Montijo | Festa S. Pedro 2016 de 28 de junho a 3 de julho

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Sabe onde estão as maiores cidades do mundo?

Fonte: TVI24

80% estão na Ásia, América Latina ou África. Conheça as principais megacidades do planeta.

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A Organização das Nações Unidas (ONU) identificou 29 megacidades em 2015 – áreas urbanas com uma população acima dos dez milhões de habitantes -, mais 11 do que em 1995, de acordo com o mais recente relatório World Cities Report 2016. A esmagadora maioria, cerca de 80%, encontra-se nos denominados países em desenvolvimento, repartidos pelo continente asiático, sul-americano e africano.

Tokyo, capital do Japão, lidera as hostes, com uns impressionantes 38 milhões de habitantes. Logo a seguir vem Deli, na Índia, com quase 26 milhões de pessoas. E a fechar o pódio está Xangai, no leste da China, com 24 milhões.

A China e a Índia são, aliás, os países mais representados neste índice da ONU, com seis e três megacidades, respetivamente. Em território chinês, juntam-se Pequim, Chongqing, Cantão e Tianjin. Em solo indiano, há ainda Bombaim e Calcutá.  Continuar a ler

FixCascais: a app para relatar problemas no concelho

Boa ideia!

Quantas vezes já se deparou com problemas em espaços públicos? Provavelmente, muitas. Desde um buraco na estrada até ao mau estado de um jardim, tudo pode ser reportado na FixCascais, uma app disponível para iOS e Android – há também uma versão Web em http://fixcascais.cm-cascais.pt.

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A utilização é simples, bastanto ao utilizador preencher alguns campos. Graças aos Google, os dados são georreferenciados. O registo permitirá verificar como o seu relato será seguido pelos serviços da câmara.

A app inclui alertas sobre das intervenções que estão a ser realizadas, com indicação geográfica, bem como a listagem dos eventos culturais e desportivos sugeridos pela Câmara Municipal de Cascais.

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ZOOM Smart Cities | marcar a diferença nas cidades inteligentes

Fonte: Smart Cities

“Fazer coisas novas para conseguir mudar o mundo”. O desafio, deixado pelo pensador holandês Rob Adams, reflecte aquilo que foi o ZOOM Smart Cities. Nos dias 18 e 19 de Maio, a conferência internacional colocou Portugal a pensar em como inovar e fazer das cidades melhores sítios para viver. Nas palavras do fundador da Six Fingers, a resposta pode estar em “ousar fazer diferente” – essa foi, pelo menos, a intenção deste encontro internacional, que se afirma como “o evento para as cidades inteligentes em Portugal”.

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Nos dois dias, mais de 450 pessoas estiveram na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa para assistir ao ZOOM SC, um número que superou as expectativas da organização e que eleva a fasquia para a edição do próximo ano. Entre especialistas, pensadores, criativos e dirigentes políticos internacionais e nacionais, o painel de oradores era, desde o início, promissor e soube responder às expectativas de quem se inscreveu no evento.

A socióloga urbana Saskia Sassen foi o nome forte do primeiro dia. “Devemos abordar as smart cities pela perspectiva da cidade e isso estraga logo tudo, porque as cidades são muita coisa”, começou por alertar. “A cidade é um sistema complexo mas incompleto”, continuou, convidando a audiência a pensar que factores permitem às cidades terem vidas longas.

“Se uma cidade inteligente não mobiliza a inteligência dos seus cidadãos, então, não é muito inteligente, é apenas a implementação de sistemas técnicos”, explicou Sassen à Smart Cities. “Quando introduzimos as pessoas, tudo se complica, pois estas não têm só um formato, não podemos controlar as suas opiniões, os seus desejos ou as suas preocupações. Isso eleva o nível de complexidade, pelo que digo que ser smart significa ser capaz de lidar com um cenário muito mais complexo do que aquele que ocorre num laboratório no desenvolvimento de uma tecnologia”, concluiu. Continuar a ler

Tabus por Predrag Srbljanin

O mundo está cheio de tabus. Esta banda desenhada foi encomendada pelo índice de revista Censura e publicado num especial sobre tabus.

