S. Energia | ENERINT – II Feira de Energia Inteligente

A S.energia – Agência Regional de Energia, irá realizar de 22 a 25 de Setembro de 2016, em parceria com a Câmara Municipal da Moita, e com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro e da Câmara Municipal do Montijo, a segunda edição da Feira de Energia Inteligente – ENERINT, no Pavilhão Municipal de Exposições da Moita.

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Temática da Feira

A ENERINT – Feira de Energia Inteligente é uma iniciativa de promoção e demonstração de tecnologias eficientes na área das Energias Renováveis, Climatização, Iluminação, Construção e Reabilitação, Gestão da Energia e Mobilidade Sustentável. Este evento pretende congregar no mesmo espaço um conjunto de soluções e atores locais que só por si tenham capacidade de influenciar, a médio e longo prazo, a eficiência energética regional, com especial enfoque nos sectores doméstico e serviços.

Este evento pretende tornar-se numa referência da região e do sector, gerando ponto de encontro que propicie novas oportunidades de negócios, e de apresentações de novos produtos, serviços e soluções. Nesta edição será ainda possível encontrar uma área dedicada a crianças e jovens, para dar a conhecer brinquedos didáticos relacionados com as temáticas apresentadas.

Público-alvo

Este evento de entrada gratuita estará aberto ao público em geral, estudantes e professores, arquitetos, engenheiros, construtores civis, profissionais do sector do ambiente e energia, gestores e técnicos da administração pública central, regional e local, técnicos das agências de energia. Continuar a ler

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O mapeamento da pobreza energética em Portugal

Fonte: ambienteonline

Bragança é o concelho do país onde existe mais pobreza energética entre a população com mais de 65 anos, em particular na freguesia de Rio de Onor, onde 75 por cento dos  habitantes estão nesta situação. Braga, por oposição, foi identificado como sendo o concelho, dos 29 estudados, onde existe menos pobreza energética por ter população mais jovem e com maiores níveis de rendimento.

Estas são conclusões de um estudo realizado pelo CENSE (Centre for Environmental and Sustainability Research) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa que fez o mapeamento da pobreza energética em Portugal. O estudo integrou o projectoClimAdaPT.local e concluiu que, em média, 29 por cento da população não tem capacidade de aquecer as casas no Inverno nem arrefecê-las no Verão.

“Tentámos perceber quem não consegue aquecer ou arrefecer a sua casa por não ter disponibilidade económica para isso”, resume a investigadora Sofia Simões ao Ambiente Online.

A investigadora alerta para o facto de a pobreza energética comportar custos “não só do ponto de vista social, que são intangíveis e não conseguem ser medidos”, mas “também para o sistema nacional de saúde uma vez que há complicações que têm que ser tratadas”. Continuar a ler

Equipamentos de aquecimento: Mais renováveis e eficientes

Fonte: Smart Cities

A escolha do tipo de aquecimento a utilizar numa habitação exige uma avaliação ponderada, na qual devem pesar fatores como a orientação solar; o potencial de aproveitamento da climatização passiva; a dimensão da casa ou as divisões mais utilizadas, considerando o seu volume.

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De uma forma geral, o parque edificado português é energeticamente ineficiente (com 70% dos edifícios anteriores a 1990 e apenas 6,5% reabilitados). As condições de desconforto térmico dentro de casa levam muitas famílias a recorrer à solução mais imediata: a climatização mecânica ou artificial. Estima-se que os sistemas de climatização (de aquecimento ou arrefecimento) contribuam com cerca de 17% para o consumo energético global da uma habitação.

Dentro dos sistemas de climatização fixa há que considerar, a par das soluções tradicionais a gás (aquecimento central, p.ex.) ou a electricidade (ar condicionado), os vários sistemas que recorrem a fontes de energia renováveis, desde a solar à biomassa.

Água quente solar pode levar a poupanças de 75%

Falando de energia solar, Portugal é um país beneficiado ao atingir as 3000 horas de sol por ano em algumas regiões. Temos um dos índices mais elevados de radiação solar por unidade superfície da Europa, faltando contudo aproveitar uma grande margem do potencial deste recurso energético limpo, inesgotável e sem impactes ambientais. Continuar a ler

WattWater: uma nova aplicação que permite controlar e reduzir os gastos energéticos de Entidades Gestoras de abastecimento e saneamento

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O WattWater é uma tecnologia 100% portuguesa, desenvolvida pela EPAL, com o objetivo de apoiar a otimização da gestão energética em Entidades Gestoras de abastecimento de água e saneamento de águas residuais. A sua apresentação teve lugar hoje, 1 de dezembro, no ENEG 2015, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.

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O WattWater é um SaaS que permite, de uma forma eficiente e inovadora, assegurar o complexo processo de integração dos dados relevantes para a monitorização das variáveis associadas à gestão de energia, constituindo-se como um sistema flexível, objetivo e intuitivo.

