Jornal Semmais | edição 25 de junho

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Terminal do Barreiro é ‘inútil’

Fonte: Expresso

Estudo defende que o país não precisa de novo porto de mar mesmo que Alcântara encerre.

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A economia portuguesa precisa de um novo terminal de águas profundas? Não, “o Estado não deve investir num novo porto no Barreiro, mesmo que Lisboa seja desativado”, mas deve preocupar-se “em reforçar a interligação e desenvolvimento da atual rede, fortalecendo a coesão do sistema portuário”, responde um estudo encomendado pela Associação Comercial do Porto (ACP) a uma consórcio de investigadores da Universidade Católica Portuguesa (UCP) e da empresa de engenharia Trenmo, sob orientação de um conselho consultivo em que pontificam Valente de Oliveira, Alberto de Castro ou Matias Ramos, ex-bastonário da Ordem dos Engenheiros.

A posição da ACP é um novo elemento para o debate público sobre o mérito e utilidade de um novo terminal no Barreiro, avaliando numa lógica nacional a organização da rede portuária como fator de competitividade do tecido produtivo. O país deve priorizar “o investimento em Sines e otimizar a sua vocação de transhipment (transbordo de cargas) pela sua localização favorável face ao cruzamento de rotas, beneficiando de estrangulamentos existentes na rede mundial”.

Sines “pode aproveitar a revolução em curso no sistema portuário e do movimento de alianças estratégicas nas companhias de navegação que operam num ambiente de concorrência agressiva, sempre à procura de economias de escala e ganhos de sinergias”, refere Álvaro Nascimento, um dos representantes da UCP que participou no trabalho. Segundo o professor, a planificação portuária deve estimular “o funcionamento em rede dos portos portugueses, numa lógica de cooperação e concorrência” de que resulte um sistema ”com múltiplas portas de entrada que conceda competitividade e flexibilidade ao espaço nacional”. Continuar a ler

CycleHack Lisboa chega esta semana a Lisboa

CycleHack

A ideia é juntar no mesmo espaço um grupo de pessoas para que discutam soluções para as barreiras que as impedem ou inibem de usar a bicicleta. Através de uma série de actividades ao longo de 48 horas, o CycleHack junta um conjunto de pessoas com diferentes competências e experiências para olhar para o uso da bicicleta de uma nova forma.

Segundo Ana Pereira, da equipa organizadora do evento em Lisboa, “o CycleHack tem mostrado como o design molda a forma como as pessoas experienciam o sítio onde vivem, como pode criar novas comunidades que podem colaborar, e como pode empoderá-las para tornarem a sua cidade um sítio melhor.”

Um ‘cyclehack’ é uma ideia que pode ser prototipada e testada na cidade e que tenta resolver uma barreira ao uso da bicicleta. Continuar a ler

Cidades no centro da estratégia ambiental

Fonte: Smartcities

Descarbonizar a sociedade, desenvolver a economia circular e valorizar o território. Estes objectivos compõem a agenda do Governo português para o Ambiente, que recebeu ontem luz verde em Conselho de Ministros e que tem nas cidades o palco principal. A meta está traçada: conseguir a independência de combustíveis fósseis até 2050.

ambientecidades

A estratégia da pasta liderada por João Matos Fernandes é orientada para fazer face a sete desafios, que vão desde a reabilitação do edificado, à mobilidade sustentável, à adaptação às alterações climáticas ou à qualidade da prestação de serviços ambientais, e inclui a criação de um Fundo Ambiental. Este surge por agregação dos fundos existentes, possibilitando, assim, uma gestão mais flexível, esperando-se que obtenha receitas na ordem dos 160 milhões de euros por ano, que serão, depois, aplicadas em novos investimentos, adianta o Governo. Prevista está também a criação de living labs, centrados no combate às alterações climáticas, e que se incluem na promoção de uma “cultura ambiental, debatida e participada”, com uma presença mais abrangente e integrada na estrututura da sociedade.

