Cidades no centro da estratégia ambiental

Fonte: Smartcities

Descarbonizar a sociedade, desenvolver a economia circular e valorizar o território. Estes objectivos compõem a agenda do Governo português para o Ambiente, que recebeu ontem luz verde em Conselho de Ministros e que tem nas cidades o palco principal. A meta está traçada: conseguir a independência de combustíveis fósseis até 2050.

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A estratégia da pasta liderada por João Matos Fernandes é orientada para fazer face a sete desafios, que vão desde a reabilitação do edificado, à mobilidade sustentável, à adaptação às alterações climáticas ou à qualidade da prestação de serviços ambientais, e inclui a criação de um Fundo Ambiental. Este surge por agregação dos fundos existentes, possibilitando, assim, uma gestão mais flexível, esperando-se que obtenha receitas na ordem dos 160 milhões de euros por ano, que serão, depois, aplicadas em novos investimentos, adianta o Governo. Prevista está também a criação de living labs, centrados no combate às alterações climáticas, e que se incluem na promoção de uma “cultura ambiental, debatida e participada”, com uma presença mais abrangente e integrada na estrututura da sociedade.

Redução de emissões

Não é possível descarbonizar sem reduzir as emissões de CO2, pelo que este é o primeiro desafio apontado ao ministério do Ambiente. A preocupação incide nos sectores que produzem emissões difusas, nomeadamente os dos transportes, edifícios e actividade agroflorestal. Para cumprir as metas, o Governo conta com a aprovação da Estratégia Nacional para o Ar 2020 (ENAR 2020), que visa melhorar a qualidade do ar para a protecção da saúde humana, da qualidade de vida dos cidadãos e da preservação dos ecossistemas, com um foco natural das cidades, e a criação do Sistema Nacional de Políticas e Medidas (SPeM), previsto no Quadro Estratégico para a Política Climática, que permitirá o acompanhamento e avaliação das políticas de mitigação sectoriais. Ainda este ano, em Setembro, espera-se que Portugal ratifique o acordo de Paris, o que “colocará Portugal na linha da frente na União Europeia”, refere o comunicado do ministério do Ambiente.

Economia circular

A par da descarbonização, outro dos vértices desta visão do Governo é a estruturação de uma economia circular, que englobe toda a cadeia de produção e, consequentemente, “estimule dinâmicas empresariais e a criação de emprego no curto prazo”. A redução do uso das matérias-primas em sectores como a metalomecânica e a cerâmica é um dos passos previstos, mas espera-se também que a adopção de uma estratégia para as compras públicas que valorize a especificação de produtos com melhor desempenho ambiental contribua neste sentido. Continuar a ler

S. Energia | ENERINT – II Feira de Energia Inteligente

A S.energia – Agência Regional de Energia, irá realizar de 22 a 25 de Setembro de 2016, em parceria com a Câmara Municipal da Moita, e com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro e da Câmara Municipal do Montijo, a segunda edição da Feira de Energia Inteligente – ENERINT, no Pavilhão Municipal de Exposições da Moita.

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Temática da Feira

A ENERINT – Feira de Energia Inteligente é uma iniciativa de promoção e demonstração de tecnologias eficientes na área das Energias Renováveis, Climatização, Iluminação, Construção e Reabilitação, Gestão da Energia e Mobilidade Sustentável. Este evento pretende congregar no mesmo espaço um conjunto de soluções e atores locais que só por si tenham capacidade de influenciar, a médio e longo prazo, a eficiência energética regional, com especial enfoque nos sectores doméstico e serviços.

Este evento pretende tornar-se numa referência da região e do sector, gerando ponto de encontro que propicie novas oportunidades de negócios, e de apresentações de novos produtos, serviços e soluções. Nesta edição será ainda possível encontrar uma área dedicada a crianças e jovens, para dar a conhecer brinquedos didáticos relacionados com as temáticas apresentadas.

Público-alvo

Este evento de entrada gratuita estará aberto ao público em geral, estudantes e professores, arquitetos, engenheiros, construtores civis, profissionais do sector do ambiente e energia, gestores e técnicos da administração pública central, regional e local, técnicos das agências de energia. Continuar a ler

Relatório do Estado do Ambiente 2015 (REA 2015)

O Relatório do Estado do Ambiente 2015 (REA 2015) constitui a mais recente avaliação do estado do ambiente em Portugal e está disponível online, para consulta ou download.

