AML | Inauguração da Exposição da Associação Raríssimas “Mais perto do que é Raro.” dia 3 de fevereiro

Esta exposição integra-se na programação cultural da Área Metropolitana de Lisboa “Quartas do Mascarenhas”  e estará patente ao público até ao dia 26 de fevereiro, entre as 09h00m-13h00m e as 14h30m-17h30m.

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AML | Reunião Ordinária do Conselho Metropolitano de Lisboa

O Conselho Metropolitano de Lisboa reúne no próximo dia 21 de janeiro, (quinta-feira), pelas 11h00m (e não às 10h30m como habitualmente), na sede da Área Metropolitana de Lisboa – Edifício Mascarenhas, sito na Rua Cruz de Santa Apolónia, 23, 25 e 25A, em Lisboa, com a Ordem de Trabalhos:

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O Conselho Metropolitano, de acordo com o novo estatuto das entidades intermunicipais (Lei n.º 75/1013, de 12 de setembro), é o órgão deliberativo da Área Metropolitana de Lisboa, constituído pelos presidentes das câmaras municipais dos 18 municípios que integram a área metropolitana (Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira).

CCDRLVT – Infodata LVT 8 | Área Metropolitana de Lisboa no Contexto das Regiões Metropolitanas Europeias

A InfoData é um suplemento de monitorização semestral que tem por objetivo divulgar informação relativa às dinâmicas da Região de Lisboa e Vale do Tejo.

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O presente número visa proceder a uma análise comparativa entre a Área Metropolitana de Lisboa (Região de Lisboa NUTS II 2002) e as regiões Metropolitanas da Europa que apresentem referenciais semelhantes em termos de dimensão, população ou economia, pretendendo-se assim percecionar o desempenho da Região de Lisboa face aos seu pares europeus.

O documento está organizado em três partes:

Na primeira parte aborda-se a importância crescente que a dimensão metropolitana e urbana tem assumido no contexto das políticas e das instituições europeias. Existem cerca de 120 áreas ou regiões metropolitanas na Europa que concentram mais de 60% da população. Estes territórios concentram ainda grande parte da produção e da riqueza dos países, pelo que a comparação das dinâmicas de desenvolvimento da Região de Lisboa com outras regiões metropolitanas é relevante, sobretudo, no contexto dos fundos estruturais e de investimento europeus para 2014 – 2020. Continuar a ler

INE | Anuário Estatístico da Área Metropolitana de Lisboa – 2014 (edição 2015)

A edição deste ano segue a estrutura temática adotada nas edições anteriores, consistindo em 26 subcapítulos agrupados em quatro grandes domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado.

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No início de cada subcapítulo, apresenta-se um quadro com um conjunto de indicadores de síntese, visando uma comparação mais imediata do posicionamento das diferentes unidades territoriais nos fenómenos retratados.

A edição de 2015 dos Anuários Estatísticos Regionais suporta-se, pela primeira vez, na nova Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos (NUTS 2013).

Os quadros de informação são apresentados em formato bilingue (português e inglês) e disponibilizam as hiperligações para os indicadores da Base de Dados on-line do Portal de Estatísticas Oficiais (www.ine.pt), com o nível de desagregação geográfica de acordo com a informação editada. Continuar a ler

Área Metropolitana de Lisboa promove Concerto de Natal com a Orquestra Geração

A Área Metropolitana de Lisboa (AML) promove no próximo dia 16 de dezembro, pelas 17h30m, no Edifício Mascarenhas (Sede da AML – R. Cruz de Santa Apolónia, 25A, 1100-187 Lisboa), o Concerto de Natal com a Orquestra Geração.

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Este concerto, surge integrado no lançamento do evento Quartas do Mascarenhas, que pretende dar a conhecer a região metropolitana e a sua diversidade cultural.

Em articulação com associações/ organismos culturais e municípios, serão promovidos concertos, espetáculos de dança, recitais, exposições e debates sobre temas da atualidade metropolitana, periodicamente, à quarta-feira ao final do dia, no Edifício Mascarenhas. Consulte a atualização da programação aqui.

O concerto com a Orquestra Geração será o primeiro de muitos eventos, que foi escolhido enquadrado na quadra festiva, e por ser um projeto promovido pela AML e pelos Municípios de Amadora, Lisboa, Loures, Oeiras, Sesimbra, Sintra e Vila Franca de Xira (no âmbito de candidaturas apresentadas ao PORLisboa – QREN) – Orquestras Sinfónicas Juvenis.

