Montijo | CDU e PSD votam contra moção em defesa da ligação por Metro ao futuro aeroporto

Na sequência da previsão de instalação de um novo aeroporto na Base Aérea n.º 6 do Montijo e da necessidade de estudar e projetar o reforço dos transportes públicos na cidade, o presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, apresentou, na reunião ordinária de 16 de março, uma moção em defesa da ligação do Metro Ligeiro de Superfície ao futuro aeroporto.

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Apesar de, historicamente, já terem defendido a ligação do Metro Ligeiro de Superfície à cidade do Montijo, PSD e CDU votaram contra a moção, inviabilizando assim a sua aprovação.

O presidente da Câmara Municipal do Montijo apresentou a referida moção por considerar que “na defesa do superior interesse do concelho (…), a solução de Metro de Superfície representa uma mais-valia na rede de transportes públicos e na conectividade da cidade com a nova infraestrutura aeroportuária civil”, afirmou.

Para o autarca é necessário “estudar e projetar a consolidação de um elemento estruturante que atravesse o Arco Ribeirinho Sul, dando coerência territorial e coesão funcional ao território, através de um corredor de transportes coletivos, para garantir a irradiação económica da nova centralidade aeroportuária do Montijo”.

A ideia de extensão do metro de superfície à cidade do Montijo surgiu em 1997, na Assembleia da República, através da aprovação de uma proposta do PSD de alteração ao Orçamento de Estado para 1998 que contemplava uma verba para o desenvolvimento de estudos e projetos com vista à extensão do metro ligeiro à cidade do Montijo. Continuar a ler

Governo estuda pista no Montijo mas admite solução alternativa

Fonte: Diário Económico

A solução do ‘Portela + 1’ ainda não está definitivamente fechada no Montijo e decisão poderá passar para 2017.

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O ministro do Planeamento e das Infraestruturas reconhece que tem pouco tempo para decidir o futuro sobre a solução à crescente procura de passageiros que se tem registado no aeroporto da capital. Mas não se compromete com a solução apresentada pela concessionária ANA ao anterior Governo de Pedro Passos Coelho, destacando apenas que tudo tem de ser estudado ao pormenor nos próximos meses.

“Está a ser estudada, desde há uns meses para cá, uma solução que não passa pela construção de um novo aeroporto, mas antes pelo aproveitamento de uma pista. Neste momento, a solução que está em estudo agora é a pista no Montijo, a pista da BA6 [Base Aérea 6], como uma pista complementar àquilo que é o aeroporto aqui em Lisboa”, disse na passada quarta-feira à noite Pedro Marques numa entrevista ao programa “Negócios da Semana”, da SIC Notícias.

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas adiantou que “estamos a estudar essa solução que nos foi já apresentada pela ANA, que é agora a concessionária dos aeroportos, como a solução que a ANA favorece”.

“Estamos a estudar as condições de procura e de oferta que são propiciadas por essa solução, que é evidentemente mais eficiente do que a construção de um novo aeroporto. Se ela suportar as condições de procura necessárias, olharemos para ela com mais atenção”, acrescentou o governante. Continuar a ler

Governo confirma negociações para ter aeroporto no Montijo

Fonte: Fonte TSF

O governo admite estar a estudar a possibilidade de avançar para a solução Montijo como complemento ao aeroporto da Portela. A hipótese foi admitida pelo ministro do Equipamento e Infraestruturas, Pedro Marques.

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O aeroporto da Portela atingiu em 2015 a fasquia dos 20 milhões de passageiros (uma subida de 10,7% face ao ano anterior), e aproxima-se rapidamente do marco de 22 milhões que o contrato de concessão determina como ponto a partir do qual o Estado e a concessionária (a ANA, detida pelos franceses da Vinci) devem iniciar negociações com vista à obtenção de uma solução que evite o estrangulamento da infraestrutura.

Uma dessas hipóteses é a solução Montijo. O ministro Pedro Marques garante que a sua equipa “está a trabalhar no sentido de aprofundar os detalhes em relação a essa solução”.