Publicado anualmente pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), com a colaboração de cerca de 20 outros organismos da administração pública, o Relatório do Estado do Ambiente é elaborado desde 1987 e tem como propósito avaliar o estado do ambiente em Portugal, reconhecendo os principais progressos e constrangimentos nesta área, e identificando a posição do País face aos objetivos e metas assumidos. Continuar a ler

O mapeamento da pobreza energética em Portugal

Fonte: ambienteonline

Bragança é o concelho do país onde existe mais pobreza energética entre a população com mais de 65 anos, em particular na freguesia de Rio de Onor, onde 75 por cento dos  habitantes estão nesta situação. Braga, por oposição, foi identificado como sendo o concelho, dos 29 estudados, onde existe menos pobreza energética por ter população mais jovem e com maiores níveis de rendimento.

Estas são conclusões de um estudo realizado pelo CENSE (Centre for Environmental and Sustainability Research) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa que fez o mapeamento da pobreza energética em Portugal. O estudo integrou o projectoClimAdaPT.local e concluiu que, em média, 29 por cento da população não tem capacidade de aquecer as casas no Inverno nem arrefecê-las no Verão.

“Tentámos perceber quem não consegue aquecer ou arrefecer a sua casa por não ter disponibilidade económica para isso”, resume a investigadora Sofia Simões ao Ambiente Online.

A investigadora alerta para o facto de a pobreza energética comportar custos “não só do ponto de vista social, que são intangíveis e não conseguem ser medidos”, mas “também para o sistema nacional de saúde uma vez que há complicações que têm que ser tratadas”. Continuar a ler

Ministério do Ambiente cria Comissão de Acompanhamento sobre a poluição no rio Tejo

O Ministério do Ambiente determinou a criação da Comissão de Acompanhamento sobre a poluição no rio Tejo, que terá por missão avaliar e diagnosticar as situações com impacto direto na qualidade da água do rio Tejo e seus afluentes, uma vez que um dos objetivos centrais da política de ambiente é assegurar a gestão sustentável dos recursos hídricos.

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Esta Comissão deverá também promover a elaboração e execução de estratégias de atuação conjunta e partilhada entre diversas entidades de modo a fazer face aos fenómenos de poluição e, ainda, avaliar e propor medidas que agilizem a capacidade de atuação da Administração perante os problemas de poluição identificados.

A decisão de criar esta Comissão de Acompanhamento surge como resposta aos problemas de poluição que afetam o rio Tejo e seus afluentes e que assumiram em 2015 uma maior expressão em virtude da fraca pluviosidade registada e associada às temperaturas elevadas.

A presente Comissão terá representantes da Agência Portuguesa do Ambiente, da Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e do Centro. Integram, ainda, esta Comissão as Comissões Intermunicipais da Lezíria do Tejo, Médio Tejo e Beira-baixa. Continuar a ler

Ambiente e Transportes, uma união acertada?

Fonte: Smart Cities

Mudam-se os tempos, mudam-se governos. Confirmado o nome de António Costa como primeiro-ministro de Portugal, alteram-se, naturalmente, as orientações políticas em relação aos anteriores Governos PSD/CDS-PP. As primeiras mudanças surgiram, desde logo, na definição da orgânica dos ministérios, com uma nova união entre Transportes e Ambiente. Será que se antecipa um casamento feliz?

A pasta do Ambiente passa a abarcar os Transportes Públicos – até agora pelouro indiscutível das áreas de Economia e Obras Públicas. Para os especialistas, juntar Ambiente e Transportes é uma opção positiva, desde que traga, efectivamente, políticas de promoção de uma mobilidade mais sustentável, com impacto também nas cidades portuguesas.

À frente do ministério, João Pedro Matos Fernandes detém competências nas duas áreas. O ministro do Ambiente era, até agora, presidente do Conselho de Administração da Águas do Porto. Porém, no seu percurso, foram vários os cargos que desempenhou ligados aos transportes: presidente da Associação dos Portos Portugueses ou, no princípio da carreira, coordenador do sector dos transportes na Comissão de Coordenação da Região Norte, por exemplo. Foi também docente no Instituto Superior Técnico na área de infra-estruturas e no Instituto Superior de Transportes, em Impactes Energéticos e Ambientais dos Transportes.

Perante o quadro institucional, o casamento entre Ambiente e Transportes Públicos parece uma escolha acertada, afirmando uma preocupação de sustentabilidade na área da mobilidade. A mudança traz, sobretudo, uma mudança de paradigma. “No passado, o transporte esteve sempre associado às Obras Públicas, que, por muito que tenham um carácter simbólico, transmitia a ideia de que resolver os problemas do sector passava por investir em obras públicas; esta junção ao Ambiente aponta outro caminho, com uma maior atenção à gestão dos sistemas de transportes”, sublinha João Vieira, consultor em Transportes na Tis.pt. Continuar a ler

As cidades (ainda) mais poluídas do que Pequim

Treze das 20 cidades mais poluídas do mundo são na Índia enquanto outras três localizam-se no Paquistão. O canal de televisão canadiano, CBC, publicou uma lista com o top 10.

