Municípios dizem que medida de restruturação do setor das águas foi tomada sem os ouvir

Fonte: Ambiente Magazine

“Não pode ser feita uma restruturação do setor das águas sem envolver os municípios”, esta foi a ideia mais vincada, esta manhã, no última dia de conferências do ENEG, no Porto. A medida que tem gerado uma grande onda de contestação por autarcas de Norte a Sul do país, foi discutida numa mesa redonda, que contou com a presença da Águas de Portugal, Águas do Ribatejo, municípios de Castelo Branco e Fundão e, ainda, da Aquapor.

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O presidente da câmara de Fundão, Paulo Fernandes, aproveitou a sua intervenção para reforçar que o sentimento da sua autarquia é o mesmo. “Subscrevo o que foi dito. Cada município tem de ter liberdade de escolha para escolher o modelo mais adequado para si”. “Estamos num país muito pequeno mas com muitas diferenças”, reforçou.

A discussão acesa foi suavizada por Francisco Silvestre de Oliveira, presidente da Águas do Ribatejo, que concordou que “a criação destas entidades obviamente que cria desarticulação” mas, lembrou que, “por exemplo, os municípios têm tudo a ganhar em agregar aos sistemas em baixa de forma a aceder a fundos comunitários”. “Nenhum gestor parte para um processo destes sem achar que vai resultar e nós temos excelentes gestores. Já poupamos muito dinheiro e as poupanças são muito importantes para os municípios e, também, temos de entender que estes processos demoram muito tempo”, acrescentou António Lobato de Faria, presidente da Águas de Portugal. Continuar a ler

WattWater: uma nova aplicação que permite controlar e reduzir os gastos energéticos de Entidades Gestoras de abastecimento e saneamento

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O WattWater é uma tecnologia 100% portuguesa, desenvolvida pela EPAL, com o objetivo de apoiar a otimização da gestão energética em Entidades Gestoras de abastecimento de água e saneamento de águas residuais. A sua apresentação teve lugar hoje, 1 de dezembro, no ENEG 2015, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.

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O WattWater é um SaaS que permite, de uma forma eficiente e inovadora, assegurar o complexo processo de integração dos dados relevantes para a monitorização das variáveis associadas à gestão de energia, constituindo-se como um sistema flexível, objetivo e intuitivo.

Esta nova aplicação de gestão tem como principais vantagens :

  • Automatizar a recolha e tratamento dos dados
  • Efetuar a correlação entre o consumo de energia, os seus custos e os volumes movimentados
  • Configuração de alertas, pelo utilizador, para qualquer variável

Para saber mais sobre este serviço inovador veja aqui.

Lisboa, Loures e Odivelas avançam com ação judicial contra reestruturação das águas

Fonte: Lusa

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, anunciou hoje estar a preparar, em conjunto com os municípios de Loures e Odivelas, uma ação judicial no âmbito da reestruturação do setor das águas aprovada pelo Governo.

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“Estamos a preparar, em conjunto com Loures e Odivelas, uma ação judicial em relação à integração da Simtejo na Águas de Lisboa e Vale do Tejo”, afirmou Fernando Medina durante o debate O Estado da Cidade na Assembleia Municipal de Lisboa.

O autarca de Lisboa aproveitou para “reafirmar na íntegra todas as moções aprovadas [na Câmara e na Assembleia Municipal de Lisboa] relativamente à reestruturação do setor das águas”, processo que “expropriou os municípios sem compensação”.

A Águas de Lisboa e Vale do Tejo resulta da agregação da Águas do Zêzere e Coa, Águas do Centro, Águas do Oeste, Simtejo, Sanest, Simarsul, Águas do Norte Alentejano, Águas do Centro Alentejo, passando a servir 86 municípios e uma população de 3,8 milhões de habitantes, numa área territorial correspondente a 33% do território continental. Continuar a ler

Lisboa | 10ª expo água – o futuro do setor em contexto de mudança

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A Expo Conferência da Água afirmou-se indiscutivelmente, nos últimos nove anos, como um evento de referência, crucial na agenda do setor da água em Portugal.

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Este é um espaço privilegiado de debate dos grandes temas da água e saneamento que anualmente reúne todos os seus intervenientes, comunidade profissional e académica. Tal deve-se ao facto de ter sido, desde a sua origem, desenhada com base em informação independente e pertinente, que visa um único propósito: informar o mercado, informar o setor.