No entanto, o governante sublinha que “neste momento o aeroporto da Portela tem capacidade e os triggers [fatores que desencadeiam uma ação] previstos no contrato de concessão para o início da discussão relativa à capacidade aeroportuária e à necessidade de nova infraestrutura não estão ainda atingidos”. Continuar a ler

Montijo | Assembleia Municipal manifesta apoio à localização na Base Aérea nº 6

Fonte: Rostos

A Assembleia Municipal do Montijo aprovou uma moção, apresentada pelos deputados do PSD, onde expressa -“o seu apoio à localização na Base Aérea nº 6, no Montijo, da solução aeroportuária complementar de Lisboa”.

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A moção contou com os votos a favor do PS e do PSD, os votos contra da CDU e as abstenções do BE e uma do PS.

Divulgamos o texto integral da moção que recebemos da Assembleia Municipal de Montijo:

1ª Reunião da 5ª Sessão Ordinária da Assembleia Municipal realizada a 20 de novembro de 2015

MOÇÃO

CONSTRUÇÃO DO AEROPORTO COMPLEMENTAR DE LISBOA NO MONTIJO

“A construção do Aeroporto Complementar de Lisboa na Base Aérea nº 6 no Montijo, assume-se como um investimento estratégico para, o desenvolvimento do concelho e da região, a criação de emprego, atração de novas empresas, melhoria das acessibilidades e mobilidade do Montijo e consequentemente da qualidade de vida da população.

O desenvolvimento desta nova infraestrutura aeroportuária no Montijo, estima-se que leve à criação, no ano de abertura, de 4500 postos de trabalho, podendo chegar na sua fase de capacidade máxima a 15000 novos empregos.

Por outro lado, prevê-se que no ano de abertura venha a ser utilizado por 6 milhões de passageiros, podendo chegar aos 20 milhões de passageiros por ano.

Estes números demonstram o potencial de atração de novos investimentos para o concelho, oriundos de novos setores de atividade económica como por exemplo o turismo, diversificando e modernizando a economia do Montijo, podendo dar lugar a um novo dinamismo económico gerador de riqueza e bem-estar social na comunidade, que se revela imprescindível.

A revitalização económica, associada à atração de novos moradores e visitantes criará uma oportunidade única de acelerar a reabilitação urbana da cidade, permitindo recuperar e contribuir para a requalificação e modernização da cidade. Continuar a ler

EasyJet recusa mudar-se da Portela para o Montijo

Fonte: Transportes & Negócios

No dia em que anunciou o reforço das operações em Portugal, em particular no Porto, a easyJet deixou claro que não pretende trocar Lisboa pelo Montijo e avisou que “ninguém pode ser empurrado para fora de um aeroporto”.

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Se o exemplo pega, o projecto Portela+1 poderá ficar comprometido, para não dizer condenado, mesmo antes de sair do plano das intenções. Hoje, o director comercial da easyJet para Portugal garantiu que a companhia não aceita mudar-se para a base do Montijo, para onde se perspectiva a transferência das low cost para libertar capacidade na Portela.

“Nós iremos continuar na Portela porque é daí que os nossos passageiros querem voar. E nesta questão, as regras são muito claras: ninguém pode ser empurrado para fora de um aeroporto”, afirmou José Lopes, num encontro com jornalistas, na capital, para apresentar as novidades da companhia para o Verão no mercado português.

A easyJet vai abrir três novas rotas em Portugal e reforçar a sua operação no aeroporto Francisco Sá Carneiro, com a introdução de um terceiro avião A320. Este reforço permitirá a criação de 40 postos de trabalho na Invicta e aumentar o número de frequências e de passageiros transportados. Continuar a ler

Presidente da ANA Aeroportos: “não há prazos para o novo terminal no Montijo”

Fonte: Jornal de Negócios

O Montijo parece a opção mais consensual para a instalação de um novo terminal aéreo, direccionado sobretudo para as companhias low cost. Mas ainda há muito trabalho por fazer, alerta o presidente da ANA Aeroportos.

