As 20 cidades mais violentas do mundo

A lista, elaborada pela ONG mexicana Conselho Cidadão pela Seguridade Social Pública e Justiça Penal, elabora o estudo com base no número de homicídios em 2015, considerando apenas cidades a partir dos 300 mil habitantes.

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Pacto de Milão | Projecto junta 30 cidades portuguesas para melhorar alimentação urbana

Pacto de Milão reúne cidades de todo o mundo. Houve 30 autarquias portuguesas a aderiar a este projecto para criar sistemas alimentares “mais integrados, justos e sustentáveis”.

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Cerca de 30 autarquias aderiram nesta segunda-feira a um programa voltado para as cidades e que tem como principal objectivo criar sistemas alimentares “mais integrados, justos e sustentáveis” nas zonas urbanas em Portugal. A assinatura do chamado Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana decorreu em Lisboa, durante uma conferência da organização não-governamental Oikos, apoiada pela Direcção-Geral da Saúde e pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa. O objectivo passa por reunir municípios de todo o mundo, mas também a sociedade civil, instituições públicas e Governo.

“O compromisso e envolvimento das cidades são essenciais para atingir o objectivo de alimentar o mundo; cerca de 15% dos alimentos disponíveis no mundo são produzidos em áreas urbanas e estima-se que a proporção global de pessoas a viver em cidades atingirá os 65% em 2025”, explicou o presidente da Oikos, João José Fernandes. “A integração das políticas sectoriais, a articulação dos vários níveis da administração pública (nacional e local), bem como a criação de espaços de articulação é fundamental para combater a insegurança alimentar que atinge muitas das famílias portuguesas com graves prejuízos para a saúde”, acrescentou.

O Pacto de Milão tem, por isso, várias vertentes para concretizar a ligação entre a produção rural e a urbana e o consumo rural e urbano. Um dos propósitos passa por tornar os sistemas alimentares das cidades mais seguros, mas também por garantir que os cidadãos têm acesso a uma alimentação mais variada, saudável e a preços acessíveis. “Procederemos à revisão de todas as políticas, planos e regulamentos urbanos existentes de modo a encorajar o estabelecimento de sistemas alimentares equitativos, resilientes e sustentáveis”, explica o documento assinado pelas autarquias. Continuar a ler

O ZOOM Smart Cities vai acontecer nos dias 18 e 19 de maio de 2016

Mais informação aqui.

Estudos realizados revelam que em 2050 as cidades vão acolher mais de 70% da população mundial (ONU).

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Este é um tempo de oportunidades em que as decisões têm de ser informadas e planeadas.
Os números revelam a urgência de abordar os temas relacionados com a inteligência das cidades de forma completa.

Portugal 2020: dispõe de 2 mil milhões de euros para cidades sustentáveis. Banco Mundial: dispõe de 2,96 mil milhões de euros para o desenvolvimento urbano. Horizonte 2020: dispõe de 5,9 mil milhões de euros de um total de 80 mil milhões para as áreas secure, clean and eficiente energy, até 2020. 51% das cidades europeias com mais de 100 mil habitantes já implementaram iniciativas de inteligência urbana (relatório Mapping Smart Cities in the EU – 2014). 1,565 triliões de dólares é quanto irá valer o mercado das Smart cities em 2020. E são estes e outros dados que revelam a necessidade de pensar numa perspetiva “buttom-up”, indispensável ao progresso dos centros urbanos.

A conferência internacional ZOOM Smart Cities vai ocorrer em Lisboa, Portugal.

Portugal é um país com muitos casos de estudo na área da mobilidade, resíduos, ambiente, energia, entre outras áreas.

Lisboa é uma das cidades mais atrativas, inovadoras e criativas no panorama europeu. No entanto, falta ainda uma linha de comunicação e de partilha de conhecimento que assuma a inteligência como um desígnio político e de administração, mais do que uma etiqueta.

O ZOOM Smart Cities nasce com o intuito de projetar Lisboa, e Portugal, no contexto internacional, como um exemplo de uma cidade e de um país que pensam e planeiam, apontando caminhos mais do que críticas e soluções mais do que objeções.

O ZOOM Smart Cities vai acontecer nos dias 18 e 19 de maio de 2016. Continuar a ler

Nova Iorque substitui cabines telefónicas por pontos wi-fi

Fonte: Público

Boa ideia!

Projecto de 200 milhões de dólares já arrancou e a primeira fase deverá estar concluída no próximo Verão.