É já a 10.ª edição que o jornal Água & Ambiente (publicação do Grupo About Media) organiza e que, em 2015, terá lugar nos dias 11 e 12 de novembro, no SANA Malhoa Hotel, em Lisboa, tendo como título O futuro do setor em contexto de mudança – da reestruturação à inovação.

Ao longo das últimas décadas são inegáveis os progressos do setor da água em Portugal

A comprovar, os indicadores de excelência que apontam para 95% da população servida por sistemas de abastecimento de água, 98% de água controlada e de boa qualidade, 81% da população servida por sistemas de drenagem de águas residuais e 99,5% das águas balneares costeiras e 95% das águas balneares interiores em conformidade com as diretivas europeias.

No entanto há ainda muito para fazer.

Reforma dos serviços de água e saneamento

Após terem sido definidos os grandes objetivos estratégicos para o abastecimento de água e saneamento com a publicação do PENSAAR 2020 (que foi o grande tema da anterior edição da Expo Conferência da Água), as medidas e ações para a sua concretização marcarão certamente o futuro do setor, que assiste também ao início de uma profunda reforma, aclamada e, ao mesmo tempo, contestada pelos diferentes stakeholders. Continuar a ler

7 dicas para apreciar a água da torneira

Fonte: Green Savers

O título deste artigo pode parecer estranho – afinal, beber água não tem nada de extraordinário. Pelo menos em Portugal, onde ela é de boa qualidade: basta pegar num copo, abrir a torneira e beber calmamente.

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No entanto, a água pode apresentar, ocasionalmente, sabor e cheiro, devido a diversos factores como a presença de cloro usado na desinfecção da água ou deficiente manutenção das redes prediais e canalizações domiciliárias, incluindo torneiras.

Segundo explica a Águas de Portugal, o sabor da água depende também da sua composição em sais – o cálcio e o magnésio, por exemplo. Para melhorar o sabor e o cheiro da água, fique com sete dicas simples e que contribuirão, certamente, para se sentir mais saciado ao bebê-la.

SETE DICAS PARA BEBER ÁGUA

1.No tempo quente, a água pode aumentar a sua temperatura, caso as redes de distribuição ou prediais estiverem expostas ao calor. Antes de beber, deixe correr um pouco para refrescar a água.

2.Quanto mais fresca a água estiver, melhor sabe. Manter a água no frigorífico, de preferência num recipiente tapado, ajuda a melhorar o sabor e a sensação de frescura. Continuar a ler

AML | DECO – Água: quanto custa a tarifa no seu município?

Abastecimento, saneamento e resíduos sólidos urbanos pesam na fatura mensal da água.

A DECO realizou um estudo onde simula o consumo médio de 120m3 de água por ano e os custos associados ao abastecimento, saneamento e resíduos sólidos urbanos – total da fatura que recebemos em casa.

Dos resultados obtidos, verifica-se, nos municípios da Área Metropolitana de Lisboa, que os residentes no concelho de Mafra pagam a fatura mais elevada.

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Já em Palmela, no sentido inverso, os cidadãos residentes no concelho são aqueles que pagam o menor custo.

Tendo por base um consumo médio mensal de 10 metros cúbicos, os dados apresentados refletem uma simulação de 120 metros cúbicos anuais. Os valores não incluem IVA e têm por base os tarifários em vigor à data de abril de 2015. Continuar a ler

Mapa dos aumentos e descidas | o que vai acontecer ao preço da água?

Fonte: Observador

Artigo completo aqui.

A reforma do preço da água vai atingir mais de metade do país, quase 200 concelhos, e para a maioria da população abrangida, poderá representar um aumento do preço. O Observador revela o mapa dos aumentos e descidas das tarifas da água e do saneamento, que poderão acontecer por via da reestruturação do setor, com base em dados fornecidos pelo Ministério do Ambiente e Energia.

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Água da chuva em autoclismos?

Fonte: Smart Cities

Testar, pela primeira vez, a utilização de água da chuva nos sistemas de instalação sanitária. Este é o mais recente passo dado pela empresa portuguesa OLI, potenciado por um investimento de meio milhão de euros na renovação do seu laboratório de testes de vida, em Aveiro, onde vão decorrer as experiências.

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“Neste momento, estamos a fazer ensaios mecânicos de ‘resistência’ em todos os nossos produtos com a água da chuva. Cada um é testado em 200 mil ciclos, pelo que este número revela o rigor com que são desenvolvidos”, conta, à Smart Cities, António Oliveira, presidente da OLI.