Redução de emissões

Não é possível descarbonizar sem reduzir as emissões de CO2, pelo que este é o primeiro desafio apontado ao ministério do Ambiente. A preocupação incide nos sectores que produzem emissões difusas, nomeadamente os dos transportes, edifícios e actividade agroflorestal. Para cumprir as metas, o Governo conta com a aprovação da Estratégia Nacional para o Ar 2020 (ENAR 2020), que visa melhorar a qualidade do ar para a protecção da saúde humana, da qualidade de vida dos cidadãos e da preservação dos ecossistemas, com um foco natural das cidades, e a criação do Sistema Nacional de Políticas e Medidas (SPeM), previsto no Quadro Estratégico para a Política Climática, que permitirá o acompanhamento e avaliação das políticas de mitigação sectoriais. Ainda este ano, em Setembro, espera-se que Portugal ratifique o acordo de Paris, o que “colocará Portugal na linha da frente na União Europeia”, refere o comunicado do ministério do Ambiente.

Economia circular

A par da descarbonização, outro dos vértices desta visão do Governo é a estruturação de uma economia circular, que englobe toda a cadeia de produção e, consequentemente, “estimule dinâmicas empresariais e a criação de emprego no curto prazo”. A redução do uso das matérias-primas em sectores como a metalomecânica e a cerâmica é um dos passos previstos, mas espera-se também que a adopção de uma estratégia para as compras públicas que valorize a especificação de produtos com melhor desempenho ambiental contribua neste sentido. Continuar a ler

Pagar com cartão: porque é que já não é só verde-código-verde?

Fonte: Diário Económico

Novo passo nos pagamentos com cartão gerou desconfiança entre consumidores e comerciantes, forçando a SIBS, que gere a rede multibanco, a emitir um esclarecimento sobre o assunto.

multibanco

A SIBS, entidade que gere os pagamentos multibanco em Portugal, esclareceu hoje ter sido feita uma alteração que possibilita escolher a marca com que se faz determinado pagamento num terminal, não tendo implicações para o cliente.

Esta alteração decorre, segundo informou a SIBS em comunicado, de um regulamento europeu de taxas de intercâmbio de cartões.

“Sempre que um cartão de pagamento disponibiliza várias marcas de pagamento, como acontece com uma parte significativa dos cartões emitidos em Portugal (os quais integram simultaneamente a marca Multibanco e uma outra marca internacional), o seu titular passa a ter a possibilidade de escolher, no próprio terminal, a marca que pretende utilizar para efetuar aquele pagamento específico”, explicou.

Assim, o pagamento a crédito só será efetuado caso o cliente utilize um cartão com esta modalidade para efetuar a operação. Continuar a ler

Nenhuma cidade portuguesa faz parte do ranking das 25 cidades do futuro

Fonte: dinheiro vivo

Até 2050 existirá uma significativa mudança demográfica que irá ser especialmente importante para os centros urbanos. Começa-se agora a preparar para futuro através de melhorias de infraestruturas, inovação tecnológica, a formulação de políticas, proteção ambiental e outras estratégias de crescimento.

Um novo relatório da AT Kearney (empresa de consultoria global de negócios), classificou 125 cidades com base no seu desempenho e nos níveis de competitividade futura.

Para determinar as principais cidades do futuro, foram calculadas quatro categorias: bem-estar pessoal, a economia, a inovação e governação.

Veja aqui quais são as 25 cidades que prosperam um maior e melhor futuro.

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S. Energia | ENERINT – II Feira de Energia Inteligente

A S.energia – Agência Regional de Energia, irá realizar de 22 a 25 de Setembro de 2016, em parceria com a Câmara Municipal da Moita, e com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro e da Câmara Municipal do Montijo, a segunda edição da Feira de Energia Inteligente – ENERINT, no Pavilhão Municipal de Exposições da Moita.