Inspirado no modelo venezuelano, foca a sua ação na integração social através da música, destinando-se prioritariamente a crianças e adolescentes do 1.º e 2.º ciclo do Ensino Básico em situação de maior vulnerabilidade educativa e social.

Para além do sucesso reconhecido no território local onde se desenvolve, o projeto é reconhecido como boa prática de inovação de coesão social, no estudoUrban Development in the EU: 50 projects supported by european regional development fund during the 2007 – 13 period.

A entrada é livre.

Área Metropolitana de Lisboa | Qual o município mais transparente?

O município de Sintra é o mais transparente da Área Metropolitana de Lisboa (AML). Oeiras e Montijo fecham o pódio dos municípios com o grau de transparência mais elevado.

Segundo o estudo elaborado pela TIAC – Transparência e Integridade, Associação Cívica, Odivelas é o município da Área Metropolitana de Lisboa menos transparente, seguido de Sesimbra e Setúbal.

A TIAC  é uma organização não governamental que tem como missão combater a corrupção. A TIAC é a representante em Portugal da rede global anti-corrupção Transparency International.

Respondendo a uma crescente preocupação pela “saúde” do Poder Local democrático, a TIAC decidiu desenvolver uma linha de investigação sobre estas matérias.

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O Índice de Transparência Municipal (ITM) mede o grau de transparência das Câmaras Municipais através de uma análise da informação disponibilizada aos cidadãos nos seus web sites.

O ITM é composto por 76 indicadores agrupados em sete dimensões:

1) Informação sobre a Organização, Composição Social e Funcionamento do Município;

2) Planos e Relatórios;

3) Impostos, Taxas, Tarifas, Preços e Regulamentos;

4) Relação com a Sociedade;

5) Contratação Pública;

6) Transparência Económico-Financeira;

7) Transparência na área do Urbanismo.

Os indicadores foram escolhidos através de critérios de relevância para a transparência da governação local, assentes em estudos e índices semelhantes desenvolvidos noutros países e na experiência profissional e avaliações de um conjunto de stakeholders e peritos na área do poder local. Continuar a ler

Área Metropolitana de Lisboa | vai pagar mais ou menos IMI em 2016?

Lisboa e Vila Franca de Xira continuam com a menor taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Setúbal e Mafra assumem, novamente, a taxa mais elevada da Área Metropolitana de Lisboa (AML).

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Os municípios, mediante deliberação da assembleia municipal, fixam a taxa a aplicar em cada ano, dentro dos intervalos previstos (0,3 e 0,5), podendo esta ser fixada por freguesia. A partir de 2016 os municípios podem implementar uma medida que faz variar a taxa de IMI em função da dimensão da família.

Na AML oito (8) municípios – menos de metade – aplicaram uma redução em função da família (Lisboa, Vila Franca de Xira, Oeiras, Odivelas, Loures, Cascais, Sesimbra, Montijo e Mafra).

Comparativamente a 2015, apenas sete (7) municípios baixaram as taxas (Amadora, Almada, Sintra, Loures, Moita, Palmela e Seixal).

O IMI incide sobre o valor patrimonial tributário dos prédios rústicos e urbanos, situados em território português. É devido pelo proprietário, usufrutuário ou superficiário do prédio a 31 de dezembro do ano a que respeita. Continuar a ler

Reunião Extraordinária do Conselho Metropolitano de Lisboa

O Conselho Metropolitano de Lisboa reúne no próximo dia 26 de novembro, amanhã, pelas 10h00m, na sede da Área Metropolitana de Lisboa – Edifício Mascarenhas, sito na Rua Cruz de Santa Apolónia, 23, 25 e 25A, em Lisboa, com a Ordem de Trabalhos em anexo.

Basílio Horta é o Presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa

Basílio Horta é o Presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa

ORDEM DE TRABALHOS

  1. Proposta n.º 140/CEML/2015 – Aprovação do Plano de Ação, Orçamento e Mapa de Pessoal da AML para 2016;
  2. Proposta nº 141/CEML/2015 – Autorização prévia genérica favorável à assunção de compromissos plurianuais pela Comissão Executiva;
  3. Proposta n.º 164/CEML/2015 – Alteração do Regulamento dos Serviços Metropolitanos;
  4. Proposta n.º 165/CEML/2015 – Alteração do Mapa de Pessoal 2015 dos Serviços Metropolitanos;
  5. Modelo de fórum a realizar sobre a matéria do novo regime de transportes;
  6. Aprovação da ata em minuta.