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O presidente da ANA Aeroportos, Jorge Ponce de Leão, explicou esta segunda-feira, 26 de Novembro, que não existem planos para o arranque do novo terminal aéreo na base do Montijo, também conhecido como Portela+1.

Apesar de garantir que o “memorando de entendimento com o Governo está feito”, o responsável admite que existem ainda muitos elementos por definir.

Regime de taxas, dimensão e tipo de terminal ou fases de desenvolvimento do mesmo são elementos que o presidente da ANA Aeroportos dá como exemplo das “incógnitas” ainda não resolvidas.

“Há um entendimento consensual que o Montijo é a melhor opção. Dito isto, agora vamos fazer o resto do trabalho. Não estamos fora do prazo. Estamos ainda com tempo”, reforçou. E deixou um aviso: “Há tanto trabalho a fazer que ninguém pense que há respostas definitivas”. Continuar a ler

Obras no aeroporto do Montijo arrancam no início do ano

Fonte: Visão

As companhias aéreas de baixo custo vão passar a voar para o Montijo já em 2018, mantendo-se a Portela como o aeroporto principal de Lisboa. A VISÃO desta semana revela em exclusivo os pormenores do plano que está a ser negociado.

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A Câmara Municipal do Montijo e a Força Aérea estão a negociar com a ANA e o Governo as contrapartidas para a instalação de um terminal civil para as low cost na base aérea nº 6 do Montijo. Ao que a VISÃO apurou, as partes envolvidas estão a acertar os detalhes de um memorando de entendimento, a ser aprovado em breve e que, permitirá o arranque das obras no próximo ano, a tempo de estarem concluídas em 2018.

A utilização da base aérea para a aviação civil obriga ao reforço da atual pista secundária do Montijo, que corre paralela com a principal da Portela, uma vez que a principal tem uma orientação que conflitua com a mais usada em Lisboa. Terão ainda de ser construídos novos acessos de ligação da Ponte Vasco da Gama ao futuro terminal de passageiros, o que implica uma nova praça de portagem. Haverá ainda intervenções na rede viária no interior dos concelhos do Montijo e Alcochete. As ligações fluviais são privilegiadas neste projeto, prevendo-se uma ligação rápida para Santa Apolónia, com ligação ao terminal de cruzeiros e estação ferroviária. Continuar a ler

Montijo | Câmara devolve ao Governo memorando para instalação do aeroporto

Fonte: Diário da Região

A localização do aeroporto complementar à Portela já está mais do que definida. Vai mesmo efectivar-se na Base Aérea n.º 6, em Montijo, a avaliar pelo memorando de entendimento que o Governo quer ver rubricado pelas mais diversas entidades envolvidas no processo, que já receberam o documento. O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, confirmou ontem em declarações ao Diário da Região, que a autarquia recebeu o referido memorando, ao qual já respondeu a pedir clarificações.

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“Fiquei a conhecer o memorando no dia 18 [de Setembro]. Chegou-me às 11h55, mas só tomei conhecimento à tarde”, disse o autarca socialista, à margem de uma visita guiada às obras do Cais dos Pescadores, que se encontram a decorrer na zona ribeirinha da cidade montijense. “Havia uma necessidade de resposta a esse memorando até ao dia 23 [de Setembro]. Nós respondemos, a dizer que o memorando não cumpria, não clarificava determinadas coisas. Há ali questões que estão pouco clarificadas e que nós, Câmara Municipal do Montijo, apesar de concordarmos com a vinda do aeroporto e com o objectivo geral do memorando, não podíamos assinar uma coisa de cruz”, revelou, antes de especificar em concreto algumas dessas questões.