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Opinião | Reconhecimento e Solidariedade a António Costa por Eurídice Pereira

euridice-pereira A esmagadora maioria do povo português votou nas últimas eleições contra a política neoliberal do governo PSD/CDS, que desarmou o país e colocou os cidadãos à mercê da sua própria sorte.

O nosso Secretário-geral, António Costa, que agora se recandidata, teve a coragem de concretizar politicamente a consciência dessa mudança, como é próprio dos políticos de eleição, que deixam marca. Por isso, na próxima sexta feira é meu entendimento que deve ver  reforçado o apoio interno através do voto nas  listas de candidatos a  delegados ao Congresso Nacional, que por todo o país se designam por Lista A, e que se apresentam a defender a Moção de que é primeiro subscritor.

Sejamos claros, o atual Governo é um Governo do PS, fiel ao seu programa. O PCP, o BE e os Verdes renderam-se à evidência da mudança operada no mundo e o apoio que dão agora ao Governo é o reconhecimento na prática de uma autocrítica de quem antes confundia o PS com a direita.

Mais vale tarde do que nunca.

Num período tão complexo da vida do mundo, com indicadores para 2016 que, neste momento, estão aquém das previsões – desde os EUA, passando pelo Japão, China, UE, Rússia, América Latina, Médio Oriente e tantos mais – é fundamental que tenhamos a consciência que um país tão dependente como Portugal esteja muito condicionado nas opções políticas que tem de tomar. O caminho não é fácil. A direita vai tentar explorar esses indicadores que, naturalmente, também afetam as nossas previsões.

Mas a garantia das reposições dos salários e pensões cortadas, bem como a salvaguarda de direitos sociais tão dramaticamente afetados pelo Governo anterior têm, pela primeira vez, correspondência às promessas feitas. Continuar a ler

Governo quer Áreas Metropolitanas a gerir transportes, águas e resíduos

Fonte: Lusa

O Governo propôs que as Áreas Metropolitanas fiquem com a gestão dos transportes, das águas, dos resíduos e de programas de apoio ao desenvolvimento regional, de acordo com um documento divulgado hoje no Conselho Metropolitano de Lisboa.

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Os autarcas que representam os 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML) ficaram de analisar as sugestões e de apresentar contributos, reunindo-se num Conselho Metropolitano extraordinário a 30 de junho, data limite para emitirem um parecer final acerca da proposta.

Segundo o documento, as AM de Lisboa e do Porto terão competências de gestão e coordenação de redes de âmbito metropolitano nas áreas dos transportes públicos, de águas e de resíduos, de energia, de promoção económica e turística, de equipamentos públicos e de programas de incentivo ao desenvolvimento regional.

No caso dos transportes, as AM deverão desempenhar “as funções de autoridade de transporte quanto aos serviços públicos de transporte de passageiros intermunicipais” na respetiva área geográfica e definir a estratégia de mobilidade, nomeadamente com “o planeamento, a organização, a operação, a atribuição, a fiscalização, o investimento, o financiamento” do serviço público de transporte de passageiros. Continuar a ler

Relatório do Estado do Ambiente 2015 (REA 2015)

O Relatório do Estado do Ambiente 2015 (REA 2015) constitui a mais recente avaliação do estado do ambiente em Portugal e está disponível online, para consulta ou download.

Publicado anualmente pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), com a colaboração de cerca de 20 outros organismos da administração pública, o Relatório do Estado do Ambiente é elaborado desde 1987 e tem como propósito avaliar o estado do ambiente em Portugal, reconhecendo os principais progressos e constrangimentos nesta área, e identificando a posição do País face aos objetivos e metas assumidos. Continuar a ler

AML | Processo de descentralização administrativa das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto

O Conselho Metropolitano de Lisboa reunido em 19 de maio de 2016 apreciou o processo de descentralização politico-administrativa nas Áreas Metropolitanas.

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Face à proposta programática do governo, no âmbito da descentralização administrativa que pretende criar um novo quadro de atribuições e competências para as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, que passará pela eleição por sufrágio universal e direta das assembleias metropolitanas e dos presidentes dos órgãos executivos das áreas metropolitanas já em 2017 (próximas eleições autárquicas), o Conselho Metropolitano de Lisboa considerou elaborar e vir a apresentar um documento com o resultado de uma análise e proposta consensual entre os representantes dos 18 municípios que compõem a AML.