Esta nova aplicação de gestão tem como principais vantagens :

  • Automatizar a recolha e tratamento dos dados
  • Efetuar a correlação entre o consumo de energia, os seus custos e os volumes movimentados
  • Configuração de alertas, pelo utilizador, para qualquer variável

Para saber mais sobre este serviço inovador veja aqui.

Montijo | As mudanças do mercado energético e os descontos sociais

A Casa do Ambiente recebe na terça-feira, dia 27 de Outubro, pelas 15h00, mais uma sessão de informação e esclarecimento, desta vez, dedicada ao tema “As mudanças do mercado Energético e os descontos sociais”.

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A sessão tem como objetivo informar e esclarecer os consumidores sobre as novas condições de acesso aos descontos sociais de eletricidade e gás natural e sobre o mercado liberalizado da energia.

O encontro é promovido pela Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), em parceria com a RNAE – Associação das Agências de Energia e Ambiente (Rede Nacional) e a S.Energia – Agência Regional de Energia para os concelhos do Barreiro, Moita e Montijo.

Esta iniciativa enquadra-se no âmbito da campanha “Descontos Sociais de Energia: Informe-se bem para decidir bem” e visa informar os consumidores, os serviços de ação social dos municípios e outros organismos que tenham um maior dinamismo dentro de cada região para que o maior número possível de pessoas possa beneficiar dos descontos sociais de energia, que permitem reduções até menos 34% nas faturas de eletricidade e de menos 31% na fatura de gás natural. Continuar a ler

Luzes LED estão a alterar o aspeto das cidades vistas do espaço

Fonte: Visão

As luzes LED, populares pela poupança de energia que permitem, estão a alterar significativamente a paisagem terrestre vista do espaço. Veja a diferença através de duas fotos captadas com três anos de intervalo.

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Cidades por todo o mundo têm estado a substituir postes de luz que consomem grandes quantidades de energia por LEDs, com luzes mais brancas e brilhantes e que gastam menos. Mas enquanto tiravam fotografias à Terra para medir a poluição luminosa, os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (EII) constataram algo surpreendente: As luzes LED – em português, diodos emissores de luz – muito valorizadas pela sua capacidade de poupar energia – estão, na realidade, estão a agravar a poluição luminosa do planeta. E mudança é tão intensa que a equipa da EII consegue observá-la do espaço.

Numa das imagens da NASA, vê-se a cidade italiana de Milão, em 2012, quando a utilização de luzes LED era menor. É possível observar que a luminosidade nos subúrbios era semelhante à do centro da cidade. Em 2015, os níveis de iluminação no centro da cidade são muito mais fortes que nos subúrbios, com uma maior presença de luz azul. Continuar a ler

Papa reúne com autarcas – Cidades contra as alterações climáticas apostam nas energias renováveis

Fonte: DN

Papa reuniu 60 autarcas de todo o mundo para debaterem boas práticas ambientais nos ambientes urbanos e pressionarem os decisores políticos a levar a Paris, em dezembro, um compromisso para o planeta.

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Com 93% dos mais de um milhão de habitantes a deslocar-se de bicicleta, a pé ou de transportes públicos através da cidade e 75% da energia consumida proveniente de fontes renováveis, Estocolmo, capital da Suécia, é uma das cidades campeãs do (bom) ambiente – invariavelmente, é presença obrigatória nos rankings das cidades mais verdes da Europa e do mundo. Mas esta é só uma fase intermédia no caminho para um objetivo mais ambicioso.

Para a jovem presidente da câmara da capital sueca, Karin Wanngard, a meta é deixar completamente de usar combustíveis fósseis no prazo de 25 anos – até 2040. Foi isso que anunciou nesta semana em Roma, durante a sua intervenção num encontro entre o Papa e 60 autarcas de todo o mundo, que teve como objetivo alertar os políticos para a necessidade crítica de mudar práticas e comportamentos a fim de travar as alterações climáticas.

Fundos para melhorar habitações e espaço urbano

Fonte: Smart Cities

Requalificar os centros urbanos e os seus edifícios, reduzindo, ao mesmo tempo, a factura energética são os principais objectivos dos instrumentos financeiros aprovados ontem pelo Governo, para aplicação de fundos europeus.

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Dispondo de dois mil milhões de euros para o apoio às cidades sustentáveis, Portugal vai aplicar cerca de 600 milhões de euros na reabilitação urbana e na eficiência energética, que serão geridos pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) e pelo Banco Europeu de Investimento, respectivamente.

As verbas servirão para reabilitar integralmente edifícios com 30 ou mais anos — ou que se justifiquem dado o seu nível de conservação — mas também para melhoria do espaço público, desde que associada a acções de reabilitação de edifícios. Além disso, procurar-se-á também promover a reabilitação de espaços e unidades industriais que estejam abandonados e que possam ser reconvertidos.