“Por exemplo, na questão da ANA aeroportos é preciso dizer que as infra-estruturas que nós apresentamos no caderno de encargos vão ser construídas por eles, como é evidente. Isso é fundamental, além de outras coisas”, adiantou o presidente do município montijense, considerando que “não faz qualquer sentido” que essa pretensão “não esteja explicitamente” contemplada no documento.

“A Câmara Municipal do Montijo manifestou, através de ofício enviado ao secretário de Estado, que está de acordo com o objectivo genérico do memorando. Agora, temos de detalhar e clarificar questões de pormenor que são preciso ficar no memorando de entendimento”, reforçou, acrescentando: “Obviamente não ficará logo espelhado o valor de quanto custarão as obras ou qual será o projecto que será feito, ou outro tipo de pormenorização, mas terá de estar uma linha e uma filosofia geral, na sequência do já falámos com a ANA Aeroportos e que, de algum modo, já consensualizámos.” Continuar a ler

Montijo | Novo Aeroporto | Acordo para usar base aérea ainda poderá ser assinado este mês

Fonte: Diário Económico

Governo quer assinar acordo até ao final da legislatura, mas o tempo escasseia.

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O memorando de entendimento que está a ser preparado entre o Governo português; a Vinci, concessionária dos aeroportos nacionais geridos pela ANA; a Força Aérea; e a Câmara Municipal do Montijo para utilização da base aérea local para funcionar como complemento ao aeroporto da Portela poderá ser ainda assinado até ao final do presente mês, apesar do tempo já ser escasso antes de este Governo cessar funções executivas.

O Diário Económico apurou que já foram tentadas diversas datas para celebração deste memorando de entendimento, mas dificuldades de última hora têm impedido a sua concretização. No entanto, como já sublinhou em público, Sérgio Silva Monteiro, secretário de Estado dos Transportes e Infraestruturas, pretende deixar este assunto encaminhado antes de abandonar as suas funções governamentais, ou seja, antes das eleições agendadas para 4 de Outubro próximo. Para isso, restam doze dias úteis.

Contactada, fonte do Ministério da Economia não quis comentar este assunto. O facto de o memorando de entendimento poder ter de envolver outras autarquias e entidades e empresas públicas, em particular no que respeita a acessibilidades e transportes e a redes de águas e esgotos, pode ser outra das razões para a demora na assinatura deste acordo. Continuar a ler

Ryanair quer abertura do aeroporto do Montijo

Fonte: Diário Económico

O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary,acusou os franceses da Vinci, concessionária da ANA, de bloquearem o crescimento no aeroporto de Lisboa para que não seja atingido o limite que o Governo definiu como máximo na Portela e defendeu a abertura do aeroporto no Montijo.

(AW) Ryanair was the highest scoring of the large carriers in the TPA rankings, and seventh overall. Airline rankings reveal conflicting trends in early stages of rebound The overall outlook appears to be brightening for the airline industry, raising hopes that a new upward cycle is beginning. But look below the surface, and a much more complex—and in some cases troubling—picture emerges.

“Queremos investir em Lisboa mas estamos bloqueados pelo aeroporto”, acusou o presidente e fundador da Ryanair, em conferência de imprensa. “Se levantarmos as restrições em Lisboa vamos conseguir aumentar a quota de mercado e ser a maior companhia aérea em Portugal”, garantiu.

“Achamos que a abertura rápida do Montijo pode resolver o problema de Lisboa não estar servida com rotas suficientes”, frisou.

Questionado pelo Económico sobre a actuação da Vinci, referiu que o número de movimentos que se podem fazer na pista com os aviões podem ser elevados para 44 por hora mas que “o aeroporto não o faz. O número de movimentos está a ser artificialmente reduzido”, acusou.

“A única justificação é que não querem ultrapassar a meta de passageiros definida pelo Governo para a abertura do Montijo, que é de 22 milhões na Portela”.