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As cabines telefónicas são cada vez menos e pouco usadas com o recurso ao telemóvel pela maioria das pessoas. Apesar de existirem algumas resistentes à extinção, em Nova Iorque 500 cabines vão ser substituídas por pontos de serviço wi-fi gratuito até Julho deste ano, sendo que a previsão é que até 7500 unidades venham a ser retiradas em troca de ligação à web sem fios.

Cada ponto de wi-fi terá um ecrã electrónico em cada um dos lados para aí serem exibidos anúncios publicitários. Cada painel terá ainda um tablet onde o utilizador pode procurar informação sobre a cidade norte-americana ou navegar pela Internet, caso não disponha de um dispositivo com acesso online. Existe ainda um botão para se poder realizar uma chamada directa para os serviços de emergência, neste caso o 911, o equivalente ao 112 usado em Portugal.

O projecto chama-se LinkNYC e está a ser gerido pela CityBridge, uma join-venture que junta três empresas de tecnologia – Qualcomm, CIVIQ Smartscapes e Intersection -, que estima o processo de substituição e criação dos pontos de wi-fi em mais de 200 milhões de dólares, segundo avança o Wall Street Journal. Continuar a ler

Autarquias com promessa de mais competências e fundos comunitários ainda este ano

Governo espera acordo sobre novas competências das autarquias a tempo das autárquicas de 2017.

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Boa parte do Governo passou o dia de segunda-feira no Porto. Entre uma conferência em Gaia, um encontro com o presidente da Câmara do Porto e uma reunião descentralizada do Conselho de Concertação Territorial (CCT), os autarcas ouviram membros do executivo, com o primeiro-ministro à cabeça, prometer o desbloqueio de fundos comunitários, um incremento do investimento em reabilitação e um esforço para alcançar, ao longo deste ano, um acordo sobre descentralização de competências.

O ministro-adjunto Eduardo Cabrita explicou, no final da primeira reunião do CCT – órgão recente, que junta o executivo e representantes das freguesias, autarquias, conselhos intermunicipais, áreas metropolitas e das regiões autónomas – que espera acertar com os vários estratos do poder local um pacote de descentralização de competências que possa ser legislado em 2017, a tempo de entrar em vigor no ciclo autárquico que se inicia no final desse ano. Entre as várias reformas previstas está também a possibilidade de eleição dos presidentes das áreas metropolitanas, que o Governo espera ser já possível nesse acto eleitoral.

No domínio das freguesias não está garantido que a reforma de Miguel Relvas seja desfeita. Eduardo Cabrita prometeu apenas que o actual quadro territorial vai ser analisado com a Associação Nacional de Freguesias, e que qualquer decisão terá também como horizonte as próximas autárquicas. Com os mandatos a meio, o Governo foi ao Porto prometer resolver uma outra questão “urgente”: a libertação de fundos comunitários já contratualizados, cujos concursos, nos domínios dos equipamentos escolares, da saúde e do património, vão ser abertos brevemente. Continuar a ler

Nova Iorque é a cidade mais cara do mundo para viver

Fonte: Observador

Nova Iorque é a cidade mais cara do mundo para viver, seguida no pódio por Zurique e Genebra, refere um estudo realizado pelo grupo UBS que analisa 71 cidades do mundo. Lisboa é a 48ª da lista.

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Nova Iorque lidera o ranking anual das cidades mais caras do mundo, de acordo com um estudo realizado pelo grupo financeiro suíço UBS. Das 71 cidades analisadas, em apenas duas os produtos e serviços são mais caros – Zurique e Genebra. Mas estas cidades suíças são mais baratas do que a Grande Maçã, quando se junta à fatura o valor médio do arrendamento de casas. Na lista que inclui o valor da renda, Lisboa é a 48ª cidade mais cara das 71 estudadas.

A análise foi realizada entre o fim de março e fim de abril de 2015 e inclui uma pesquisa padronizada sobre os preços de 122 produtos e serviços e os salários de 15 profissões em 71 cidades em todo o mundo. As três cidades do fim da tabela, ou seja, as mais baratas, são Sofia (capital da Bulgária), Kiev (capital da Ucrânia) e Bucareste (capital da Roménia).

Em relação aos salários, os habitantes de Zurique, Genebra e Luxemburgo são os que mais ganham (tendo como referência o valor do salário líquido). Os lisboetas têm o 42º salário mais elevado. Kiev, Nairobi e Jacarta são as três cidades onde se ganha menos.