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Temática da Feira

A ENERINT – Feira de Energia Inteligente é uma iniciativa de promoção e demonstração de tecnologias eficientes na área das Energias Renováveis, Climatização, Iluminação, Construção e Reabilitação, Gestão da Energia e Mobilidade Sustentável. Este evento pretende congregar no mesmo espaço um conjunto de soluções e atores locais que só por si tenham capacidade de influenciar, a médio e longo prazo, a eficiência energética regional, com especial enfoque nos sectores doméstico e serviços.

Este evento pretende tornar-se numa referência da região e do sector, gerando ponto de encontro que propicie novas oportunidades de negócios, e de apresentações de novos produtos, serviços e soluções. Nesta edição será ainda possível encontrar uma área dedicada a crianças e jovens, para dar a conhecer brinquedos didáticos relacionados com as temáticas apresentadas.

Público-alvo

Este evento de entrada gratuita estará aberto ao público em geral, estudantes e professores, arquitetos, engenheiros, construtores civis, profissionais do sector do ambiente e energia, gestores e técnicos da administração pública central, regional e local, técnicos das agências de energia. Continuar a ler

Sabia que seu telemóvel guarda todos os sítios onde esteve?

Fonte: Visão

Se utiliza o Android ou o iOS, fique a saber que o seu telemóvel consegue guardar as informações de todos os sítios onde esteve. Ficou assustado? Há uma boa notícia: é fácil de desativar e apagar.

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Saiba como seu telemóvel é capaz de detetar e guardar todos os lugares por onde andou. O que parece ser fantástico para as pessoas que se esquecem facilmente por onde andaram ou a rota de uma certa viagem, pode ser assustador para aquelas que se preocupam com a privacidade online.

A Google consegue aceder a esta informação, guardá-la na sua conta e mostrar-lhe na sua Linha Cronológica. Aí pode ver os locais que visitou com o seu telemóvel e a data da visita. Se quiser, pode pedir que esta página o notifique de eventos a acontecer perto dos locais que costuma visitar.

Se utiliza o Android, o serviço de rastreamento fica ativo apenas ao usar o telemóvel. Enquanto no iOS precisa da instalação de uma aplicação – a aplicação da Google – que rastreia a sua localização mesmo que a app não esteja a ser utilizada.

Mas não se preocupe, se não é fã deste tipo de coisas, a Google permite-lhe desligar a localização e apagar todos os dados do rastreamento, ou apenas os que preferir. Continuar a ler

Lisboa | Programa Reabilita Primeiro Paga Depois

Mais informação aqui.

O Programa Reabilita Primeiro Paga Depois consiste na venda de edifícios municipais devolutos, com obrigação de realização de obras de reabilitação pelo adquirente, permitindo-se a este diferir o pagamento do preço até ao termo do prazo contratual, que terá em conta o licenciamento, a execução das obras e a colocação do imóvel no mercado.

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A execução do Programa Reabilita Primeiro Paga Depois é particularmente decisiva no atual contexto económico e financeiro, enquanto contributo municipal para:

–       Promover a reabilitação de património municipal devoluto e em mau estado de conservação, sem recurso a capitais próprios nem aumento do endividamento;

–       Racionalizar a estrutura da receita municipal, otimizando a sustentabilidade da gestão do parque habitacional;

–       Apoiar os pequenos e médios investidores, permitindo diferir o pagamento do preço do imóvel para o final da operação de reabilitação;

–       Incentivar a economia, gerando investimento diversificado no mercado da reabilitação urbana;

–       Dinamizar o setor da construção, fundamental para a manutenção e criação de novos postos de trabalho;

–       Aumentar a oferta de habitação na Cidade, por aquisição ou arrendamento, captando população para os bairros históricos. Continuar a ler

App portuguesa liga turistas às cidades

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Aplicar o conceito de smart cities a uma plataforma móvel de Turismo é um dos objectivos da smiity. A aplicação, criada pela portuguesa mobinteg, oferece informações aos turistas sem que eles tenham pedido. Basta passar por um monumento, por exemplo, e a sua história surge automaticamente no telemóvel.

