O Governo português está a preparar financiamento para desenvolver living labs nas cidades portuguesas

Fonte: Smart Cities

O Governo português está a preparar financiamento para desenvolver living labs nas cidades portuguesas, avançou esta manhã José Mendes, secretário de Estado Adjunto e do Ambiente. Mobilidade, eficiência energética, iluminação pública, monitorização, smart metering, vigilância, utilities ou gestão de resíduos são algumas das áreas que serão incluídas neste pacote de apoio aos municípios.

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“As cidades interessadas serão convidadas a colaborar com parceiros científicos no desenho de um conceito hipocarbónico, incluindo experiências para a apropriação de tecnologias de baixo carbono”, explicou o responsável. O financiamento vai ser feito através de uma call, cujo envelope financeiro total poderá ir até aos 20 milhões de euros. Apesar de não haver ainda data oficial para a abertura da call, o secretário de Estado revelou à Smart Cities que tal deverá acontecer até ao final do ano. O governante falava no âmbito da conferencia internacional ZOOM Smart Cities, que decorre desde ontem na Universidade Nova de Lisboa.

O financiamento dos living labs está englobado numa estratégia global do Executivo para a descarbonização das cidades portuguesas. “As cidades vão desempenhar um papel importante no grande desafio da descarbonização durante a próxima década”, afirmou José Mendes, “no mundo contemporâneo, descarbonizar a economia como um todo implica descarbonizar as cidades, e isso implica descarbonizar os seus sistemas e as relações complexas entre eles”. Continuar a ler

Setúbal | E-TECH PORTUGAL ’16

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No âmbito da CPED – Coligação Portuguesa para a Empregabilidade Digital, a E-CODE {escola de programação} e a ANPRI – Associação Nacional de Professores de Informática, no cumprimento do seu plano de atividades no âmbito da CPED, vai promover nos dias 03 e 04 de junho de 2016 o primeiro evento E-TECH PORTUGAL, que decorrerá na cidade de Setúbal, na Escola Secundária D. João II.

ETECHPORTUGAL

Evento único a sul do Tejo, a E-TECH PORTUGAL tem como objetivos fomentar e divulgar o Digital como área de Futuro, promovendo a Empregabilidade Digital e as TICE como motor de desenvolvimento quer na educação e formação quer no emprego. A dimensão desta área, considerada por muitos uma área fundamental de exploração e desenvolvimento, faz com que neste encontro nacional existam iniciativas de diferentes dimensões a decorrer em simultâneo, permitindo chegar a uma multiplicidade de públicos que queremos conscientes deste universo digital.

O tema do Seminário do E-TECH PORTUGAL ’16 é as 5 Questões à volta da Empregabilidade Digital!

2020 Odisseia Digital – Portugal estará preparado?

15000 empregos digitais! Mito ou realidade?

Empreendedorismo Digital, It’s a Kind of Magic?

Recursos Tecnológicos na Educação – Moda ou Necessidade?

As TICE têm Sexo?

 

 

Exame Informática | Os Melhores do Portugal Tecnológico

Uma vez mais a Exame Informática distingue as pessoas, as empresas e os produtos que marcaram o país e o mundo, com destaque para o melhor que se faz em Portugal.

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Na edição deste ano foram 11 as categorias premiadas, 10 são da responsabilidade da redação da Exame Informática. A exceção é o prémio Personalidade do Ano, que foi escolhido por um júri constituído por Francisco Maria Balsemão (vice-presidente da Impresa), Pedro Veiga (coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança), José Tribolet (presidente do Inesc), José Dias Coelho (diretor-geral da APDSI) e Pedro Miguel Oliveira (diretor da Exame Informática).

Inovação
Chama-se Tetrasolar o projeto que conclui oito longos anos de investigação a cargo de Elvira Fortunato e da sua equipa do CENIMAT. Depois dos transístores, das memórias, ecrã, sensores, chips, antenas Wi-Fi… Chega agora a célula solar que permite abastecer todo este sistema baseado em papel. As nossas menções honrosas vão para o projeto Ocean Swarm, do Instituto de Telecomunicações de Lisboa/ISCTE, e para o EyeFundusScope, do Instituto Fraunhofer.

