3ª edição do Bloom Consulting Portugal City Brand Ranking – Qual o melhor concelho da Área Metropolitana de Lisboa para se viver?

A 3ª edição do Bloom Consulting Portugal City Brand Ranking avalia a performance e atractividade da marca dos 308 municípios portugueses em três categorias: Turismo (Visitar), Negócios (Investir) e Talento (Viver).

Tal como no ano anterior, Lisboa lidera em 2016 os rankings, nacionais e parciais, em todas as categorias analisadas.

Relativamente à Área Metropolitana de Lisboa, Lisboa volta a manter a liderança em todas as três categorias analisadas neste Ranking, alcançando o primeiro lugar em um terço das variáveis analisadas a nível nacional, com especial foco para a liderança conseguida no Digital Demand © em todas as categorias, Negócios, Visitar e Viver. Os municípios de Cascais e Sintra completam o restante pódio, com Cascais a melhorar o seu desempenho, subindo algumas posições, nas categorias de Negócios e Viver.

bloomconsultingrankingregionallisboa

Este Ranking regional não sofre muitas alterações verificando-se a manutenção das posições de Setúbal, Almada e Mafra logo atrás de Oeiras que ocupa a 4ª posição. É de salientar ainda o bom desempenho de Setúbal e Sesimbra, municípios vizinhos, como 4º e 5º classificado, respetivamente, no que toca à categoria Visitar.

A Região de Lisboa continua a melhorar os seus desempenhos a nível global, tendo visto subir sete municípios no Ranking Nacional, encontrando-se agora dezassete dos seus dezoito municípios nos primeiros 100 classificados. Neste ponto destaque para o município de Barreiro que sobe vinte e oito posições e para o município da Moita, que apesar de ser o único a não figurar nos 100 primeiros classificados, obteve uma subida de trinta e uma posições.

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estudocompleto2016bloomconsultingportugal

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Jornal Semmais | edição 16 de abril

Área Metropolitana de Lisboa | Ação de formação: Código do Procedimento Administrativo (Decreto Lei n.º 4/2015 de 07 de janeiro)

Ao abrigo da alínea z), do n.º 1 do artigo 76º da lei 75/2013, de 12 de setembro, compete à AML desenvolver projetos de formação para os recursos humanos dos municípios desta região.

codigodoprocedimentoadministrativo

A Formação Profissional Municipal e Intermunicipal da AML (FPMI-AML) visa o desenvolvimento de competências, da inovação e do conhecimento na Região através do investimento na capacitação dos trabalhadores dos municípios da AML. Este investimento é feito através da promoção e desenvolvimento de um plano de formação em áreas temáticas de acuidade e atuais. O espaço formativo da AML visa a aprendizagem, procurando um contínuo de desenvolvimento das capacidades e competências dos trabalhadores.

Ação de formação: Código do Procedimento Administrativo (Decreto Lei n.º 4/2015 de 07 de janeiro)

  1. Objetivo:

Identificar quais os modos do exercício do poder administrativo, as suas regras e princípios gerais

  1. Conteúdos Programáticos (*):

1-Disposições gerais e preliminares
1.1-Principios gerais da actividade administrativa, reformulação de princípios vigentes e a previsão expressa de novos princípios.

2-Natureza e regime dos órgãos administrativos e principais regras de funcionamento.

2.2-Regras sobre competência e delegação de poderes. Conflitos de atribuições e de competências.

3-O regime comum do procedimento administrativo. Disposições gerais

3.1-Principais aspectos da relação jurídica procedimental.
3.1.1-Capacidade e Legitimidade procedimentais.
3.1.1.1- Garantias de imparcialidade. Impedimentos, escusa e suspeição. Continuar a ler

Lisboa apresenta Orçamento Participativo 2016

Participe, faça acontecer!

Informações:

http://www.lisboaparticipa.pt

http://www.facebook.com/lisboaparticipa

op@cm-lisboa.pt

Já arrancou a nona edição do Orçamento Participativo de Lisboa, apresentado por Fernando Medina em 18 de abril nos Paços do Concelho.

fernandomedina

Foi numa sala repleta, onde não faltaram vereadores, presidentes de juntas de freguesia, associações, coletividades e outras entidades que o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e o Vereador dos Sistemas de Informação, Desporto e Relação com o Munícipe, Jorge Máximo, apresentaram em 18 de abril a nona edição do Orçamento Participativo.

Fernando Medina destacou o êxito desta iniciativa para a cidade salientando que “Lisboa foi a primeira capital a ter um orçamento participativo e já é um elemento de sucesso na governação da cidade. É uma forma de dar poder às comunidades para desenvolverem os seus próprios projetos, é a capacidade de mobilizar as energias das pessoas: estudantes, grupos de amigos, coletividades, freguesias, é dar a voz a todos na cidade. Ao longo destes anos o OP foi uma importante ferramenta que nos apontou o futuro para a cidade de Lisboa”, concluiu.

Também Jorge Máximo considerou o OP como uma das mais notáveis bandeiras participativas na cidade de Lisboa” e apresentou quatro importantes novidades para esta nona edição:” Vai ter uma componente de interação disponível no telemóvel, as 24 juntas de freguesia vão ser interlocutores este ano, a transparência na votação, e a equidade, uma maior distribuição territorial pelas cinco Unidades Territoriais de Lisboa (UIT): Centro Histórico, Zona Centro, Zona Oriental, Zona Ocidental e Zona Norte.

Propostas até 12 de junho

Este ano o OP terá um orçamento de 2,5 milhões de euros para concretização dos projetos eleitos. Decorre de 18 de abril a 20 de novembro de 2016, sendo que a fase de apresentação de propostas estará aberta até dia 12 de junho.

Após esta fase dá-se início à análise técnica das propostas e apresentação da lista provisória de projetos para depois culminar o processo com a fase de votação.

As propostas poderão ser entregues online, nas sessões participativas (agenda disponível no site), no atendimento presencial, na rua de S. Julião nº 149 (Baixa de Lisboa, junto à rua do Ouro), todas as quartas e sextas-feiras entre as 12h30 e as 15horas e em todos os balcões de atendimento da CML.

Desde 2008 que o Município de Lisboa fomenta a participação dos cidadãos com o objetivo de se pronunciarem sobre a cidade, nas suas várias áreas: ação social, cultura, urbanismo e reabilitação urbana, espaço público e espaço verde, mobilidade e infraestruturas, entre outras.

Desde o seu início já foram eleitos 88 projetos para a cidade, dos quais se destacam: o Centro de Inovação da Mouraria, a Casa dos Animais de Lisboa, o Rocódromo Municipal Indoor (modalidade de escalada), o Circuito Lisboa a Mexer (4 provas de corridas e caminhadas na cidade), a reabilitação da Igreja de S. Cristóvão, a incubadora de empresas Start Up Lisboa e muitos outros.