Dada a grande complexidade técnica e sensibilidade política do tema, o Conselho Metropolitano, que na generalidade e desde já se manifestou tendencialmente favorável ao processo na sua generalidade, decidiu criar um grupo de trabalho constituído por elementos do conselho metropolitano e da comissão executiva. Continuar a ler

Opinião | 20 de maio – dia do poder local por Maria Amélia Antunes

Maria-Amelia-AntunesComemora-se no dia 20 de maio, o dia do Poder Local. Este dia está associado á constituição da Associação Nacional de Municípios Portugueses – ANMP, que comemora este ano, os seus 32 anos de existência.

A ANMP tem ao longo dos anos pugnado por melhores condições para o Poder Local Democrático, constituindo-se uma verdadeira força para o desenvolvimento de Portugal. De facto, a obra realizada pelos Eleitos Locais é reconhecida pelas transformações económicas e sociais operadas em todos os territórios, contribuindo decisivamente para a melhoria das condições de vida dos portugueses que representam.

Em todos os momentos, mesmo naqueles de dificuldades acrescidas, os autarcas souberam unir-se na defesa intransigente do poder Local Democrático, pela sua autonomia, pela descentralização, valores e princípios consagrados na CRP, sempre com os “olhos postos” no desenvolvimento do país na coesão social e territorial.

As autarquias locais, municípios e freguesias, os seus autarcas, têm motivos para se orgulharem da obra feita. Mas hoje mais do que nunca, a descentralização administrativa de competências como uma verdadeira reforma do Estado, na qual o atual Governo e o Primeiro-ministro, António Costa estão verdadeiramente comprometidos, quer com as transferências de competências para os municípios e freguesias, quer com a eleição direta para as Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, comportam um desígnio nacional, aproximar os eleitos dos eleitores. Esta é a melhor forma de comemorar os 40 anos do Poder Local. Continuar a ler

Plano de Mobilidade e Transportes do Concelho de Vila Franca de Xira

Mais informação aqui.

O Plano de Mobilidade e Transportes de Vila Franca de Xira (PMT VFX) é o instrumento que estabelecerá a estratégia global de intervenção em matéria de organização das acessibilidades e gestão da mobilidade para o concelho, definindo um conjunto de ações e medidas que contribuirão para a implementação e promoção de um modelo de mobilidade mais sustentável, compatível com o desenvolvimento económico, e indutor de uma maior coesão social.

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O Plano é cofinanciado pelo Fundo de Eficiência Energética (FEE), instrumento financeiro criado através do Decreto-Lei n.º 50/2010, de 20 de Maio, que tem como objetivos financiar os programas e medidas previstas no Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE), incentivar a eficiência energética por parte dos cidadãos e das empresas, apoiar projetos de eficiência energética e promover a alteração de comportamentos, neste domínio.

A elaboração do PMT VFX compreende as seguintes fases:

Fase I – Caracterização e Diagnóstico

Esta fase consiste na recolha e análise de informação de base necessária à caracterização da situação de referência e à identificação das disfunções em matéria de deslocações, das tendências pesadas de evolução, bem como das potencialidades e oportunidades do território.

Com a elaboração desta fase será possível a identificação prévia dos principais desafios e das intervenções prioritárias a desenvolver.

Fase II – Estratégia e Proposta de Plano Continuar a ler

Lisboa OP 2016 – Apresentação de propostas até dia 12 de junho

Encontra-se a decorrer até dia 12 de junho a fase de apresentação de propostas para edição 2016 do Orçamento Participativo.

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As propostas podem ser entregues até ao dia 12 de junho, online em www.lisboaparticipa.pt, nas sessões participativas, em todos os balcões de atendimento da CML ou presencialmente, na Rua de S. Julião nº 149 (Baixa de Lisboa, junto à R. do Ouro), todas as quartas e sextas-feiras entre as 12h30 e as 15h00.

O Governo português está a preparar financiamento para desenvolver living labs nas cidades portuguesas

Fonte: Smart Cities

O Governo português está a preparar financiamento para desenvolver living labs nas cidades portuguesas, avançou esta manhã José Mendes, secretário de Estado Adjunto e do Ambiente. Mobilidade, eficiência energética, iluminação pública, monitorização, smart metering, vigilância, utilities ou gestão de resíduos são algumas das áreas que serão incluídas neste pacote de apoio aos municípios.