Internet
O Instituto de Informática da Segurança Social desenvolveu uma plataforma repleta de serviços que permite ao cidadão aproximar-se mais do Estado, o Segurança Social Direta. As nossas menções honrosas vão para a PT Portugal pelo lançamento da tecnologia NG-PON2, que permite das maiores velocidades simétricas na fibra ótica, e para Knok, um serviço apoiado numa app que coloca um médico rapidamente em casa do utente. Continuar a ler

Estudo para a Definição do Modelo Conceptual e de implementação dos Planos Municipais para a Inovação

A Rede de Cidades Criativas de Portugal, recentemente criada, pretende apresentar um modelo conceptual de definição e implementação dos Planos Municipais para a Inovação.

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Estes planos pretendem assumir-se como uma ferramenta tangível e importante para que os municípios consigam implementar nos seus territórios ecossistemas de inovação e criatividade.

Segundo o Estudo para a definição do modelo conceptual e de implementação dos planos municipais para a inovação, promovido pela Rede de Cidades Criativas de Portugal, com a colaboração da bag innovation, a procura de inovação e criatividade tem suportado a criação de experiências e vivências de gestão urbana de sucesso.

10 ideias que estão a mudar as cidades

Fonte: Smart Cities

Todos os anos, a New Cities Foundation selecciona dez start-ups inovadoras cujas ideias estão a transformar cidades e convida-as a fazer parte da sua comunidade de Global Urban Innovators (Inovadores Urbanos Globais).

As sugestões apresentadas visam melhorar áreas como a mobilidade na cidade, infra-estruturas urbanas e serviços, saúde e bem-estar e planeamento e desenvolvimento de espaços públicos.

ideiascidades

Durante um ano inteiro, estas empresas vão beneficiar de uma série de vantagens e oportunidades providenciadas pela New Cities Foundation, entre elas exposição global, orientação e mentoria personalizada, assim como acesso a contactos privilegiados entre os membros da fundação.

Este ano não foi excepção e os vencedores foram anunciados ontem. Conheça-os aqui:

BestMile

Esta start-up suíça, uma spin-off do Swiss Federal Institute of Technology de Lausanne, actua na área da mobilidade. Foi a responsável por desenvolver uma plataforma para a operação e optimização da gestão de qualquer frota de veículos autónomos.

Saber mais sobre a BestMile.

Cubigo

Ajudar a população idosa a ter uma vida independente e saudável é a proposta da belga Cubigo. Como? Através de uma plataforma na cloud que conecta e junta no mesmo interface os mais idosos, os prestadores de cuidados de saúde, a família e os vários serviços disponíveis.

Saber mais sobre a Cubigo.

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14 Municípios portugueses lançam Rede de Cidades Criativas

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A Rede de Cidades Criativas tem como objetivo a definição e implementação de políticas públicas na área da criatividade e inovação em contexto municipal, bem como a disseminação das melhores práticas entre os parceiros aderentes.

A rede,  liderada pelo Município do Fundão, é constituída por 14 Municípios:

ABRANTES | ÁGUEDA | AVEIRO | CALDAS DA RAINHA | CASTELO BRANCO | ÉVORA | FUNDÃO | GUIMARÃES | MONTEMOR O NOVO | ÓBIDOS | PENELA | POMBAL | SÃO JOÃO DA MADEIRA | TAVIRA

Programa Estratégico da Rede de Cidade Criativas 2016

O programa estratégico procura identificar as áreas temáticas a desenvolver, contribuindo para a disseminação de boas práticas e ações concretas que poderão ser implementadas pelos parceiros. Este programa identifica ainda um conjunto de plataformas de inovação que devem ser objeto de trabalho da rede e dos seus parceiros. A saber:

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​Educação para a criatividade e inovação: Inclusão da educação criativa no programa das escolas, de reavaliação cientifico-pedagógica e desenvolvimento de atividades de educação criativa através das artes e sector cultural; conjunto de parcerias com a indústria e serviços para identificar e introduzir competências necessárias, preenchendo lacunas e aumentando os seus desempenhos.