A smiity encontra nos beacons o elemento determinante para o seu sucesso. Esta tecnologia consiste em dispositivos, que podem ser colocados numa parede ou outra superfície, e que, quando detectados por determinada aplicação, imitem sinais sobre o local em que estão. Neste caso, o turista que utilize a smiity vai receber notificações ao passar por um ponto de interesse. Não vale a pena andar de mapa numa mão e guia turístico na outra, basta o smartphone ou tablet. Continuar a ler

Festas Populares do Pinhal Novo começam hoje

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PROGRAMA

07 de Junho de 2016
(3ª Feira)

19:00H 13º Torneio Futsal “Antº Ramalheira
Organização: Núcleo de Árbitros de Pinhal Novo e Festas Populares – Pavilhão Desportivo Municipal de Pinhal Novo

19:30H Recepção às Entidades Oficiais
Biblioteca Municipal de Pinhal Novo

19:30H Jogos e pinturas faciais
Stand Fundação COI

19:30H Teatro de rua “Cinderela”
Stand Centro Social Paroquial

19:30H Vivência Explosiva
Palco da Gastronomia

20:00H Demonstração de ballet para crianças
Stand Palmela Desporto

20:30H Inauguração Oficial das Festas Populares P. Novo – Animação p’los Gaiteiros do Cirio da Carregueira
Ruas das Festas

21:00H Quina Barreiros
Palco da Gastronomia

21:00H Animação de rua p´lo Grupo “BALHA CA CARROÇA”
Ruas da Festa

21:30H Roadies
Pátio Caramelo

21:30H Para a sopa comer uma tijela vou ter – Stand Feira do Livro
Bibliotecas Escolares

22:00H Concerto pela Banda da SFUA – Soc. Filarmónica União Agrícola P.Novo
Palco Associativismo

23:00H Concerto D.A.M.A
Palco Praça Independência

23:00H Goodfellas
Pátio Caramelo

23:30H Largada de Toiros
Junto aos divertimentos

00:30H Dj’s Mix Brothers
Pátio Caramelo Continuar a ler

Quase metade dos portugueses vivia numa cidade em 2015, acima da média da UE

Fonte: Lusa

Quase metade dos portugueses com idade entre os 20 e os 64 anos viviam em cidades (44%) em 2015, uma taxa acima da média da União Europeia (UE 41%), segundo dados do Eurostat.

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Quase metade dos portugueses com idade entre os 20 e os 64 anos viviam em cidades (44%) em 2015, uma taxa acima da média da União Europeia (UE 41%), segundo dados divulgados pelo Eurostat.

Depois das cidades, as vilas e subúrbios são os aglomerados urbanos com mais população em Portugal (31%, que compara com 32% na média europeia), seguindo-se as áreas rurais (25%), fce aos 27% na UE.

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, o Reino Unido (60%) e Chipre (54%) são os Estados-membros onde mais de metade da população na faixa etária considerada vive em cidades, enquanto no outro extremo se encontram a Eslováquia (19%), Eslovénia (20%) e Luxemburgo (21%). Continuar a ler

UM Cidades | FUNDÃO é o Município do Ano Portugal 2016

Estão encontrados os vencedores dos Prémios Município do Ano Portugal 2016, promovidos pela Universidade do Minho. Fundão foi o grande vencedor nacional. Os vencedores regionais foram:

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Arouca (Área Metropolitana do Porto), Lisboa (Área Metropolitana de Lisboa), Vila Nova de Famalicão (Norte), Alfândega da Fé (Norte, menos de 20.000 habitantes), Fundão (Centro), Batalha (Centro, menos de 20.000 habitantes), Santarém (Alentejo), Loulé (Algarve), Praia da Vitória (Regiões Autónomas).