Nota: O Conselho Metropolitano, de acordo com o novo estatuto das entidades intermunicipais (Lei n.º 75/1013, de 12 de setembro), é o órgão deliberativo da Área Metropolitana de Lisboa, constituído pelos presidentes das câmaras municipais dos 18 municípios que integram a área metropolitana (Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira).

Área Metropolitana de Lisboa toma posição em defesa da “escola pública”

Fonte: Lusa

O conselho metropolitano de Lisboa aprovou hoje uma tomada de posição sobre “questões críticas” na área da educação, apelando ao Governo para que “valorize a escola pública” e invista na reabilitação dos equipamentos sob a sua responsabilidade.

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“A Área Metropolitana de Lisboa [AML] afirma que o sistema público de educação e ensino é fundamental para a concretização do direito à educação a todos os portugueses em todos os níveis de ensino”, salienta a tomada de posição aprovada pelo conselho metropolitano.

Segundo o documento, os municípios têm investido “recursos significativos” em equipamentos educativos nos níveis de ensino da sua responsabilidade, o que não acontece com o Ministério da Educação e Ciência (MEC), “que nos últimos anos desinvestiu fortemente em equipamentos do segundo e terceiro ciclos” e do secundário.

Os autarcas da AML, apesar de reconhecerem que este ano letivo arrancou sem problemas, ao contrário do anterior, consideram urgente que o MEC “dignifique as carreiras docentes e não docentes, enquanto agentes educativos com um papel fundamental no processo pedagógico”.

O MEC deve ainda garantir que “a escola pública é dotada de pessoal docente, administrativo, técnico e auxiliar de ação educativa em número suficiente e com formação adequada” para assegurar o funcionamento das escolas, lê-se no documento.

Além do alargamento dos apoios para alunos com necessidades educativas especiais, e a revisão das cartas educativas, o conselho metropolitano defende também o reforço da ação social escolar, para apoio às famílias carenciadas, nomeadamente em relação aos manuais escolares.

A necessidade de investimento na reabilitação dos equipamentos escolares e “um plano nacional de financiamento para a requalificação e alargamento do parque escolar nos vários níveis de ensino e no pré-escolar” são outras medidas reclamadas pelos autarcas. Continuar a ler

Autarcas da Área Metropolitana de Lisboa querem debater novo regime de transportes

Fonte: Lusa

O conselho metropolitano de Lisboa vai promover um debate para aprofundar as consequências do novo regime jurídico de transporte público de passageiros, com os autarcas da área metropolitana divididos nas críticas ao diploma aprovado pelo anterior Governo.

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“Este diploma representa a primeira grande operação de transferência de competências da administração central, em matéria de transportes, para as áreas metropolitanas e para os municípios”, frisou o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina (PS).

O autarca salientou que o novo Regime Jurídico do Serviço Público de Transporte de Passageiros (RJSPTP) “tem imperfeições, tem opções discutíveis, tem aspetos em aberto, mas tem uma filosofia”, que atribui o planeamento dos transportes às áreas metropolitanas e aos municípios.

Para Fernando Medina, que falava na reunião do conselho metropolitano, realizada hoje, o desafio da Área Metropolitana de Lisboa (AML) passa pela forma como os 18 municípios da região serão capazes de dar “uma resposta positiva” na melhoria do sistema de transportes públicos.

Apesar de notar a dificuldade colocada com a opção governamental de concessionar a privados a Carris e o Metropolitano, o autarca de Lisboa vincou que o sistema de transportes “é a grande competência da área metropolitana”, que deve assegurar a melhoria da mobilidade, em detrimento do predomínio do automóvel.

O presidente da Câmara do Seixal, Joaquim dos Santos (CDU), concordou com a necessidade de uma discussão alargada sobre a estratégia para a AML, mas criticou que o novo regime jurídico tenha sido “feito à pressa, sem diálogo institucional” com as entidades que recebem as competências.