Empreendedorismo e Investimento de Base Criativa: Inclusão de atividades direcionadas ao apoio de sectores estratégicos e para aumentar as capacidades dos negócios criativos; desenvolvimento de mercados e encorajar a colaboração; identificação de investimentos-alvo e atividades tendo em vista o aumento da facilidade de investimento; Continuar a ler

Big smart cities | tornar as cidades inteligentes dá prémio de 10 mil euros

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Tornar as cidades mais inteligentes, através da criação de ideias de negócio de base tecnológica, pode dar um prémio de 10 mil euros. As inscrições para a quarta edição do Big Smart Cities decorrem até 4 de maio. Os vencedores são conhecidos a 5 de julho.

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O que é o Big Smart Cities?

A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo e nós acreditamos que criar o futuro é criar cidades inteligentes. Foi por isso que criámos o BIG smart cities, uma competição internacional promovida pelo Vodafone Power Lab e pela Ericsson, com um programa de pré-aceleração para ideias tecnológicas que melhorem o dia-a-dia nas cidades e a qualidade de vida de quem vive e trabalha nelas ou de quem as visita.

Mas para criarmos cidades inteligentes, precisamos da tua ajuda. Faltam-nos as tuas ideias e soluções que melhorem o dia-a-dia nas cidades em 4 áreas: Qualidade de Vida, Governo, Mobilidade e Turismo. É por isso que te convidamos a participar no BIG smart cities, no qual poderás apresentar as tuas ideias a investidores e ganhar um BIG prémio para poderes lançar e fazer crescer o teu negócio no Vodafone Power Lab. Desde 2013, já ajudámos mais de 20 projetos a tornarem-se empresas, primeiro através do Lisbon BIG Apps e agora através do BIG smart cities.

 

As cidades inteligentes ainda estão na “fase-piloto”

Fonte: Público

Projecto Mobi-E, que espalhou uma rede de postos de carregamento de automóveis eléctricos pelo país, é um dos raros exemplos de uma iniciativa já com escala, diz Catarina Selada, da Inteli.

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Muitos municípios do país andam numa corrida para tentar tornar mais poupados e inteligentes os seus sistemas de iluminação pública. Ao ritmo de cada um, que o investimento é caro, embora de retorno rápido, este é um exemplo de como a ideia das cidades inteligentes vai fazendo o seu caminho. Contudo, a maior parte dos projectos de Smart Cities, nas mais diversas áreas, ainda não passou da fase piloto e não está a ter uma aplicação em escala, assume Catarina Selada, do centro de inovação Inteli, a instiuição que pôs Portugal a pensar nas cidades do futuro.

Catarina Selada foi esta semana premiada pela Fundação Associação Industrial de Portugal por uma década de trabalho na coordenação do esforço português para tornar as nossas cidades mais inteligentes. É essa a sua área de trabalho na Inteli, entidade que está na origem do projecto de mobilidade eléctrica Mobi-E, da Rede Nacional de Cidades Inteligentes – A Rener Living Lab, ou da mais recente Smart Cities Portugal, que além dos 46 municípios da Rener LL, inclui universidades, centros de Investigação, empresas e outras organizações de um cluster que, além de poder resolver muitos dos problemas com que nos defrontamos no dia-a-dia, gera inovação, emprego, exportações.

Catarina Selada faz um balanço positivo destes dez anos a bater na tecla das Smart Cities, assumindo, desde logo, que, de tanto ser usada, a tecla está gasta. Hoje, mais do que de smart cities, ou de cidades inteligentes, fala-se em cidades do futuro. Mas mantém-se a tónica na tecnologia, vista não como um fim em si mesmo, mas como um meio de melhorar processos, poupar tempo e recursos e tornar mais transparente a nossa vida em comum nesses espaços urbanos de grande densidade demográfica onde, até meados do século, viverá 70% da população mundial. Continuar a ler

Governo lança Starup Portugal

Fonte: Governo

O Primeiro-Ministro inaugurou a nova sede da Uniplaces, uma empresa criada em 2011 que foi a primeira a instalar-se na Startup Lisboa. Esta empresa é um caso exemplar, razão pela qual António Costa a escolheu para apresentar as grandes linhas do Programa Startup Portugal.

