Arte Urbana encanta Montijo

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AML | Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável da Área Metropolitana de Lisboa

* A elaboração do “Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável da Área Metropolitana de Lisboa”, doravante designado por PAMUS-AML, resulta da obrigatoriedade emanada do Acordo de Parceria entre a Comissão Europeia (CE) e o Governo Português e dos Programas Operacionais para a elaboração de planos desta natureza.

Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável da Área Metropolitana de Lisboa

(volume I – relatório)

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Como refere o aviso de abertura para a apresentação de candidaturas para a elaboração destes planos, os PAMUS visam enquadrar o “apoio financeiro que os Municípios pretendem candidatar ao respetivo apoio operacional para a concretização das tipologias de ações no âmbito da prioridade de investimento” 4.5 – “Promoção de estratégias de baixo teor de carbono para todos os tipos de territórios, nomeadamente as zonas urbanas multimodais sustentáveis e medidas de adaptação relevantes para a atenuar”.

Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável da Área Metropolitana de Lisboa

(volume II – anexos)

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Note-se que os Municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML) apresentaram em setembro de 2015 candidaturas no âmbito do Portugal 2020 para a elaboração de Planos Estratégicos de Desenvolvimento Urbano (PEDU), nos quais candidataram projetos na prioridade 4.5, que deverão ser devidamente enquadrados na estratégia do PAMUS-AML.

A elaboração do PAMUS-AML resulta assim da necessidade de elaborar uma estratégia de intervenção coerente à escala metropolitana para o período de vigência do próximo Quadro Comunitário de Apoio, enquadrando os projetos dos dezoito municípios no domínio da mobilidade urbana sustentável e já candidatados nos PEDU. Deverá também definir uma estratégia de intervenção que abrange outros projetos de caráter metropolitano e municipal, que embora não integrados nos PEDU, pela sua relevância para a promoção de padrões de mobilidade mais sustentáveis se considera que deverão integrar a estratégia metropolitana refletida no PAMUS. Continuar a ler

CycleHack Lisboa chega esta semana a Lisboa

CycleHack

A ideia é juntar no mesmo espaço um grupo de pessoas para que discutam soluções para as barreiras que as impedem ou inibem de usar a bicicleta. Através de uma série de actividades ao longo de 48 horas, o CycleHack junta um conjunto de pessoas com diferentes competências e experiências para olhar para o uso da bicicleta de uma nova forma.

Segundo Ana Pereira, da equipa organizadora do evento em Lisboa, “o CycleHack tem mostrado como o design molda a forma como as pessoas experienciam o sítio onde vivem, como pode criar novas comunidades que podem colaborar, e como pode empoderá-las para tornarem a sua cidade um sítio melhor.”

Um ‘cyclehack’ é uma ideia que pode ser prototipada e testada na cidade e que tenta resolver uma barreira ao uso da bicicleta. Continuar a ler

Cidades no centro da estratégia ambiental

Fonte: Smartcities

Descarbonizar a sociedade, desenvolver a economia circular e valorizar o território. Estes objectivos compõem a agenda do Governo português para o Ambiente, que recebeu ontem luz verde em Conselho de Ministros e que tem nas cidades o palco principal. A meta está traçada: conseguir a independência de combustíveis fósseis até 2050.

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A estratégia da pasta liderada por João Matos Fernandes é orientada para fazer face a sete desafios, que vão desde a reabilitação do edificado, à mobilidade sustentável, à adaptação às alterações climáticas ou à qualidade da prestação de serviços ambientais, e inclui a criação de um Fundo Ambiental. Este surge por agregação dos fundos existentes, possibilitando, assim, uma gestão mais flexível, esperando-se que obtenha receitas na ordem dos 160 milhões de euros por ano, que serão, depois, aplicadas em novos investimentos, adianta o Governo. Prevista está também a criação de living labs, centrados no combate às alterações climáticas, e que se incluem na promoção de uma “cultura ambiental, debatida e participada”, com uma presença mais abrangente e integrada na estrututura da sociedade.