Quer avaliar de forma mais imediata o nível de vida de cada uma destas cidades? Imagine que quer lhe apetece um Big Mac. Se vivesse e trabalhasse em Hong Kong precisava de trabalhar, em média, apenas 9 minutos para o comprar. Se vivesse no Luxemburgo e ou Tóquio precisava de 10 minutos, em Nova Iorque precisaria de 11 minutos. Continuar a ler

Cidades do futuro devem ajudar a resolver problemas sem invadir a vida das pessoas

Fonte: Público

Barcelona foi palco de uma exposição em que estiveram em evidência os mais recentes desenvolvimentos tecnológicos na área das smart cities.

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As cidades do futuro terão drones para transportar medicamentos ou prestar assistência em situações de emergência, haverá robots para prestar informações nas ruas, os carros serão todos eléctricos e partilhados pelos utilizadores, os elevadores consumirão menos energia e poderão deslocar-se na horizontal, e os projectos urbanísticos absorverão as ideias criativas dos seus habitantes que, ao mesmo tempo, estarão mais perto da sua governação.

Esta é uma antevisão baseada em algumas das tendências e novidades da quinta edição da Smart City Expo – que se realizou em Barcelona no mês passado – e que pretende ser, segundo a organização, “o congresso líder mundial em soluções inteligentes para as cidades, organizações e especialistas”. Um dos grandes desafios, defenderam os responsáveis municipais da capital da Catalunha, está na compatibilização do desenvolvimento tecnológico com o direito dos cidadãos à privacidade.

O evento, que recebeu 20 mil visitantes (o dobro da última edição), contou com 450 expositores e representantes de 500 cidades. Entre os expositores destacavam-se  as empresas ligadas à mobilidade, tecnologia, eficiência energética, meio ambiente, gestão demográfica e urbanismo. A Smart City Expo teve a sua origem na BcnRail, uma feira internacional ferroviária no qual os transportes urbanos e as novas tecnologias ocupam um lugar de destaque. Este certame ainda se mantém e ocupa o mesmo espaço físico da Smart City Expo que, contudo, tem uma abrangência maior.  Continuar a ler

Inovar na cidade com fundos europeus – 80 milhões a concurso até 31 de março

Fonte: Smart Cities

Novas abordagens, ideias arrojadas e formas inovadoras de ultrapassar os desafios urbanos, em projectos piloto dinamizados nas cidades europeias. Esta é a base do concurso Acções Urbanas Inovadoras, lançado terça-feira pela Comissão Europeia, com um montante de financiamento total de 80 milhões de euros. Até 31 de Março, é possível candidatar projecto piloto em torno do desenvolvimento urbano sustentável.

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Este é o primeiro concurso no âmbito da iniciativa comunitária, criada para testar novas abordagens a desafios que se colocam às autoridades urbanas. Nesta call, procuram-se projectos que trabalhem os tópicos da transição energética, inclusão de migrantes e refugiados, emprego e formação na economia local e pobreza urbana, com enfoque nos bairros urbanos desfavorecidos.

No caso da energia, os termos de referência do concurso esclarecem que “transição energética envolve aspectos tecnológicos, sociais, culturais, económicos e ambientais, e há uma implicação clara de que também inclui um papel mais activo da parte dos cidadãos e das comunidades”. Como exemplo, podem candidatar-se projectos de reabilitação energética de edifícios, aumento da produção de energias renováveis, gestão inteligente de energia em infra-estruturas públicas e promoção de mudanças comportamentais.

Em matéria de integração de migrantes e refugiados, a indicação é de que “há uma grande diversidade de medidas capazes de apoiar a sua integração eficaz”, nomeadamente o investimento em infra-estruturas sociais, de saúde, educação e habitação. Já para o tópico da pobreza urbana, “a vontade da Comissão é que sejam propostos projectos que configurem soluções inovadoras e inéditas, particularmente no que diz respeito aos principais aspectos que impulsionam a pobreza cíclica em zonas desfavorecidas”. Continuar a ler

As cidades (ainda) mais poluídas do que Pequim

Treze das 20 cidades mais poluídas do mundo são na Índia enquanto outras três localizam-se no Paquistão. O canal de televisão canadiano, CBC, publicou uma lista com o top 10.