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Mais de metade do plástico enviado para os oceanos provém de 5 países

Fonte: Green Savers

China, Indonésia, Filipinas, Tailândia e Vietname. Estes cinco países são responsáveis por mais de metade do plástico que é enviado anualmente para os oceanos do planeta, de acordo com um relatório da Ocean Conservancy e do McKinsey Center for Business and Environment.

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O estudo afirma que uma redução de 65% da quantidade de plástico que estes países enviam para os oceanos significaria um decréscimo global de 45% de plástico nos mares globais. Isto poderia ser feito com medidas como o encerramento de pontos de vazamento dentro de o sistema de recolha, aumentar as taxas de reciclagem, utilizar várias tecnologias para tratar o lixo ou separar manualmente o plástico valioso.

Denominado “Stemming the tide: land-based strategies for a plastic-free ocean”, o relatório baseou-se numa “investigação exaustiva” que descobriu que mais de 80% do plástico que existe nos oceanos provém da terra e não de fontes ligadas às actividades pesqueiras. Destes 80%, três quartos provém de resíduos não recolhidos e outra parte das falhas dos próprios sistemas de gestão de resíduos.

Leia o relatório (tem de se registar no site da McKinsey). Continuar a ler

WattWater: uma nova aplicação que permite controlar e reduzir os gastos energéticos de Entidades Gestoras de abastecimento e saneamento

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O WattWater é uma tecnologia 100% portuguesa, desenvolvida pela EPAL, com o objetivo de apoiar a otimização da gestão energética em Entidades Gestoras de abastecimento de água e saneamento de águas residuais. A sua apresentação teve lugar hoje, 1 de dezembro, no ENEG 2015, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.

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O WattWater é um SaaS que permite, de uma forma eficiente e inovadora, assegurar o complexo processo de integração dos dados relevantes para a monitorização das variáveis associadas à gestão de energia, constituindo-se como um sistema flexível, objetivo e intuitivo.

Esta nova aplicação de gestão tem como principais vantagens :

  • Automatizar a recolha e tratamento dos dados
  • Efetuar a correlação entre o consumo de energia, os seus custos e os volumes movimentados
  • Configuração de alertas, pelo utilizador, para qualquer variável

Para saber mais sobre este serviço inovador veja aqui.

S.energia promove 2.º Edição da Distinção “Edifício + Sustentável”

No próximo dia 30 de Novembro, realizar-se-á o “Encontro com Energia” subordinado à “Promoção de uma Arquitetura mais Sustentável”, no qual será entregue a da Distinção “Edifício + Sustentável” no âmbito da sua segunda edição.

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A Distinção “Edifício + Sustentável foi implementada pela S.energia em 2014, e pretende reconhecer as operações urbanísticas concluídas e energeticamente certificadas no ano civil que antecede a edição da iniciativa, que adotem as melhores práticas nos domínios energético ambiental na conceção ou na reabilitação edifícios da área de intervenção da agência de energia, obtendo classes energéticas A+ e B. Serão premiados os edifícios que se socorreram de estratégias bioclimáticas, de tecnologias, soluções e materiais de construção com menor impacto ambiental e menor energia incorporada, proporcionando um maior conforto higrotérmico dos utilizadores, e o incremento da eficiência energética, valorizando indubitavelmente o contexto urbano onde se inserem.

No âmbito do evento, será realizada a assinatura de um protocolo celebrado entre a Baía do Tejo S.A. e a S.energia no âmbito da Gestão Local de Energia, haverá lugar à apresentação uma intervenção de reabilitação arquitetónica promovida pela Baía do Tejo, e será feito um enquadramento pela ADENE – Agência para a Energia sobre a importância do Sistema de Certificação Energética na promoção da maior sustentabilidade arquitetónica. Continuar a ler

Greenpeace Portugal – “O Fundo da Linha”

O oceano profundo é o maior ecossistema do planeta, porém, continua amplamente inexplorado. Quanto mais desvendamos os seus mistérios, mais descobrimos o quão único este mundo estranho realmente é.

Cidades sustentáveis: E se pudesse ir buscar as alfaces ao topo do seu prédio?

Fonte: ambienteonline

A colocação de estufas com culturas hidropónicas [que usam substrato em vez de solo], como a alface, por exemplo, no topo dos prédios ajuda os edifícios a manter o isolamento térmico permitindo poupanças de energia. Por outro lado, salienta o professor e investigador Paulo Ferrão, tem a vantagem de promover a produção local de alimentos na cidade com benefícios ambientais e económicos. “Pode ser um bom negócio a explorar por parte de alguns cidadãos”, sugere em declarações ao Ambiente Online.