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“As cidades interessadas serão convidadas a colaborar com parceiros científicos no desenho de um conceito hipocarbónico, incluindo experiências para a apropriação de tecnologias de baixo carbono”, explicou o responsável. O financiamento vai ser feito através de uma call, cujo envelope financeiro total poderá ir até aos 20 milhões de euros. Apesar de não haver ainda data oficial para a abertura da call, o secretário de Estado revelou à Smart Cities que tal deverá acontecer até ao final do ano. O governante falava no âmbito da conferencia internacional ZOOM Smart Cities, que decorre desde ontem na Universidade Nova de Lisboa.

O financiamento dos living labs está englobado numa estratégia global do Executivo para a descarbonização das cidades portuguesas. “As cidades vão desempenhar um papel importante no grande desafio da descarbonização durante a próxima década”, afirmou José Mendes, “no mundo contemporâneo, descarbonizar a economia como um todo implica descarbonizar as cidades, e isso implica descarbonizar os seus sistemas e as relações complexas entre eles”. Continuar a ler

Programa Simplex + 2016 | 16 medidas ainda + simples num simplex com 255 ações para simplificar

Fonte: Governo

O Simplex 2016 contém 255 medidas de simplificação administrativa e legislativa e de modernização dos serviços públicos. Estas medidas foram construídas através das contribuições dos cidadãos e dos serviços, ao longo do primeiro semestre do Governo. Serão agora aplicadas durante os 12 meses que terminam em Maio de 2017.

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A construção do Simplex + foi também uma oportunidade para estimular a inovação, motivando empreendedores e criativos a pensar sobre o setor público através do lançamento, pela primeira vez, do Startup Simplex. As três iniciativas vencedoras deste concurso foram integradas no Simplex 2016.

Entre as 255 medidas do Simplex 2016, há 16 medidas emblemáticas: Continuar a ler

“Uma cidade que não ouve os habitantes não pode ser inteligente”

Fonte: Lusa

“Uma cidade que não ouve os habitantes não pode ser inteligente”, considera Saskia Beer, arquiteta e empresária em transformação urbana e que estará na conferência Zoom Smart Cities em Lisboa.

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As “cidades inteligentes” devem preocupar-se com a felicidade dos cidadãos, para além do desenvolvimento tecnológico, envolvendo-os nos processos de tomada de decisão sobre o território, defenderam especialistas internacionais que participarão na conferência Zoom Smart Cities em Lisboa.

“Uma cidade que não ouve os habitantes não pode ser inteligente”, afirmou à agência Lusa Saskia Beer, arquiteta e empresária em transformação urbana, com sede em Amesterdão, frisando que os cidadãos têm o direito de contribuir com ideias e soluções para o bairro onde vivem.

Para Saskia Beer, uma ‘smart city’ ajuda a estimular as pessoas, as empresas e as instituições a trabalharem em conjunto para desenvolverem projetos que beneficiem a cidade, participando de forma ativa na toma de decisões sobre o território, ou seja, “os cidadãos são coprodutores e não meros consumidores”.

A arquiteta considerou ainda que uma cidade inteligente “é uma cidade feliz”, em que os habitantes têm liberdade e privacidade para a viverem como querem. Continuar a ler

Montijo | Concurso de Arte Urbana

Até 1 de Junho estão abertas as inscrições para o Concurso de Arte Urbana Cidade do Montijo que visa seleccionar um artista para execução de um mural, relacionado com o slogan ‘Montijo, Capital da Flor’, num edifício da Praça Gomes Freire de Andrade.

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O concurso não tem limite de idade. Podem participar todas as pessoas, individualmente ou em grupo, nacionais ou estrangeiras. As propostas devem espelhar uma visão pessoal e artística relacionada com a importância da flor aliada a uma identidade inovadora, urbana e atraente do centro histórico da cidade do Montijo.

Ao vencedor escolhido pelo júri do concurso, composto por um representante da Câmara Municipal do Montijo, um representante da Galeria de Arte Urbana (GAU) e um elemento pertencente à comunidade de arte urbana nacional será atribuído o valor de 1.700 euros para execução da obra. Continuar a ler