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Smart Cities | cluster para o sector das cidades inteligentes espera luz verde

Fonte: Smart Cities

Portugal poderá ter, muito em breve, um cluster para o sector das cidades inteligentes. A ser aprovada, a iniciativa irá ajudar projectos e acções nesta área a obter financiamento, revelou, esta manhã, Catarina Selada, directora da Unidade de Cidades da INTELI – Inteligência em Inovação, Centro de Inovação.

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Para que tal aconteça, falta, no entanto, que a decisão final da candidatura ao Portugal 2020 para o reconhecimento deste cluster, apresentada em Julho passado, seja favorável, disse a responsável, durante o evento Smart Travel’ 15, que acontece hoje em Bragança. Nesse cenário, os projectos que façam parte deste cluster serão, automaticamente, favorecidos na apreciação de candidaturas a programas de financiamento. “Há um plano estratégico e de acção, que já foi elaborado com um conjunto de projectos, que terão majoração positiva na sua apreciação, aquando da apresentação de projectos concretos aos programas de financiamento. Estando inserido no cluster, o projecto terá uma majoração positiva na avaliação”, explicou a especialista portuguesa, à margem da sua apresentação.

A divulgação dos resultados das candidaturas deveria já ter acontecido em Setembro, porém, a instabilidade política dos últimos tempos e consequente mudança de Executivo atrasaram este processo. Ainda assim, Catarina Selada espera que a decisão seja conhecida em breve, mas coloca a possibilidade de haver uma “reapreciação das candidaturas”.

Deste cluster farão parte cerca de 50 entidades, entre empresas – desde as grandes tecnológicas a start-ups empreendedoras –, centros tecnológicos, universidades, incubadoras e municípios. “Havendo uma política de clusterização nacional, [esta é uma oportunidade de] podermos ir para além dos clusters tradicionais, muito sectorizados, e abordar uma área que é necessariamente multidisciplinar e que necessita de integração: o mercado das smart cities. No fundo, este faz confluir diversos produtos e serviços na área da energia, mobilidade, ambiente, governação, etc., para um cliente final e que é, ao mesmo tempo, parceiro que é a cidade”, concluiu Catarina Selada. Continuar a ler

As 10 melhores cidades do mundo para estudar

Fonte: canalsuperior

Foi divulgado o ranking «QS Best Student Cities 2016». Entre as 75 melhores cidades para estudar no Ensino Superior consta apenas uma portuguesa.

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Qual a melhor cidade do mundo para estudar? A resposta é Paris. A capital francesa ocupa o primeiro lugar, pelo quarto ano consecutivo, do ranking «QS Best Student Cities 2016», que foi hoje divulgado pela consultora Quacquarelli Symonds (QS).

O título deve-se, sobretudo, ao facto de a cidade albergar 18 universidades internacionalmente reconhecidas. «Enquanto Paris tem uma reputação de ser um lugar caro para se viver, as propinas relativamente baratas significam que representa, na verdade, um destino mais acessível quando comparado a muitas outras cidades estudantis populares», lê-se no portal da QS, responsável por um dos mais prestigiados rankings de universidades a nível global – o QS World University Rankings.

O top 5 do ranking fica completo com Melbourne, que mantém a 2ª posição relativamente ao ano passado, Tóquio, a capital japonesa sobe do 7º para o 3º lugar, Sidney, continua na 4ª posição, e Londres, que perde a medalha de bronze, e está agora em 5º lugar.

Entre os melhores destinos para quem estuda no Ensino Superior consta apenas uma cidade portuguesa. Lisboa detém o 52º lugar do ranking internacional, que inclui mais 25 cidades do que os habituais 50 melhores destinos para estudar.

O «QS Best Student Cities 2016» é publicado anualmente, tendo como base cinco critérios de avaliação: rankings universitários, custos associados, diversidade de estudantes, níveis de empregabilidade e capacidade de atração.

Top 10 Continuar a ler

Smart cities | As nossas cidades estão a ficar inteligentes

Fonte: Jornal i

Aplicações para pagar parques de estacionamento, wi-fi grátis em transportes públicos, bicicletas eléctricas, táxis colectivos ou unidades móveis de saúde são alguns dos projectos já implementados para tornar os nossos centros urbanos mais smart. As cidades são, sem dúvida, os lugares mais densamente povoados do planeta e há cada vez mais a necessidade de encontrar formas inteligentes de as pôr a funcionar. Em Portugal já se caminha para o objectivo de ter smart cities, mas o caminho a percorrer pode ainda estar longe do fim.