Quanto ao processo de recolha da água da chuva para utilização em autoclismos, este será feito tal como acontece hoje para os sistemas de rega: através de “uma bomba de água adequada e uma canalização independente que garanta, de forma perfeita, a não mistura da água da chuva com a potável e que, em caso algum, permita o consumo deste tipo de água como potável”.

A grande vantagem deste tipo de soluções, segundo o responsável, é o facto de representarem uma alternativa à utilização de água potável, que é escassa em muitas zonas do globo. Por essa razão, têm “uma importância elevada” para o desenvolvimento de cidades mais inteligentes. Continuar a ler

Municípios devem recorrer à via judicial para travar fusões nas águas

Fonte: Lusa

O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Manuel Machado, defendeu hoje, em Coimbra, o recurso à via judicial por parte dos municípios para se travar o processo de fusão de sistemasmultimunicipais de água.

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“Cada município é livre de tomar as decisões que entender”, mas a ANMP defende o recurso à “via judicial, se este processo [de agregação de sistemas multimunicipais de água] prosseguir”, afirmou Manuel Machado, que falava aos jornalistas ao princípio da tarde de hoje depois de ter participado numa reunião do Conselho Diretivo da Associação.

“A fusão de uma empresa com outra só pode ser feita por deliberação qualificada da assembleia geral”, sustentou o presidente da ANMP, recordando que a empresa Águas de Portugal (AdP) detém 51% do capital social das empresas envolvidas em processos de agregação preconizados pelo Governo.

A AdP não tem, assim, “poderes em assembleia geral para determinar” fusões de sistemas multimunicipais de água, salientou. Continuar a ler

Sanest | municípios contestam fusão da Sanest no novo sistema de Lisboa e Vale do Tejo

Fonte: Lusa

Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra “rejeitam a solução proposta pelo Governo que é, do ponto de vista social e económico, indesejável e perigosa e, no plano jurídico, viola o código das sociedades comerciais e a Constituição”, afirmaram hoje os quatro municípios, em comunicado, a que a Lusa teve acesso.

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A criação do sistema multimunicipal de água e saneamento de Lisboa e Vale do Tejo prevê a agregação de oito sistemas multimunicipais, entre os quais a Sanest — Sistema de Saneamento da Costa do Estoril, na nova sociedade Águas de Lisboa e Vale do Tejo (LVT).

A Sanest é detida em 51% pela Águas de Portugal (AdP) e nos restantes 49 pelos quatro municípios, que contestam a criação de uma nova concessão, por 30 anos, à LVT, cuja gestão será delegada na EPAL (Empresa Portuguesa de Águas Livres). Continuar a ler

Beber água da torneira para combater a diabetes

Fonte: Smart Cities

Beber, diariamente, seis copos de água da torneira pode ajudar os portugueses a prevenir a diabetes e contribuir para uma vida mais saudável. A recomendação é deixada pela EPAL – Empresa Pública das Águas Livres e faz parte de uma campanha lançada na semana passada, que conta com a parceria da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) e do Programa Nacional para a Diabetes (PND) da Direcção-Geral de Saúde.

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Dada a sua natureza universal e salutar, a água da torneira é o “veículo por excelência para levar esta mensagem à sociedade”, consideram os parceiros da iniciativa. “A água da rede distribuída pela EPAL é um produto rigorosamente controlado e alcança padrões de excelência ao nível das melhores do mundo”, afirmou José Sardinha, presidente da EPAL, durante o lançamento da iniciativa. “O consumo adequado de água da torneira é um aliado fundamental de um estilo de vida saudável e essencial para uma adequada hidratação, a qual sabemos ser um factor essencial da saúde, da prevenção de doenças e do aumento do bem-estar, fundamentais ao progresso da condição humana”, concluiu. Continuar a ler

AML | qual o município que cobra mais pela água?

Mais um ranking AML!

Qual o município que cobra mais pela água? De uma outra forma, quais os cidadãos da Área Metropolitana de Lisboa que pagam mais pela água consumida? Os lisboetas? Os setubalenses? Os alcochetanos?

O município de Mafra apresenta aos seus munícipes o valor do consumo da água mais elevado da AML.

No sentido inverso, os cidadãos residentes no concelho do Montijo são aqueles que pagam menos pelo consumo da água.

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Tendo por base um consumo médio mensal de 10 metros cúbicos, os dados apresentados refletem uma simulação de 120 metros cúbicos anuais. Os valores não incluem IVA e têm por base os tarifários em vigor à data de setembro de 2014. Continuar a ler