“A forma apressada, atabalhoada, sem preparação como é feita [a transferência] demonstra claramente que é para não funcionar”, lamentou o autarca da margem sul do Tejo, acusando o Governo cessante de apontar na privatização do setor dos transportes.

O grupo de trabalho dos vereadores da mobilidade da AML defendeu a alteração do RJSPTP, quanto ao financiamento, manutenção na esfera pública dos atuais operadores e alargamento do passe social intermodal a toda a região, mas a proposta não foi sujeita a deliberação. Continuar a ler

PCP quer revisão do Serviço Público de Transporte de Passageiros

Ler nota de imprensa conjunta das direções regionais de Lisboa e Setúbal do PCP aqui.

Fonte: Lusa

O PCP defendeu hoje que a Assembleia da República deve revogar o despacho que define as regras das compensações financeiras aos operadores privados de transportes de Lisboa e rever o Regime Jurídico do Serviço Público de Transporte de Passageiros.

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“É preciso travar o processo de destruição que o governo PSD/CDS lançou contra os transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa com o novo Regime Jurídico”, defendem as direções das Organizações Regionais de Lisboa e Setúbal do PCP, num comunicado hoje divulgado.

O PCP recorda que o Governo “fez aprovar o novo Regime Jurídico do Serviço Público de Transporte de Passageiros reunindo contra ele um impressionante consenso: estiveram contra todas as Autarquias da Área Metropolitana de Lisboa, as Organizações de Trabalhadores e de Utentes e até a Associação Patronal do Setor”.

Com a entrada em vigor deste regime jurídico, lembram, o Governo “extinguiu a Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa (AMTL) e atribuiu as suas competências a várias entidades: à Área Metropolitana de Lisboa (para a qual transferiu uma pequena parte dos trabalhadores da AMTL), às novas 18 potenciais Autoridades de Transporte (os municípios), ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes e à (nova) Autoridade da Mobilidade e Transportes”.

O PCP entende que “não é possível gerir um sistema de transportes metropolitano com a fragmentação que o regime criou”.

“Centenas de licenças e alvarás na Área Metropolitana de Lisboa do setor rodoviário terminam já em junho de 2016, com o risco de provocarem a interrupção do serviço às populações ou serem assumidos compromissos inaceitáveis com operadores privados”, refere. Continuar a ler

O Zapping foi alargado à margem Sul do Tejo

Fonte: Sábado

Agora já não precisa de usar vários cartões para se deslocar na área metropolitana de Lisboa e na margem sul do Tejo. As condições de utilização do Zapping foram alteradas e tornam as viagens mais práticas para quem recorre à Fertagus ou ao Metro Transportes do Sul.

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O valor mínimo de carregamento do Zapping, direccionado para o uso ocasional do transporte público, e que continua a funcionar com um só cartão, passa a ser de três euros. A partir deste montante, podem ser feitos carregamentos múltiplos de cinco euros, até um máximo de saldo no cartão de 40€.

As alterações passam também pelo fim do bónus de carregamento do título de transporte pré-pago, que pode ser carregado nos cartões VIVA Viagem, 7 Colinas e Lisboa VIVA.

Tal como antes, cada vez que andar nos transportes, o valor da viagem é descontado ao saldo remanescente do cartão, consoante a tarifa e as condições de utilização impostas pelo operador.

Assim, os clientes podem, desde ontem, fazer uso da tarifa em sete operadores distintos: Fertagus, Metro Transportes do Sul, Carris, Metropolitano de Lisboa, Transtejo, Soflusa e CP. Continuar a ler

AML | qual o município com maior índice de saúde da população? conheça a saúde no seu município…

Fonte: Projeto GeoHealthS

Mais informação aqui.

O principal objetivo do Projeto GeoHealthS é a avaliação da saúde da população portuguesa nos últimos 20 anos, através da construção, aplicação e disponibilização de um Índice de Saúde da População, à escala do município.

Este índice deverá: (1) constituir-se como uma medida multidimensional, compreensiva e consistente do perfil de saúde da população e dos fatores que a influenciam e (2) contribuir para apoiar a decisão política ao nível local.

Na área Metropolita de Lisboa o município de Mafra tem o Índice de Saúde da População mais elevado. No sentido inverso, o município da Amadora apresenta os valores mais baixos da AML.