Segundo o ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Moreira da Silva, “a reabilitação urbana é uma aposta que tem de envolver uma resposta abrangente”, dado que “um terço do património [nacional] está degradado”. Continuar a ler

Engenharia de Aveiro cria cisterna para abastecer carros elétricos

Fonte: Revista Invest

Chama-se Dispositivo Modular de Armazenamento de Energia Elétrica (DMAE) e pretende diminuir a resistência à opção pelo automóvel elétrico. Simplisticamente, consiste numa estrutura metálica que aloja baterias de iões de lítio – as mesmas que equipam os automóveis elétricos – e que é móvel por estar inserido num camião.

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Desenvolvido no Departamento de Engenharia Mecânica (DEM) da Universidade de Aveiro (UA), o Sistema de Gestão e Controlo do DMAE, é o cérebro que torna exequíveis as inovadoras funcionalidades do dispositivo.

Diminuir os tempos de espera para carregar o automóvel, ultrapassar as limitações decorrentes da rede elétrica e possibilitar modelos de negócio decorrentes do armazenamento de eletricidade, serão as características distintivas desta tecnologia que, sendo móvel, pode não só ir ao encontro dos condutores que optaram por um carro ecológico como também efetuar o armazenamento de eletricidade em qualquer central de produção de energia renovável. Continuar a ler

Fonte: Smart Cities

Boa notícia!

Bruxelas prepara as prioridades de investimento em cidades inteligentes para o período 2015-2016 e, para já, as infra-estruturas ambientais ganham protagonismo. Esta foi a indicação deixada ontem pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), na Green Business Week, que decorre esta semana em Lisboa.

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Nas orientações dadas pela Comissão Europeia para as próximas calls do Horizonte 2020, programa de apoio à investigação e desenvolvimento tecnológico da União Europeia (I&DT), as cidades inteligentes são vistas, cada vez mais, como um conceito urbano transversal. De tal forma que, para os financiamentos 2015-2016, tanto as áreas de ambiente como de energia do programa-quadro contemplam assmart cities. O objectivo, explicaram os pontos de contacto nacionais para o Horizonte 2020 em Portugal, é que as próximas candidaturas a financiamento possam incluir “soluções baseadas na natureza” e “sistemas de gestão de águas e resíduos, em demonstrações de grande escala”.

Ainda no âmbito do Horizonte 2020, outras oportunidades para desenvolver projectos smart cities estão a ser desenvolvidas em Bruxelas. Exemplo disso é a Iniciativa Tecnológica Conjunta em sistemas e componentes electrónicos (ECSEL JU), no eixo das tecnologias de informação e comunicação. Numa lógica de parceria entre entidades públicas e privadas, a iniciativa tem comprometido um financiamento comunitário de 1,17 mil milhões de euros até 2020, para aplicações nas áreas de mobilidade, sociedade, energia, saúde e produção inteligentes. Continuar a ler

Avião a energia solar vai dar a volta ao mundo

Fonte: Smart Cities

O primeiro voo à volta do mundo com um avião alimentado exclusivamente a energia solar deverá acontecer já entre o final deste mês e o início de Março. Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos, vai ser o ponto de partida desta viagem histórica, promovida pela Solar Impulse e pela empresa de tecnologias de energia e automação ABB.

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O percurso de 40 mil quilómetros vai incluir escalas em Muscat (Omã), Varanasi e Ahmedabad (Índia), Chongqing e Nanjing (China) e Phoenix (Estados Unidos), além de outras paragens na Europa e no Norte de África. No entanto, durante cinco dias a aeronave vai fazer um voo directo entre a China e o Havai (Estados Unidos), sendo este um dos maiores desafios a que vai ser posta à prova.

As cerca de 17 mil células solares vão permitir que o avião permaneça todos os dias a uma altitude superior à do Monte Evereste, para que possa carregar as suas baterias e ter reservas para voar durante as noites. Continuar a ler

Energia sustentável das cidades a concurso

Fonte: Smart Cities

Até 28 de Fevereiro, todos os projectos de energia sustentável em ambiente urbano, incluindo na área dos transportes, estão convidados pela Comissão Europeia a candidatarem-se aos prémios da Semana Europeia da Energia Sustentável 2015 (EUSEW, na sigla em inglês), que acontece entre 15 e 19 de Junho. “Cidades, Comunidades e Regiões”, “Energias Renováveis” e “Eficiência Energética” são as três categorias a concurso nesta nona edição.

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Na categoria “Cidades, Comunidades e Regiões”, serão aceites projectos levados a cabo por municípios, autoridades públicas locais ou regionais e agências de energia, que se proponham a alcançar — ou mesmo ultrapassar — as metas europeias para a energia e clima para 2020. As iniciativas podem envolver cidadãos, pequenas e médias empresas, tecnologias de informação e comunicação (TIC), redes, cidades inteligentes, formas de mobilidade suave e acções de planeamento para a mobilidade urbana sustentável. Continuar a ler

ENA | energia para a sustentabilidade local

A ENA – Agência de Energia e Ambiente da Arrábida – promoveu no final do ano de 2013 um seminário com o tema “energia para a sustentabilidade local”, onde foram debatidos os apoios e os desafios para o período 2014-2020, bem como, as estratégias para a sustentabilidade energética e ambiental dos territórios.

Conheça o resumo das comunicações.

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