INE | Entidades do Setor Institucional das Administrações Públicas 2014

As tabelas seguintes contêm a lista retificada das entidades que, em 2014, integravam o Setor Institucional das Administrações Públicas (S.13 nos termos do código do Sistema Europeu de Contas Nacionais e Regionais -SEC 2010).

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As contas das Administrações Públicas, que se incluem nas Contas Nacionais Portuguesas, baseiam-se nesta lista.

A organização dos setores das Administrações Públicas encontra-se definida pelo SEC2010 estando os subsetores devidamente identificados.

No subsetor S.13111 – Estado, os serviços integrados não se encontram individualizados, como é por exemplo o caso do INE.

INE | Anuário Estatístico da Área Metropolitana de Lisboa – 2014 (edição 2015)

A edição deste ano segue a estrutura temática adotada nas edições anteriores, consistindo em 26 subcapítulos agrupados em quatro grandes domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado.

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No início de cada subcapítulo, apresenta-se um quadro com um conjunto de indicadores de síntese, visando uma comparação mais imediata do posicionamento das diferentes unidades territoriais nos fenómenos retratados.

A edição de 2015 dos Anuários Estatísticos Regionais suporta-se, pela primeira vez, na nova Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos (NUTS 2013).

Os quadros de informação são apresentados em formato bilingue (português e inglês) e disponibilizam as hiperligações para os indicadores da Base de Dados on-line do Portal de Estatísticas Oficiais (www.ine.pt), com o nível de desagregação geográfica de acordo com a informação editada. Continuar a ler

INE | Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio – edição 2015

O INE divulgou a 11ª edição do Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio (EPCC) que integra informação estatística quase exclusivamente reportada ao ano de 2013, sendo as variáveis de base para este estudo relativizadas pela população residente, estimada pelo INE, para 31 de dezembro de 2013.

Percentagem de Poder de Compra por município

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O EPCC tem como objetivo caracterizar os municípios portugueses relativamente ao poder de compra numa aceção ampla de bem-estar material, a partir de um conjunto de variáveis e por recurso a um modelo de análise fatorial em componentes principais.

Ao nível municipal, Lisboa destacava-se no contexto nacional ao representar 10% do poder de compra total. Em 2013, apenas mais 22 municípios concentravam individualmente mais de 1% do poder de compra nacional. Trata-se de municípios integrados nas áreas metropolitanas de Lisboa (Sintra, Oeiras, Cascais, Loures, Almada, Amadora, Seixal, Vila Franca de Xira, Odivelas e Setúbal) e do Porto (Porto, que era o segundo município a concentrar mais poder de compra, com 4% do total nacional, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Gondomar e Santa Maria da Feira), bem como de municípios capitais de distrito (Braga, Coimbra e Leiria). Os municípios do Funchal (na Região Autónoma da Madeira), de Guimarães e de Vila Nova de Famalicão (ambos na sub-região do Ave) ainda faziam parte deste conjunto.

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A realização deste estudo visa contribuir para a oferta de informação ao nível do município através da disponibilização de indicadores de síntese que traduzem o poder de compra manifestado nestes espaços geográficos. Continuar a ler

32 municípios com um poder de compra per capita acima da média nacional e mais de metade do poder de compra do país concentrado nas áreas metropolitanas – 2013

Fonte: INE

Em 2013, dos 308 municípios portugueses, 32 apresentavam, relativamente ao indicador do poder de compra per capita (IpC), valores acima da média nacional.

Indicador per Capita do poder de compra por município

Os resultados permitem destacar valores mais elevados de IpC nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto e também em alguns municípios coincidentes com capitais de distrito.

O indicador Percentagem de Poder de Compra (PPC) revela que 23 municípios concentravam 50% do poder de compra nacional e que os 35 municípios que integram as duas áreas metropolitanas do país ultrapassavam este limiar ao concentrarem 51% do poder de compra nacional.

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O INE apresenta a 11ª edição do Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio (EPCC 2013) que tem como objetivo caracterizar os municípios portugueses relativamente ao poder de compra numa aceção ampla de bem-estar material, a partir de um conjunto de variáveis e por recurso a um modelo de análise fatorial em componentes principais.

A realização deste estudo visa contribuir para a oferta de informação ao nível do município através da disponibilização de indicadores de síntese que traduzem o poder de compra manifestado quotidianamente nestes espaços geográficos. Continuar a ler

INE | Índice Sintético de Desenvolvimento Regional – 2013‏

Fonte: INE

Estudo completo aqui.

Em 2013, de acordo com os resultados do índice sintético de desenvolvimento regional, quatro das 25 regiões NUTS III portuguesas superavam a média nacional em termos de desenvolvimento regional global – as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, o Alto Minho e a Região de Aveiro.

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O Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) baseia-se num modelo concetual que privilegia uma visão multidimensional do desenvolvimento regional, estruturando-o em três componentes: competitividade, coesão e qualidade ambiental.

O retrato territorial do índice de competitividade revela que as regiões com índices mais elevados se concentram no Litoral continental, destacando-se os territórios centrados nas duas áreas metropolitanas. A Área Metropolitana de Lisboa apresentava o índice de competitividade mais elevado, destacando-se das restantes regiões.