Redução de emissões

Não é possível descarbonizar sem reduzir as emissões de CO2, pelo que este é o primeiro desafio apontado ao ministério do Ambiente. A preocupação incide nos sectores que produzem emissões difusas, nomeadamente os dos transportes, edifícios e actividade agroflorestal. Para cumprir as metas, o Governo conta com a aprovação da Estratégia Nacional para o Ar 2020 (ENAR 2020), que visa melhorar a qualidade do ar para a protecção da saúde humana, da qualidade de vida dos cidadãos e da preservação dos ecossistemas, com um foco natural das cidades, e a criação do Sistema Nacional de Políticas e Medidas (SPeM), previsto no Quadro Estratégico para a Política Climática, que permitirá o acompanhamento e avaliação das políticas de mitigação sectoriais. Ainda este ano, em Setembro, espera-se que Portugal ratifique o acordo de Paris, o que “colocará Portugal na linha da frente na União Europeia”, refere o comunicado do ministério do Ambiente.

Economia circular

A par da descarbonização, outro dos vértices desta visão do Governo é a estruturação de uma economia circular, que englobe toda a cadeia de produção e, consequentemente, “estimule dinâmicas empresariais e a criação de emprego no curto prazo”. A redução do uso das matérias-primas em sectores como a metalomecânica e a cerâmica é um dos passos previstos, mas espera-se também que a adopção de uma estratégia para as compras públicas que valorize a especificação de produtos com melhor desempenho ambiental contribua neste sentido. Continuar a ler

Pagar com cartão: porque é que já não é só verde-código-verde?

Fonte: Diário Económico

Novo passo nos pagamentos com cartão gerou desconfiança entre consumidores e comerciantes, forçando a SIBS, que gere a rede multibanco, a emitir um esclarecimento sobre o assunto.

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A SIBS, entidade que gere os pagamentos multibanco em Portugal, esclareceu hoje ter sido feita uma alteração que possibilita escolher a marca com que se faz determinado pagamento num terminal, não tendo implicações para o cliente.

Esta alteração decorre, segundo informou a SIBS em comunicado, de um regulamento europeu de taxas de intercâmbio de cartões.

“Sempre que um cartão de pagamento disponibiliza várias marcas de pagamento, como acontece com uma parte significativa dos cartões emitidos em Portugal (os quais integram simultaneamente a marca Multibanco e uma outra marca internacional), o seu titular passa a ter a possibilidade de escolher, no próprio terminal, a marca que pretende utilizar para efetuar aquele pagamento específico”, explicou.

Assim, o pagamento a crédito só será efetuado caso o cliente utilize um cartão com esta modalidade para efetuar a operação. Continuar a ler

Anim’art Montijo 2016

Uma das noites mais aguardadas do ano está a chegar. O Anim’art Montijo – com todos os sentidos! é já no próximo sábado, 25 de junho, e promete voltar a surpreender!

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Pelo terceiro ano, a Câmara Municipal do Montijo em parceria com diversas entidades e com o comércio local, aposta neste grande evento de animação de rua que tem sido um sucesso com milhares de pessoas no centro da cidade.

Neste dia a arte, a música, a dança, a moda, o artesanato, a gastronomia e os vinhos vão invadir o centro da cidade, prolongando-se pela noite dentro com muita animação. Com 28 estabelecimentos, 23 eventos e 8 ruas, o Anim’art Montijo 2016 trará, mais uma vez, o espírito festivo e a diversão ao eixo central da cidade.

O Anim’art Montijo começa logo pela manhã com a iniciativa Comércio Online / In Loco. Entre as 9h00 e as 13h00, na Praça da República, visite a banca da marca Flores do Montijo e as bancas de produtos originais e artesanais, na sua maioria, de fabrico próprio, comercializadas por gente da terra.

Das 10h00 às 18h00, na Banda Democrática 2 de Janeiro decorrerá mais uma edição da Young Flea Market, uma feira onde os jovens podem vender ou trocar artigos em segunda mão.

Para os mais pequenos, junto à Galeria Municipal, das 10h30 às 13h00, a Hora do Conto traz a história “O Kibongo”, seguindo-se o atelier de expressão plástica “Vamos fazer uma flor!”. Continuar a ler

Nenhuma cidade portuguesa faz parte do ranking das 25 cidades do futuro

Fonte: dinheiro vivo

Até 2050 existirá uma significativa mudança demográfica que irá ser especialmente importante para os centros urbanos. Começa-se agora a preparar para futuro através de melhorias de infraestruturas, inovação tecnológica, a formulação de políticas, proteção ambiental e outras estratégias de crescimento.

Um novo relatório da AT Kearney (empresa de consultoria global de negócios), classificou 125 cidades com base no seu desempenho e nos níveis de competitividade futura.