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Segundo o Projeto GeoHealthS, a construção do Índice de Saúde da População (INES) compreende uma abordagem sociotécnica que combina a metodologia multicritério MACBETH (Measuring Attractiveness by a Categorical Based Evaluation Technique) com métodos participativos.

Estes métodos envolveram peritos, de diferentes áreas disciplinares, representantes de várias instituições nacionais e regionais que participaram em painéis Delphi e em conferências de decisão (ver Instituições Participantes).

A construção do INES envolveu várias fases: Continuar a ler

Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da Área Metropolitana de Lisboa

O Conselho Metropolitano de Lisboa aprovou, em 18 de maio de 2015 por proposta da Comissão Executiva, o Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da Área Metropolitana de Lisboa (PDCT-AML) no âmbito do Portugal 2020, para submissão da respectiva candidatura ao Programa Operacional “Estratégias Integradas de Desenvolvimento Territorial”.

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O PDCT- AML tem como objetivo colmatar fraquezas, ultrapassar ameaças e potenciar forças e oportunidades identificadas no diagnóstico. Os eixos e medidas foram concebidos para mobilizar os diversos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento disponíveis nas Prioridades de Investimento identificadas, numa lógica sistémica de potenciamento mútuo e tendo em vista a valorização económica e social do território metropolitano.

O PDCT- AML desenvolve-se nos seguintes eixos:

Eixo 1 – Valorização Territorial e Resiliência Comunitária
Eixo 2 – Reforço da Coesão e Inclusão Social
Eixo 3 – Promoção do Sucesso Educativo

Barraqueiro ameaça abandonar sistema de passes sociais em Lisboa

Fonte: Diário Económico

Humberto Pedrosa, presidente do grupo, rejeita ter sido favorecido e contra-ataca, reclamando o pagamento de 13,4 milhões de euros de verbas em atraso à Rodoviária de Lisboa.

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O Grupo Barraqueiro ameaça abandonar o sistema de passes sociais nos transportes que assegura na Área Metropolitana de Lisboa (AML), através da sua participada Rodoviária de Lisboa (RL), se continuarem a não ser aplicados os critérios de compensação pelo serviço público de transporte de passageiros. Ao Diário Económico, Humberto Pedrosa, presidente do Grupo Barraqueiro, assegura que, “se isto não se resolver, vamos ter de sair do sistema de serviço social, porque uma tarifa social de transportes não pode ser suportada por nós, mas sim pelo Estado”.

O presidente do Grupo Barraqueiro reclama verbas que a RL ainda não recebeu no montante de cerca de 13,4 milhões de euros relativas ao serviço público prestado nos anos de 2014 e 2015. Em simultâneo, nega que a empresa tenha sido beneficiada, em conjunto com a TST (do gigante alemão Deutsche Bahn), num montante de 18,8 milhões de euros, no âmbito do despacho publicado em Agosto que define a nova chave de repartição de receitas do sistema do passe social de transporte de passageiros na área metropolitana de Lisboa.

“O único acordo válido é o que foi assinado em Agosto de 2013, pelas empresas de transporte, pelo secretário de Estado do Tesouro, pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, e que tem o visto do Tribunal de Contas, e que nunca foi aplicado. Com base nesse acordo, os anos de 2012 e de 2013 teriam que ser ajustados pelas validações reais, e se assim fosse, a RL sobre estes dois anos nada tem a devolver, mas sim a receber”, garante o empresário líder do sector de transporte de passageiros em Portugal. “Por isso, não somos devedores, mas sim credores, além do acerto dos anos de 2012 e de 2013, de cerca de 6,7 milhões de euros do ano de 2014 e de 6,7 milhões de euros em 2015”, remata. Continuar a ler

AML | Autarcas de Lisboa travam revogação do despacho das compensações

Fonte: Diário Económico

O pedido para a não revogação foi aprovado por unanimidade entre os 15 autarcas presentes.

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O Conselho Metropolitano de Lisboa deliberou ontem comunicar ao Governo que não pede a revogação do despacho que define as regras das compensações financeiras aos operadores privados de transportes da região de Lisboa, apesar das dúvidas sobre o diploma. “Não há conflito institucional entre a AML [Área Metropolitana de Lisboa] e a Secretaria de Estado dos Transportes, pelo que não se solicita a revogação do despacho”, resumiu o presidente do Conselho Metropolitano, Basílio Horta (PS), acerca da deliberação a enviar ao Governo.

