Jornal Semmais | edição 18 de junho

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Cidades no centro da estratégia ambiental

Fonte: Smartcities

Descarbonizar a sociedade, desenvolver a economia circular e valorizar o território. Estes objectivos compõem a agenda do Governo português para o Ambiente, que recebeu ontem luz verde em Conselho de Ministros e que tem nas cidades o palco principal. A meta está traçada: conseguir a independência de combustíveis fósseis até 2050.

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A estratégia da pasta liderada por João Matos Fernandes é orientada para fazer face a sete desafios, que vão desde a reabilitação do edificado, à mobilidade sustentável, à adaptação às alterações climáticas ou à qualidade da prestação de serviços ambientais, e inclui a criação de um Fundo Ambiental. Este surge por agregação dos fundos existentes, possibilitando, assim, uma gestão mais flexível, esperando-se que obtenha receitas na ordem dos 160 milhões de euros por ano, que serão, depois, aplicadas em novos investimentos, adianta o Governo. Prevista está também a criação de living labs, centrados no combate às alterações climáticas, e que se incluem na promoção de uma “cultura ambiental, debatida e participada”, com uma presença mais abrangente e integrada na estrututura da sociedade.

Redução de emissões

Não é possível descarbonizar sem reduzir as emissões de CO2, pelo que este é o primeiro desafio apontado ao ministério do Ambiente. A preocupação incide nos sectores que produzem emissões difusas, nomeadamente os dos transportes, edifícios e actividade agroflorestal. Para cumprir as metas, o Governo conta com a aprovação da Estratégia Nacional para o Ar 2020 (ENAR 2020), que visa melhorar a qualidade do ar para a protecção da saúde humana, da qualidade de vida dos cidadãos e da preservação dos ecossistemas, com um foco natural das cidades, e a criação do Sistema Nacional de Políticas e Medidas (SPeM), previsto no Quadro Estratégico para a Política Climática, que permitirá o acompanhamento e avaliação das políticas de mitigação sectoriais. Ainda este ano, em Setembro, espera-se que Portugal ratifique o acordo de Paris, o que “colocará Portugal na linha da frente na União Europeia”, refere o comunicado do ministério do Ambiente.

Economia circular

A par da descarbonização, outro dos vértices desta visão do Governo é a estruturação de uma economia circular, que englobe toda a cadeia de produção e, consequentemente, “estimule dinâmicas empresariais e a criação de emprego no curto prazo”. A redução do uso das matérias-primas em sectores como a metalomecânica e a cerâmica é um dos passos previstos, mas espera-se também que a adopção de uma estratégia para as compras públicas que valorize a especificação de produtos com melhor desempenho ambiental contribua neste sentido. Continuar a ler

Pagar com cartão: porque é que já não é só verde-código-verde?

Fonte: Diário Económico

Novo passo nos pagamentos com cartão gerou desconfiança entre consumidores e comerciantes, forçando a SIBS, que gere a rede multibanco, a emitir um esclarecimento sobre o assunto.

multibanco

A SIBS, entidade que gere os pagamentos multibanco em Portugal, esclareceu hoje ter sido feita uma alteração que possibilita escolher a marca com que se faz determinado pagamento num terminal, não tendo implicações para o cliente.

Esta alteração decorre, segundo informou a SIBS em comunicado, de um regulamento europeu de taxas de intercâmbio de cartões.

“Sempre que um cartão de pagamento disponibiliza várias marcas de pagamento, como acontece com uma parte significativa dos cartões emitidos em Portugal (os quais integram simultaneamente a marca Multibanco e uma outra marca internacional), o seu titular passa a ter a possibilidade de escolher, no próprio terminal, a marca que pretende utilizar para efetuar aquele pagamento específico”, explicou.

Assim, o pagamento a crédito só será efetuado caso o cliente utilize um cartão com esta modalidade para efetuar a operação. Continuar a ler

Anim’art Montijo 2016

Uma das noites mais aguardadas do ano está a chegar. O Anim’art Montijo – com todos os sentidos! é já no próximo sábado, 25 de junho, e promete voltar a surpreender!

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Pelo terceiro ano, a Câmara Municipal do Montijo em parceria com diversas entidades e com o comércio local, aposta neste grande evento de animação de rua que tem sido um sucesso com milhares de pessoas no centro da cidade.

Neste dia a arte, a música, a dança, a moda, o artesanato, a gastronomia e os vinhos vão invadir o centro da cidade, prolongando-se pela noite dentro com muita animação. Com 28 estabelecimentos, 23 eventos e 8 ruas, o Anim’art Montijo 2016 trará, mais uma vez, o espírito festivo e a diversão ao eixo central da cidade.

O Anim’art Montijo começa logo pela manhã com a iniciativa Comércio Online / In Loco. Entre as 9h00 e as 13h00, na Praça da República, visite a banca da marca Flores do Montijo e as bancas de produtos originais e artesanais, na sua maioria, de fabrico próprio, comercializadas por gente da terra.

Das 10h00 às 18h00, na Banda Democrática 2 de Janeiro decorrerá mais uma edição da Young Flea Market, uma feira onde os jovens podem vender ou trocar artigos em segunda mão.

Para os mais pequenos, junto à Galeria Municipal, das 10h30 às 13h00, a Hora do Conto traz a história “O Kibongo”, seguindo-se o atelier de expressão plástica “Vamos fazer uma flor!”. Continuar a ler

Nenhuma cidade portuguesa faz parte do ranking das 25 cidades do futuro

Fonte: dinheiro vivo

Até 2050 existirá uma significativa mudança demográfica que irá ser especialmente importante para os centros urbanos. Começa-se agora a preparar para futuro através de melhorias de infraestruturas, inovação tecnológica, a formulação de políticas, proteção ambiental e outras estratégias de crescimento.

Um novo relatório da AT Kearney (empresa de consultoria global de negócios), classificou 125 cidades com base no seu desempenho e nos níveis de competitividade futura.

Para determinar as principais cidades do futuro, foram calculadas quatro categorias: bem-estar pessoal, a economia, a inovação e governação.

Veja aqui quais são as 25 cidades que prosperam um maior e melhor futuro.

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