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Mas o que faz uma smart city? A resposta é simples. “São cidades inovadoras, sustentáveis, inclusivas, resilientes e conectadas, orientadas para promover a criação de negócios e emprego e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos”, desmistifica ao i Catarina Selada, directora da unidade de cidades da INTELI, a entidade gestora da rede de cidades inteligentes de Portugal. Existem já “diversas cidades e vilas portuguesas, espalhadas um pouco por todo o país, que estão atentas a este movimento”, onde se destacam as regiões do Alentejo, Vale do Tejo e Porto, pelo maior número de projectos já em funcionamento.

Mas a inovação – sempre assente nas novas tecnologias de informação e comunicação – chega a todos os pontos do país: “A Rede Portuguesa de Cidades Inteligentes (RENER) integra 46 municípios que se encontram a partilhar boas práticas e a desenvolver projectos conjuntos na área da evolução urbana”, destaca a responsável.

E esta lógica de colaboração entre cidades já se estendeu até ao país vizinho, com o qual foi estabelecido um protocolo de cooperação com a Rede Espanhola de Cidades Inteligentes. Actualmente há uma “rede ibérica que conta com 111 cidades”.

As smart cities utilizam “a informação, o conhecimento e as tecnologias digitais para atingir objectivos sociais, económicos e ambientais e responder aos desafios urbanos do futuro”, diz Catarina Selada, acrescentando que “numa smart city, as tecnologias são apenas enablers, o foco deverá ser colocado nas pessoas”. A nível nacional, podemos encontrar projectos para tornar as cidades inteligentes em áreas diversas como a da energia, mobilidade, ambiente, governação, turismo, saúde, segurança ou educação. Mas estes, como lamenta a responsável da INTELI, são mais “iniciativas pontuais e isoladas do que estratégias integradas de desenvolvimento urbano inteligente”. Continuar a ler

Brunch City por Andrea G. Portolés

Veja o que se come em várias cidades!

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Startup4cities 2015 | 108 projetos para que querem contribuir para a melhoria das cidades

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Fonte: Smart Cities

A iniciativa ibérica startup4cities 2015 recebeu 108 candidaturas de projectos inovadores que querem contribuir para a melhoria da eficiência das cidades e da qualidade de vida dos cidadãos. De entre estes, os 20 melhores vão ser escolhidos por um júri especializado e participar num evento final, a ter lugar a 17 de Novembro, durante o Smart City Expo World Congress, em Barcelona. Durante a sessão, os empreendedores vão apresentar as suas soluções a uma plateia de entidades municipais, que poderão escolher aquelas que melhor se adequem às necessidades da sua cidade.

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Às propostas mais interessantes, as cidades vão oferecer-se enquanto laboratório urbano para testar as soluções. Desta forma, pretende-se criar uma rede ibérica de cidades-laboratório, na qual se possa partilhar o conhecimento gerado pelas várias experiências levadas a cabo, criando, ao mesmo tempo, oportunidades de negócio e emprego.

Os projectos submetidos tocam várias áreas da vida urbana, havendo, no entanto, uma especial incidência para as áreas da eficiência energética, sustentabilidade, mobilidade urbana e acessibilidade. Mas não só, temas como a participação do cidadão, gestão do ruído ambiental ou sistemas de gestão de resíduos fazem também parte das propostas recebidas.

A startup4cities foi lançada com o intuito de promover o empreendedorismo de base tecnológica, de forma a responder aos desafios do séc. XXI. A iniciativa é promovida pelas redes portuguesas de cidades inteligentes portuguesa e espanhola, RENER e RECI, respectivamente. Continuar a ler

Pela 1ª vez comemora-se o dia mundial das cidades – dia 31 de outubro

Mensagem do Secretário Geral da ONU para o Dia Mundial das Cidades

Com a decisão da Assembleia-Geral da Nações Unidas de estabelecer o Dia Mundial das Cidades, agora dispomos de uma data anual para celebrar uma das mais complexas e mais grandiosas criações da humanidade.

Alemanha, Berlim, Berlim,  04/02/2011. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) Ban Ki-moon, discursa sobre "As Nações Unidas no mundp moderno" na universidade Humboldt em Berlim, Alemanha.   - Crédito:STEFFI LOOS/ASSOCIATED PRESS/AE/Codigo imagem:95807

Este novo dia é um dos legados da Expo 2010 de Xangai, na qual a comunidade internacional explorou as melhores práticas urbanas e conceitos de todo o mundo. Dessa forma é adequado que Xangai seja a cidade anfitriã do principal evento de inauguração desta nova celebração da ONU.