Índice de competitividadenutsIII2013INE (2)

No índice de coesão, os resultados obtidos refletiam um retrato territorial mais equilibrado do que o observado para competitividade, na medida em que, em oito das 25 regiões NUTS III, o índice de coesão superava a média nacional. Nesta componente do desenvolvimento regional, os resultados relativos a 2013 sugeriam uma imagem territorial de maior coesão no espaço central do Continente e no Litoral norte, destacando-se a Área Metropolitana de Lisboa, o território formado pela Região de Coimbra e pela Região de Leiria e, no Litoral norte, o Alto Minho e o Cávado. Continuar a ler

Lisboa, Porto, Alto Minho e Aveiro no topo das regiões mais desenvolvidas

Fonte: Observador

As regiões com maior indíce de desenvolvimento em 2013 foram as áreas metropolitanas de Lisboa, Porto, Alto Minho e Aveiro, segundo os dados divulgados pelo INE. A mais competitiva e coesa é Lisboa.

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As áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, o Alto Minho e Aveiro foram as regiões portuguesas com maior índice de desenvolvimento regional em 2013, de acordo com os dados que o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgado esta segunda-feira. Estas quatro regiões foram as únicas que superaram a média nacional. No extremo oposto, encontram-se regiões como o Alto Tâmega, os Açores ou o Douro.

Para as contas do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, entram três componentes: a competitividade (que capta o potencial de cada região em termos de recursos humanos e de infraestruturas), a coesão(que procura refletir o grau de acesso da população a equipamentos e serviços coletivos) e a qualidade ambiental (associada à implementação de políticas públicas e práticas sociais sobre o meio ambiente).

Quando o assunto é a competitividade, a área metropolitana de Lisboa é a que tem o índice mais elevado, seguindo-se a região de Aveiro e a área metropolitana do Porto. No geral, as regiões do Litoral continental são as mais competitivas, com o Alto Alentejo, o Douro e o Alto Tâmega a ocuparem os últimos lugares da listagem.

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INE | tipologia socioeconómica das Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto – 2011 | edição 2014

Este estudo estatístico pretende constituir um contributo para a compreensão das características e dinâmicas territoriais metropolitanas, salientando os contrastes existentes entre os vários subespaços da Área Metropolitana de Lisboa e da Área Metropolitana do Porto.

Partindo da análise de indicadores resultantes das operações censitárias operacionalizados à escala da subsecção estatística, é apresentada uma tipologia socioeconómica dos dois espaços metropolitanos construída através de técnicas de análise multivariada de dados.

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Cidades portuguesas (são 159) um retrato estatístico

Nas 159 cidades portuguesas residiam 4,5 milhões de indivíduos, o que correspondia a 42% da população residente em Portugal e as sete cidades com mais de 100 mil habitantes – Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia, Amadora, Braga, Funchal e Coimbra – concentravam 14% da população total do país.

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O INE divulga, pela primeira vez no Portal de Estatísticas Oficiais, informação estatística para a caracterização das cidades portuguesas com base nos resultados definitivos dos Censos 2011. Ficam assim disponíveis mais de 50 indicadores relativos a indivíduos, famílias, edifícios e alojamentos, permitindo a comparação do contexto específico das cidades com a realidade nacional.

ver documento (31 outubro 2014)

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AML | anuário estatístico da região de Lisboa 2013

O Instituto Nacional de Estatística acabou de publicar a edição de 2013 do anuário estatístico da região de Lisboa. A edição deste ano segue a estrutura temática adotada nas edições anteriores, consistindo em 26 subcapítulos agrupados em quatro grandes domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. No início de cada subcapítulo, apresenta-se um quadro com um conjunto de indicadores de síntese, visando uma comparação mais imediata do posicionamento das diferentes unidades territoriais nos fenómenos retratados.

Um excelente documento de trabalho e de referências!

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AML | qual o concelho com mais edifícios degradados?

Qual o concelho da Área Metropolitana de Lisboa que apresenta a maior percentagem de edifícios degradados?

Segundo os Censos 2011, com base no quadro 2.06 – edifícios, segundo a época de construção, por estado de conservação, somando os edifícios muito degradados aos edifícios com necessidade de grandes reparações – considerando estes os degradados – o quadro em análise apresenta o ordenamento por concelho tendo por base a percentagem dos edifícios degradados relativamente ao total dos edifícios.

O concelho de Lisboa apresenta-se na primeira posição do ranking. Cerca de 7,41% dos 52496 edifícios do concelho estão muito degradados ou têm necessidade de grandes reparações.

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Os concelhos do Barreiro e Moita aparecem na segunda e terceira posição, com 7,20% e 6,95% de edifícios degradados, respetivamente. Continuar a ler

INE | anuário estatístico – 2013

O Instituto Nacional de Estatística divulga o Anuário Estatístico de Portugal, a sua principal publicação de referência.

O ANUÁRIO ESTATÍSTICO DE PORTUGAL 2013 está dividido em quatro grandes capítulos – O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado – e vinte e oito subcapítulos com tabelas de dados. A publicação inclui ainda uma breve análise com a evolução dos principais indicadores face a 2012 e comparações de Portugal com a União Europeia.

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