O’Leary defendeu ainda que dar todas as concessões de aeroportos aos franceses “não foi uma ideia brilhante mas esperamos que no Montijo seja diferente”, ou seja, que possa ser gerido por outro privado que não a Vinci. Continuar a ler

Montijo apoia aeroporto na base aérea com nova ligação à ponte Vasco da Gama

Fonte: Lusa

Adaptar a base aérea do Montijo a aeroporto civil obrigaria a melhorar as ligações rodoviárias e intensificar rede de transportes públicos, defende presidente da câmara da cidade.

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O presidente da Câmara do Montijo, que apoia as negociações da ANA com a Força Aérea para abrir a base n.º 6 à aviação civil, defende uma nova ligação da Ponte Vasco da Gama para servir a infraestrutura.

Segundo Nuno Canta (PS), para adaptar a base aérea do Montijo a aeroporto civil, em alternativa a Sintra e a Alverca, será importante a articulação com a ponte através de uma nova ligação direta ao Montijo, há muito reivindicada, mas nunca concretizada.

Fonte do Ministério da Economia revelou que “só no início de setembro” deve existir um acordo entre a ANA – Aeroportos de Portugal e a Força Aérea Portuguesa (FAP), que deve ser indemnizada pela empresa controlada pelos franceses da Vinci Airports.

“Já não é a Portela+1, mas uma extensão do aeroporto da Portela”, afirmou o presidente da Câmara do Montijo, em declarações à agência Lusa, acrescentando que o aeroporto de Lisboa passa “a funcionar com duas pistas, uma na margem norte e outra na margem sul” do Tejo. Continuar a ler

Montijo | Aeroporto consensual para a próxima legislatura

Fonte: Diário da Região

O aeroporto complementar à Portela é para avançar na próxima legislatura. E, quanto à localização, também já não restam muitas dúvidas: deve aterrar na Base Aérea n.º 6 do Montijo. Este é, pelo menos, o plano de intenções que os atuais partidos da maioria do Governo (Partido Social Democrata – PSD/CDS) e principal partido da oposição (Partido Socialista – PS) defendem. Ou seja, a possibilidade de construção da nova infra-estrutura aeroportuária vir a ser realizada em Montijo e já na próxima legislatura é forte e consensual para qualquer um destes partidos (PSD/CDS/PS).

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Depois de António Costa, secretário-geral dos socialistas e candidato a primeiro-ministro, ter admitido que a localização “Montijo” tem de ser “aproveitada” e a obra executada na próxima legislatura, agora foi o ministro da Economia, Pires de Lima, a vir a terreiro sustentar a mesma tese.

“Está dentro dos planos aeroportuários e das competências e responsabilidades da própria ANA assegurar o desenvolvimento da infra-estrutura aeroportuária que serve Lisboa”, disse Pires de Lima, esta sexta-feira, à margem da apresentação em Lisboa dos princípios orientadores do Plano de Ação Turismo 2020, salientando a hipótese “Montijo”. “A opção tendencial que estamos ainda a estudar e a qualificar é o desenvolvimento da Portela com o aproveitamento da Base do Montijo”, vincou, apontando também como prazo a “próxima legislatura”.

A concluir, o ministro lembrou ainda: “Não precisamos de um aeroporto faraónico que afaste a estrutura aeroportuária de Lisboa. Ter uma estrutura aeroportuária que serve Lisboa e que está dentro da cidade é uma vantagem competitiva do país, e da cidade, que o Governo quer preservar”. Continuar a ler

Opinião | A CDU e o aeroporto dos aviões low cost para a base aérea de Montijo por José Bastos

josebastosDesde o princípio dos anos sessenta do século passado que se fala na construção de um novo aeroporto de Lisboa, na margem Sul do Tejo, para substituir o aeroporto da Portela. Saiu até uma lei para reservar os terrenos da herdade de Rio Frio para esse efeito.

No fim do século XX foi escolhida a Base da Ota para se construir o novo aeroporto e já no princípio do milénio o Governo desistiu da Ota e optou pelo Campo de Tiro de Alcohete em terrenos dos concelhos de Benavente e Montijo (freguesia de Canha).