Prémios Município do Ano – Nomeados 2016

Alentejo

Avis – CrescerAvis – Ludotecas Municipais, Pilar de apoio às famílias

Elvas – Forte da Graça

Ponte de Sôr – Kiitos@21stCenturyPreshools – Um projeto local de Dimensão Europeia

Santarém – Reabilitar Troço a Troço

Algarve

Albufeira – Projeto Chapim

Lagoa – Projeto Green Cork | Educação ambiental em contexto educativo e comunitário

Lagos – Lagos na Rota do Envelhecimento Ativo

Loulé – Loulé Criativo

Área Metropolitana de Lisboa Continuar a ler

Lançamento do Programa Startup Portugal

O Governo de Portugal convida-a/o para o lançamento da “Startup Portugal” – Estratégia Nacional para o Empreendedorismo, que se realizará hoje, dia 6 de junho, pelas 14h30, no Matadouro do Porto.

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Esta iniciativa contará com a presença do Primeiro Ministro e do Ministro da Economia.

A Startup Portugal é uma estratégia nacional para o empreendedorismo, que visa responder às necessidades das iniciativas empresariais e dos empreendedores desde o primeiro dia: desde a semente passando pela incubação e aceleração e toca ainda no investimento internacional e nos clientes internacionais.

Objetivos e medidas

A estratégia Startup Portugal tem como principais objetivos:

  • Criar um ecossistema de empreendedorismo à escala nacional
  • Atrair investidores nacionais e estrangeiros para investirem em startups
  • Cofinanciar startups, sobretudo na fase de ideia
  • Promover e acelerar o crescimento das startups nos mercados externos
  • Implementar as medidas do Governo de apoio ao empreendedorismo

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A sua casa comunica consigo?

Fonte: Smart Cities

Desde que a Internet ‘saltou’ dos computadores para os equipamentos em volta, a área das casas inteligentes não parou de evoluir. Hoje é possível, por exemplo, definir a temperatura ideal de uma divisão ou pôr a máquina do café a trabalhar antes de chegar a casa. Conheça as principais tendências que estão a mudar o ‘lar, tecnológico lar’.

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Falamos delas há décadas, desde que os filmes de ficção científica nos moldaram o imaginário de uma casa do futuro. Pensou-se, talvez, em casas que falam connosco – qual receita ideal para os dias solitários –, que mudam o aspecto em função da vontade do seu proprietário, que antecipam todas as necessidades de quem lá mora. Pensou-se num mundo de possibilidades, mas continuamos a associar as casas inteligentes ao futuro. A verdade é que, mesmo não sendo exactamente como na ficção, estas smart homes são cada vez mais uma realidade. E trazem, sobretudo, eficiência e conforto ao nosso lar.

Termóstatos inteligentes, controladores centralizados e aparelhos electrónicos que ‘conversam’ entre si. A tecnologia irrompeu, de vez, pela porta das nossas casas e, aos poucos, está a transformar as tarefas mundanas. Não se trata de uma casa que se limpa sozinha – por enquanto –, mas o conceito de casa inteligente está a mudar a forma como gerimos, de forma integrada, equipamentos, electricidade, aquecimento e segurança.

Os exemplos práticos são vários: definir uma temperatura ideal para cada quarto e sala, com o nível adequado de iluminação; saber se uma janela foi deixada aberta; gerir, à distância, os diferentes equipamentos eléctricos e electrónicos da casa; ou, até, ‘dar ordens’ para que a máquina de café comece a funcionar enquanto está ainda a caminho de casa. Tudo isto já é possível, com um “foco no controlo centralizado”, através de uma plataforma de gestão dos diferentes equipamentos conectados, acessível a partir do portátil ou de um smartphone, como lembra Nathalia Pessoa, responsável de comunicação corporativa da Bosch, grupo empresarial que lançou, no início do ano, uma nova subsidiária dedicada às casas inteligentes. Continuar a ler