Para determinar as principais cidades do futuro, foram calculadas quatro categorias: bem-estar pessoal, a economia, a inovação e governação.

Veja aqui quais são as 25 cidades que prosperam um maior e melhor futuro.

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S. Energia | ENERINT – II Feira de Energia Inteligente

A S.energia – Agência Regional de Energia, irá realizar de 22 a 25 de Setembro de 2016, em parceria com a Câmara Municipal da Moita, e com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro e da Câmara Municipal do Montijo, a segunda edição da Feira de Energia Inteligente – ENERINT, no Pavilhão Municipal de Exposições da Moita.

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Temática da Feira

A ENERINT – Feira de Energia Inteligente é uma iniciativa de promoção e demonstração de tecnologias eficientes na área das Energias Renováveis, Climatização, Iluminação, Construção e Reabilitação, Gestão da Energia e Mobilidade Sustentável. Este evento pretende congregar no mesmo espaço um conjunto de soluções e atores locais que só por si tenham capacidade de influenciar, a médio e longo prazo, a eficiência energética regional, com especial enfoque nos sectores doméstico e serviços.

Este evento pretende tornar-se numa referência da região e do sector, gerando ponto de encontro que propicie novas oportunidades de negócios, e de apresentações de novos produtos, serviços e soluções. Nesta edição será ainda possível encontrar uma área dedicada a crianças e jovens, para dar a conhecer brinquedos didáticos relacionados com as temáticas apresentadas.

Público-alvo

Este evento de entrada gratuita estará aberto ao público em geral, estudantes e professores, arquitetos, engenheiros, construtores civis, profissionais do sector do ambiente e energia, gestores e técnicos da administração pública central, regional e local, técnicos das agências de energia. Continuar a ler

AML | Reunião Ordinária do Conselho Metropolitano de Lisboa, 16 de junho de 2016

O Conselho Metropolitano de Lisboa reúne ordinariamente no próximo dia 16 de junho, (quinta-feira), pelas 10h30m, na sede da Área Metropolitana de Lisboa – Edifício Mascarenhas, sito na Rua Cruz de Santa Apolónia, 23, 25 e 25A, em Lisboa, com a Ordem de Trabalhos em anexo.

O Conselho Metropolitano, de acordo com o novo estatuto das entidades intermunicipais (Lei n.º 75/1013, de 12 de setembro), é o órgão deliberativo da Área Metropolitana de Lisboa, constituído pelos presidentes das câmaras municipais dos 18 municípios que integram a área metropolitana (Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira).

Ordem de Trabalhos

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Prémio Europeu sobre Boa Governação Local – Manifestação de Interesse dos Municípios

Fonte: DGAL

Na sequência da divulgação nacional da Estratégia de Inovação e Boa Governação ao Nível Local do Conselho da Europa, bem como da distinção “European Label of Governance Excellence (ELoGE)” que se lhe encontra associada,  entre 1-15 de julho, encontra-se  aberto um período para os Municípios procederem à respetiva manifestação de interesse com vista à adesão da referida Estratégia e à subsequente obtenção da certificação em apreço.

Estratégia de Inovação e Boa Governação ao Nível Local do Conselho da Europa

apresentação DGAL

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EIBG

A candidatura à distinção ELoGE pressupõe a prévia adesão formal aos 12 Princípios da Estratégia de Inovação e Boa Governação ao Nível Local pelos órgãos eleitos do Município. Nesta linha, a manifestação de interesse deve ser formalmente endereçada à DGAL, sendo priorizadas as expressões de interesse que sejam suportadas por deliberações dos órgãos eleitos municipais (Câmara Municipal e Assembleia Municipal) relativas à adesão à Estratégia e à intenção de recorrer ao procedimento de certificação “ELoGE”.

No quadro da Estratégia para a Inovação e Boa Governação a Nível Local, adoptada pelo Comité de Ministros do Conselho da Europa, foi lançada uma distinção europeia  – European Label of Governance Excellence (ELoGE) – que é atribuída às autarquias locais que demonstrem ter alcançado um elevado nível de governação, tendo por referência os doze princípios que enformam a referida estratégia.

Esta distinção envolve um processo de certificação que pode ter interesse para os municípios portugueses, à luz dos progressos que, nesta matéria, têm vindo a ser crescentemente materializados. Continuar a ler