Como o Diário Económico avançou na edição de ontem, o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Silva Monteiro, numa carta enviada a 2 de Outubro à AML, informava que iria proceder “à revogação do despacho nº 8946-A/2015, de 10 de Agosto”.

O despacho “estabelece as regras gerais de cálculo de compensações financeiras e de repartição de receitas entre operadores de transporte colectivo de passageiros”, no âmbito “da prestação da obrigação de serviço público de disponibilização dos títulos de transporte intermodais” na AML. O governante justificou a decisão com as críticas da comissão executiva metropolitana, em ofícios e na imprensa, de que, da análise ao despacho, resulta “uma perda de cerca de 18,8 milhões de euros” para os cofres do Estado, baseando-se em cálculos da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa (AMTL). Continuar a ler

AML | Guerra ameaça indemnizações às empresas de transportes

Fonte: Diário Económico

Sérgio Silva Monteiro ameaçou revogar o despacho que atribui as compensações às transportadoras públicas e privadas de passageiros. Área Metropolitana de Lisboa responde hoje.

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O novo regime de atribuição de compensações financeiras às empresas públicas e privadas que efectuam serviço público de transporte de passageiros na área metropolitana de Lisboa, que entrou em vigor a 11 de Agosto deste ano, está em risco. O secretário de Estado dos Transportes, ainda em funções, ameaçou revogar o despacho que estabeleceu esse novo quadro legal a 2 de Outubro, no último dia útil antes das eleições legislativas, e esse cenário ainda não está afastado.

Sérgio Silva Monteiro considerou inaceitável o comportamento de Demétrio Alves, primeiro secretário metropolitano da Área Metropolitana de Lisboa (AML), que numa carta enviada a 25 de Setembro propôs ao gabinete da Secretaria de Estado dos Transportes a “rectificação” ou “alteração” do referido despacho, aludindo a objecções e dúvidas sobre a legalidade de parte do articulado do diploma.

Entre as questões mais “quentes” está a acusação de que este despacho de Agosto terá beneficiado duas empresas privadas de transporte rodoviário de passageiros, a Barraqueiro e a TST, pertencente ao gigante alemão Deutsche Bahn, através da participada Arriva (ver texto ao lado). Depois de uma primeira resposta do seu chefe de gabinete a Demétrio Alves, a 1 de Outubro, no dia seguinte, Sérgio Silva Monteiro enviou uma carta a Basílio Horta, presidente do Conselho Metropolitano da AML, ameaçando que “hoje mesmo [2 de Outubro] procederemos à revogação do despacho nº 8946-A/2015, de 10 de Agosto”, relembrando que essa decisão iria obrigar o conselho Metropolitano de Lisboa, órgão executivo máximo da AML, “a reabrir a negociação com todos os operadores, nos termos que entenda adequado, desde que o valor máximo de compensações oportunamente aprovado pelo Tribunal de Contas não seja ultrapassado”. Perante o risco de ficar com esta responsabilidade acrescida, num processo tecnicamente complexo e com fortes encargos financeiros, Basílio Horta conseguiu até ao momento travar essa intenção. Continuar a ler

Municípios da Área Metropolitana de Lisboa em destaque | Ranking Global da eficiência financeira 2014

Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Amadora (municípios de grande dimensão) e Montijo (município de média dimensão), são os municípios em destaque no anuário financeiro dos municípios portugueses referente ao ano de 2014, promovido pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.

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No Ranking Global da eficiência financeira dos 10 melhores municípios de grande dimensão Sintra é o município do país com maior eficiência financeira. Vila Franca de Xira aparece em 3º lugar, Almada em 5º lugar e Amadora em 7º lugar.

Já no Ranking Global dos 25 melhores municípios de média dimensão, Montijo aparece no 21º lugar.

Para o Ranking Global foram selecionados os 10 indicadores:

Índice Liquidez; Resultado Operacional deduzido de amortizações e provisões sobre os proveitos operacionais; Peso Passivo exigível no Ativo; Passivo por habitante; Taxa de cobertura financeira da despesa realizada no exercício; Prazo Médio de Pagamentos; Grau de execução do saldo efetivo; Índice de Dívida Total; Grau de execução da despesa relativamente aos compromissos assumidos; Impostos diretos por habitante. Continuar a ler