cidade.

O Lisboa DataStore é um portal livre e gratuito de partilha de dados, onde cidadãos, empresas, investigadores e programadores podem encontrar centenas de datasets.. O contributo de todos é fundamental para que se quer cada vez mais Lisboa se afirme como uma cidade inclusiva, inteligente e inovadora.

Na nossa zona de dados e geodados terá a possibilidade de visualizar, descarregar, e pesquisar os datasets da cidade, municipais e de um conjunto de empresas e entidades que dispõem de dados sobre Lisboa, por áreas temáticas. Estes datasets estarão disponíveis em formatos abertos, e sob uma licença aberta. Terá ainda acesso a toda a documentação que lhe permitirá utilizar os datasets da melhor maneira.

Governo estuda pista no Montijo mas admite solução alternativa

Fonte: Diário Económico

A solução do ‘Portela + 1’ ainda não está definitivamente fechada no Montijo e decisão poderá passar para 2017.

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O ministro do Planeamento e das Infraestruturas reconhece que tem pouco tempo para decidir o futuro sobre a solução à crescente procura de passageiros que se tem registado no aeroporto da capital. Mas não se compromete com a solução apresentada pela concessionária ANA ao anterior Governo de Pedro Passos Coelho, destacando apenas que tudo tem de ser estudado ao pormenor nos próximos meses.

“Está a ser estudada, desde há uns meses para cá, uma solução que não passa pela construção de um novo aeroporto, mas antes pelo aproveitamento de uma pista. Neste momento, a solução que está em estudo agora é a pista no Montijo, a pista da BA6 [Base Aérea 6], como uma pista complementar àquilo que é o aeroporto aqui em Lisboa”, disse na passada quarta-feira à noite Pedro Marques numa entrevista ao programa “Negócios da Semana”, da SIC Notícias.

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas adiantou que “estamos a estudar essa solução que nos foi já apresentada pela ANA, que é agora a concessionária dos aeroportos, como a solução que a ANA favorece”.

“Estamos a estudar as condições de procura e de oferta que são propiciadas por essa solução, que é evidentemente mais eficiente do que a construção de um novo aeroporto. Se ela suportar as condições de procura necessárias, olharemos para ela com mais atenção”, acrescentou o governante. Continuar a ler

Lisboa | Rede de bicicletas partilhadas a funcionar em 2017

Fonte: DN

Rede deverá contar com 1410 bicicletas, distribuídas por 140 estações na cidade.

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Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) quer recorrer a fundos comunitários para financiar a rede de bicicletas partilhadas da cidade, que deverá estar em funcionamento na primavera de 2017, foi hoje anunciado.

“Estamos a ver se, no âmbito dos programas do Portugal 2020 e outros programas europeus, podemos candidatar [o projeto]”, disse à agência Lusa o administrador da EMEL, João Dias.

Tendo em conta que alguns programas “promovem a mobilidade sustentável (…), temos esperança que um sistema desta natureza possa ter cabimento e ser elegível”, acrescentou o responsável, indicando que a EMEL tem vários projetos financiados por fundos comunitários, como o da frota elétrica.

Em outubro passado, a EMEL lançou um concurso público para “aquisição, implementação e operação do Sistema de Bicicletas Públicas Partilhadas na cidade de Lisboa”, com um valor base de 28.904.000 euros e um prazo contratual de 108 meses (nove anos).
Porém, devido à exclusão por questões formais das 10 candidaturas apresentadas – que eram, essencialmente, de empresas estrangeiras -, a EMEL decidiu lançar um novo concurso, o que deverá acontecer “até ao final do mês”, estimou João Dias.

Dos critérios de adjudicação fazem parte a “proposta economicamente mais vantajosa” (que vale 50% no coeficiente de ponderação), a experiência de utilização da bicicleta (30%), as componentes funcionais (10%) e a imagem (10%).

Em causa está uma rede de 1.410 bicicletas distribuídas por 140 estações: 92 no planalto central da cidade, 27 na baixa e frente ribeirinha, 15 no Parque das Nações e seis no eixo central (que abrange as avenidas Fontes Pereira de Melo e da Liberdade). Continuar a ler