Em 2011, o Governo suspendeu a construção do novo aeroporto e não se sabe se alguma vez vai ser construido. Já passaram mais de cinquenta anos sobre a primeira tentativa.

Já no fim de 2011 a comunicação social anunciou a possibilidade de um aeroporto para os aviões low cost ser construido numa base aérea militar da Área Metropolitana de Lisboa: Alverca, Sintra ou Montijo.

O assunto foi estudado por uma comissão nomeada para o efeito e a escolha em princípio recaiu sobre o Montijo.

O actual Presidente da Câmara de Montijo, tem mostrado um grande interesse e entusiasmo na vinda do aeroporto e já apresentou ao CEO da ANA, as infra-estruturas exteriores que são necessárias.

Quem sente o “pulsar” dos Montijenses sabe que na sua quase totalidade desejam que o aeroporto venha para cá. Até porque se propõem utilizar a via fluvial de Montijo para Lisboa que vai ao encontro da história da nossa comunidade.

Quando se pensava que neste ponto todas as forças políticas estavam de acordo a CDU apresentou na Assembleia Municipal de Montijo uma moção contra a vinda do aeroporto para nossa Base Aérea. A moção foi rejeitada pelos votos do PS e do PSD, com a abstenção do BE e da presidente da Assembleia Municipal. Continuar a ler

Montijo entrega caderno de encargos à ANA – Aeroportos de Portugal

O Município do Montijo entregou à ANA – Aeroportos de Portugal um caderno de encargos com os investimentos necessários para acolher o aeroporto para os voos low-cost na Base Aérea n.º 6 do Montijo.

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A informação foi avançada na reunião ordinária de 27 de maio pelo presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta.

Entre as infraestruturas mais relevantes, foram indicadas a necessidade de concluir a Circular Externa até ao Seixalinho, a construção da Avenida do Seixalinho com ciclovia, uma nova ligação viária à Ponte Vasco da Gama, a melhoria dos transportes públicos e a prestação do abastecimento de água e do tratamento dos esgotos ao novo aeroporto pelos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento do Montijo.

Este caderno de encargos do município foi entregue durante uma reunião, realizada no dia 27 de maio, entre o presidente Nuno Canta e Jorge Ponce de Leão, CEO da ANA que confirmou a opção pela utilização dos terrenos públicos da Base Aérea nº 6 para o aeroporto para os voos low-cost. Continuar a ler

Câmara Municipal do Montijo pressiona aeroporto low cost

Fonte: SOL

A Câmara Municipal do Montijo quer uma clarificação da ANA – Aeroportos de Portugal sobre o projecto de uma estrutura para as companhias aéreas low cost a construir na base aérea do concelho. O presidente da autarquia, Nuno Canta, solicitou na semana passada uma reunião ao CEO da empresa, Jorge Ponce de Leão, para clarificar as opções do grupo.

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“Queremos saber em que ponto está o projecto de construção da nova estrutura aeroportuária na base do Montijo”, explicou Nuno Canta ao SOL, recordando que, em Setembro do ano passado, os franceses da Vinci, que adquiriram a ANA, estiveram reunidos com os representantes da Câmara Municipal do Montijo tendo então dado sinais claros “do seu interesse em usar a base aérea n.º 6” para voos comerciais.

O pedido de clarificação à ANA surge na sequência do rápido e inesperado crescimento do tráfego na Portela, que se manteve este ano. Segundo anunciaram no mês passado responsáveis da empresa, o aeroporto da capital apresentou resultados muito superiores aos esperados para 2014: cresceu 13,3%, superando a barreira dos 18 milhões de passageiros.

O contrato de concessão entre a empresa francesa e o Estado português, assinado em Dezembro de 2012, estipula que a empresa é obrigada a iniciar conversações com o Governo para decidir uma solução a adoptar para aumentar a capacidade aeroportuária na região de Lisboa, caso o tráfego atinja 22 milhões de passageiros. Continuar a ler