O tema deste primeiro Dia Mundial das Cidades – “Liderando as Transformações Urbanas” – sublinha o poder pioneiro das cidades. Num mundo onde metade da população mundial já vive em áreas urbanas, o futuro da humanidade é claramente um futuro urbano. Temos de utilizar uma urbanização adequada, o que significa reduzir as emissões de gases de efeito de estufa, reforçar a resiliência, garantir os serviços básicos como os de água e saneamento e ainda desenhar ruas públicas seguras e espaços que possam ser partilhados por todos. Cidades mais habitáveis são não só cruciais para os habitantes destas mas também para oferecer algumas soluções para alguns aspectos chave do desenvolvimento sustentável.

Hoje é também uma oportunidade para reconhecer as contribuições dos presidentes de câmara e outros líderes. Transformações urbanas requerem vontade política e  a capacidade de coordenar muitos atores e partes interessadas. Os presidentes de câmara dão voz aos cidadãos e desempenham um papel central na construção de cidades bem planeadas, tornando-as motores de prosperidade, inovação e inclusividade. Continuar a ler

Opinião | Desafios para as cidades do futuro por Mafalda Freitas

Fonte: Diário Económico

São inúmeras as forças que convergem para fazer das ‘smart cities’ uma tendência global. Fortes movimentos migratórios para as cidades – em busca de maior empregabilidade, melhor acesso a educação e saúde, e mais opções de entretenimento, cultura e lazer -, condicionam a gestão de recursos escassos, que devem responder a exigências e expetativas crescentes no que respeita a infraestruturas, emprego, segurança e transportes.

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Acresce a complexidade dos atuais desafios ambientais (nas cidades são gerados três quartos das emissões de co2, pelo que deverá ser nas cidades que se deverá reverter nessa tendência). Paralelamente, as cidades competem hoje entre si na captação de investimentos, de empresas e do melhor talento, que são motores do desenvolvimento de ambientes de negócios, sociais e culturais estimulantes, criativos e geradores de crescimento. Na competição para atrair o(s) melhor(es), ganha a cidade mais aberta e tolerante, com maior dinamismo, com melhores incentivos, a cidade que facilita e integra.

Vivemos, ainda, num período de transformações tecnológicas importantes e permanentes, sentidas por todos. Os custos de recolher, comunicar e analisar dados diminuíram ao mesmo ritmo que o conhecimento e a oferta aumentaram – ‘apps’, ‘social media’, ‘cloud computing’, ‘big data’ – terminologias na ordem do dia e fontes de comunicação, agregação e tratamento de dados inestimáveis. Muitas das infraestruturas e das bases tecnológicas fazem já hoje parte do nosso mundo, e impulsionam a criação de soluções e serviços inovadores. As ‘smart cities’ são hoje, por isto mesmo, (mais que uma possibilidade) um imperativo de eficiência, sustentabilidade, atratividade e qualidade no quotidiano dos cidadãos.

Apesar dos fatores impulsionadores, o caminho para uma ‘smart city’ impõe diversos desafios, como sejam:

– A tradicional cultura ‘compartimentada’ de resposta a desafios deverá dar lugar a um esforço colaborativo e a abordagens holísticas e integradas na resposta às diversas componentes de atuação; Continuar a ler

A misteriosa cidade flutuante na China. Conspiração ou fenómeno meteorológico?

Fonte: DN

Imagens são um sucesso na internet e não faltam as teorias da conspiração. Mas é capaz de ser algo bem mais simples.

Milhares de habitantes das cidades chinesas de Jiangxi e Foshan, no sul do país, presenciaram um fenómeno que “incendiou” a internet. As imagens do que parece ser uma cidade a flutuar nos céus da China gerou algumas teorias da conspiração, desde uma projeto secreto da NASA para estabelecer uma nova ordem mundial, não esquecendo a possibilidade de ser algo extraterrestre. Há também a explicação científica para este fenómeno raro.

Esta misteriosa aparição fez rapidamente surgir a teoria de um universo paralelo que se mostrou por breves instantes. Também se fala da possibilidade de ser uma amostra do avanço tecnológico na área de hologramas da China, ou então a teoria da conspiração que aponta a NASA como a autora de um projeto chamado de Blue Beam e que, através de hologramas, pretende simular uma invasão extraterrestre ou a segunda vinda de Cristo. O objetivo? Criar uma nova ordem mundial. Continuar a ler