Este é um dos cenários que está a ser ponderado no “SusCity”, um projecto que tem como objectivo conceber cidades sustentáveis. É financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia no âmbito do programa MIT Portugal e conta com a colaboração de várias universidades e instituições como o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), Adene, EDP, Nester, Câmara Municipal de Lisboa e Junta de Freguesia dos Olivais, zona da capital que está a servir de base ao estudo.

Nos Olivais e Parque das Nações, a zona onde incide o estudo, há muitos edifícios com os tectos planos, condição ideal para a implementação desta solução, realça o investigador. Com este tipo de cultura é possível produzir três vezes mais alfaces do que a necessidade de um prédio de grande dimensão. Continuar a ler

Municípios portugueses identificam os seus maiores riscos climáticos para o futuro e avaliam opções de adaptação

Municípios portugueses identificam os seus maiores riscos climáticos para o futuro e avaliam opções de adaptação.

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No âmbito do processo formativo com vista à criação de uma Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC), os municípios beneficiários do Projeto ClimAdaPT.Local já identificaram as suas vulnerabilidades climáticas futuras e preparam-se agora para avaliar a aplicação de várias opções de adaptação.

Após a segunda fase de workshops regionais, que decorreu entre os meses de setembro e outubro, é possível destacar, para o conjunto das 26 autarquias*, oseventos climáticos com tendência a ser mais gravosos no futuro:

Precipitação excessiva (cheias e inundações rápidas; deslizamento de vertentes e danos em infra-estruturas): estes fenómenos tenderão a ser menos frequentes, mas mais intensos nos próximos anos, de acordo com as projeções.

Temperaturas elevadas/ondas de calor: as projeções apontam para um aumento substancial da temperatura na primavera e no verão ao longo deste século, bem como ondas de calor mais frequentes e uma maior probabilidade de ocorrência de incêndios florestais, derivada da conjugação de situações de seca com temperaturas elevadas.

Secas: serão progressivamente mais frequentes e intensas até 2100.

Ondulação forte/galgamento costeiro: os cenários projetados para o ano de 2050 apontam para uma subida do nível médio do mar entre 0,17m e 0,38m, valores que evoluirão para um intervalo entre 0,26m e 0,82m até ao final do séc. XXI. Numa projeção mais extrema em termos globais, alguns estudos apontam uma subida de 1,10m em 2100. Os impactes destes fenómenos serão mais graves se conjugados com a sobrelevação do nível médio do mar associada a tempestades.

Face aos cenários de maior risco climático no futuro, os municípios estão a estudar várias opções de adaptação, cuja viabilidade será avaliada na próxima fase do projeto: Continuar a ler

Participa | A maneira fácil de participar nas consultas públicas lançadas em Portugal

Aceder ao Participa aqui.

Disponível desde julho de 2015, o Participa é o portal oficial onde são disponibilizados os processos de consulta pública a cargo do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia.

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O Participa tem por objetivo:

  • facilitar o acesso dos cidadão e interessados aos processo de consulta
  • incentivar a participação informada
  • melhorar a eficiência na gestão dos processos

No Participa encontra toda a informação relevante sobre os processos sujeitos a consulta pública do MAOTE. Pode pesquisar os processos na sua região, acompanhar processos que tenha interesse, partilhar nas redes sociais e enviar contributos de participação.

 

Compras verdes para cidades sustentáveis

Fonte: Smart Cities

As compras públicas são uma vertente importante da acção de uma autarquia, um pouco por todo o mundo, avaliando que bens e serviços devem ser postos ao serviço da cidade. Contudo, são também importantes para tornar o desempenho da administração local mais sustentável e com uma menor pegada carbónica. Como? Um novo guia, gratuito, destinado às cidades europeias, dá algumas respostas.

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Trata-se da publicação “Compras Públicas ‘verdes’ nos Planos de Acção para a Energia Sustentável”, que apoia as cidades subscritoras no Pacto de Autarcas a integrar as compras públicas ecológicas no seu planeamento municipal. O guia está sobretudo vocacionado para os municípios que se encontrem a definir o seu Plano de Acção para a Energia Sustentável, peça obrigatória no âmbito do Pacto de Autarcas.

Entre informação sobre as várias fases de compras públicas e o enquadramento teórico sobre o tema, é possível consultar também dicas e exemplos de boas-práticas. O guia está disponível em inglês, italiano, polaco, romeno, eslovaco e alemão. Continuar a ler