Área Metropolitana de Lisboa (AML) e a Ordem dos Arquitectos Secção Regional Sul (OASRS) juntam-se para lançar um concurso de Arquitectura: C.A.S.A pós-catástrofe

Fonte: Magazine Imobiliário

A Área Metropolitana de Lisboa (AML) e a Ordem dos Arquitectos Secção Regional Sul (OASRS) juntam-se para lançar um concurso de Arquitectura: C.A.S.A pós-catástrofe. O objectivo é criar uma unidade polivalente com funções administrativas e sociais num cenário pós-catástrofe.

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Aberto a todos os arquitectos, o concurso é o segundo a ser promovido no âmbito do Programa escolha-arquitectura da OASRS (o primeiro foi o concurso Duas Casas nas Ilhas Selvagens, na Madeira). As candidaturas estão a decorrer até ao dia 29 de Agosto e os vencedores serão conhecidos em Outubro.

O júri é presidido pelo primeiro-secretário da AML, Demétrio Alves, e composto pelos arquitectos Jorge Moura, director do departamento de Gestão do Território da AML, e Pedro Campos Costa, indicado pela OASRS.

Com três prémios a atribuir, o concurso é o primeiro a ser integralmente desenvolvido na Plataforma de Encomenda da OASRS, sendo toda a tramitação digital.O program

a do concurso não considera uma localização específica, embora aponte para que seja implementado na AML, uma região composta por 18 concelhos, representando uma população de três milhões de pessoas, o equivalente um quarto da população portuguesa. Continuar a ler

PCP quer Passe Social em toda a Área Metropolitana de Lisboa

Fonte: PCP

Ver moção aqui.

Os vereadores do PCP na Câmara Municipal de Lisboa apresentaram, no passado dia 22 de Junho, na Reunião Privada de Câmara, a moção “Por um Passe Social Intermodal para toda a Área Metropolitana de Lisboa”, que foi aprovada com a abstenção do PSD e do CDS.

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Criticando o actual sistema de bilhética da AML, onde é possível adquirir mais de 2000 tipos de bilhetes e passes apesar da redução da oferta de transportes em horários e percursos, o PCP sublinha o valor desproporcional do custo do Passe Social Intermodal face ao Salário Mínimo Nacional.

Apesar destes e outros desvirtuamentos, este tem sido um importante instrumento de promoção da mobilidade, intermodalidade e atractividade do sistema de transportes públicos.

Uma das questões centrais para o desenvolvimento de um verdadeiro sistema de transportes na AML é que o tarifário assente na plena intermodalidade do mesmo, integrando todos os operadores, modos de transporte e respectivos serviços do sistema. Continuar a ler

AML – Emite Autorizações Provisórias para mais de 500 carreiras/linhas de Transportes Públicos de Passageiros Rodoviários na área metropolitana de Lisboa

A comissão executiva da Área Metropolitana de Lisboa (AML), na sua qualidade de autoridade transportes, deliberou emitir cerca 500 Autorizações Provisórias para os operadores de transportes rodoviários de passageiros que operam na área geográfica metropolitana assegurarem o serviço público respetivo.

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A emissão destas autorizações provisórias culmina um processo intenso de análise técnica e interação com todos os municípios e com cada um dos operadores. Neste trabalho, mais de metade dos serviços inicialmente apresentados pelos operadores mereceram correções, melhorando significativamente o conhecimento sobre a real oferta de transporte público rodoviário.

Com a emissão das presentes autorizações provisórias, e até que seja concretizado o processo concursal previsto até 2019, haverá lugar a um processo tendo em vista melhorar a oferta e qualidade do serviço de transportes na área metropolitana, aumentando a sua atratividade e legibilidade, respondendo melhor às necessidades das populações e promovendo a mobilidade sustentável. Isto, apesar de o enquadramento legal e financeiro vigente não permitir que, de facto, a AML possa promover o aumento do nível qualitativo e quantitativo dos serviços públicos de transportes, neste caso rodoviários.  Continuar a ler

Terminal do Barreiro é ‘inútil’

Fonte: Expresso

Estudo defende que o país não precisa de novo porto de mar mesmo que Alcântara encerre.

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A economia portuguesa precisa de um novo terminal de águas profundas? Não, “o Estado não deve investir num novo porto no Barreiro, mesmo que Lisboa seja desativado”, mas deve preocupar-se “em reforçar a interligação e desenvolvimento da atual rede, fortalecendo a coesão do sistema portuário”, responde um estudo encomendado pela Associação Comercial do Porto (ACP) a uma consórcio de investigadores da Universidade Católica Portuguesa (UCP) e da empresa de engenharia Trenmo, sob orientação de um conselho consultivo em que pontificam Valente de Oliveira, Alberto de Castro ou Matias Ramos, ex-bastonário da Ordem dos Engenheiros.

A posição da ACP é um novo elemento para o debate público sobre o mérito e utilidade de um novo terminal no Barreiro, avaliando numa lógica nacional a organização da rede portuária como fator de competitividade do tecido produtivo. O país deve priorizar “o investimento em Sines e otimizar a sua vocação de transhipment (transbordo de cargas) pela sua localização favorável face ao cruzamento de rotas, beneficiando de estrangulamentos existentes na rede mundial”.

Sines “pode aproveitar a revolução em curso no sistema portuário e do movimento de alianças estratégicas nas companhias de navegação que operam num ambiente de concorrência agressiva, sempre à procura de economias de escala e ganhos de sinergias”, refere Álvaro Nascimento, um dos representantes da UCP que participou no trabalho. Segundo o professor, a planificação portuária deve estimular “o funcionamento em rede dos portos portugueses, numa lógica de cooperação e concorrência” de que resulte um sistema ”com múltiplas portas de entrada que conceda competitividade e flexibilidade ao espaço nacional”. Continuar a ler