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Sobre este programa, o Primeiro-Ministro explicou que se baseia numa «ideia muito simples: O que fizemos na Startup Lisboa temos que fazer para a Startup Portugal», pelo que o apoio às startups é uma prioridade do Governo.

A Startup Portugal é uma estratégia nacional para o empreendedorismo, que visa responder às necessidades das iniciativas empresariais e dos empreendedores desde o primeiro dia: desde a semente passando pela incubação e aceleração e toca ainda no investimento internacional e nos clientes internacionais.

Para isto, o Governo pretende criar um ecossistema de empreendedorismo em Portugal, fazendo do País o espaço ideal para «criar, testar, falhar e voltar a tentar». «Para cada má notícia é preciso uma boa iniciativa», afirmou António Costa.

Afirmando que «temos que aproveitar as ideias que criem riqueza», o Primeiro-Ministro acrescentou que «cada ideia deve ter liberdade para florescer e fazer crescer o emprego e a economia», para o que «temos que derrubar barreiras e criar liberdade de ideias».

Objetivos e medidas

A estratégia Startup Portugal tem como principais objetivos: Continuar a ler

O ZOOM Smart Cities vai acontecer nos dias 18 e 19 de maio de 2016

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Estudos realizados revelam que em 2050 as cidades vão acolher mais de 70% da população mundial (ONU).

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Este é um tempo de oportunidades em que as decisões têm de ser informadas e planeadas.
Os números revelam a urgência de abordar os temas relacionados com a inteligência das cidades de forma completa.

Portugal 2020: dispõe de 2 mil milhões de euros para cidades sustentáveis. Banco Mundial: dispõe de 2,96 mil milhões de euros para o desenvolvimento urbano. Horizonte 2020: dispõe de 5,9 mil milhões de euros de um total de 80 mil milhões para as áreas secure, clean and eficiente energy, até 2020. 51% das cidades europeias com mais de 100 mil habitantes já implementaram iniciativas de inteligência urbana (relatório Mapping Smart Cities in the EU – 2014). 1,565 triliões de dólares é quanto irá valer o mercado das Smart cities em 2020. E são estes e outros dados que revelam a necessidade de pensar numa perspetiva “buttom-up”, indispensável ao progresso dos centros urbanos.

A conferência internacional ZOOM Smart Cities vai ocorrer em Lisboa, Portugal.

Portugal é um país com muitos casos de estudo na área da mobilidade, resíduos, ambiente, energia, entre outras áreas.

Lisboa é uma das cidades mais atrativas, inovadoras e criativas no panorama europeu. No entanto, falta ainda uma linha de comunicação e de partilha de conhecimento que assuma a inteligência como um desígnio político e de administração, mais do que uma etiqueta.

O ZOOM Smart Cities nasce com o intuito de projetar Lisboa, e Portugal, no contexto internacional, como um exemplo de uma cidade e de um país que pensam e planeiam, apontando caminhos mais do que críticas e soluções mais do que objeções.

O ZOOM Smart Cities vai acontecer nos dias 18 e 19 de maio de 2016. Continuar a ler

Qual é a melhor start-up nacional em inovação social?

Fonte: Smart Cities

Cinco start-ups nacionais estão na corrida para representar Portugal na final da iniciativa mundial de empreendedorismo social Chivas The Venture. A candidata escolhida será conhecida na próxima quinta-feira, num evento a realizar no Estúdio Time Out, no Mercado da Ribeira, em Lisboa.

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Dentro de um leque de 32 candidaturas, os projectos ColarADD, MyFarm, Noocity, Eco Gumelo e Beesweet foram os seleccionados pela organização, tendo sido apontados como os mais promissores.

Mas o que é que diferencia, então, estas iniciativas? Surgindo como um apoio à população daltónica, a app ColorADD permite, com recurso a um smartphone, a identificação das cores dos objectos. Esta solução baseia-se no código universal de cores para daltónicos criado por Miguel Neiva, cuja base são as três cores primárias, representadas através de símbolos gráficos. Desta forma, e usando a câmara fotográfica incorporada no telemóvel, o utilizador recebe a informação do nome da cor e o respectivo símbolo no código ColorADD.

A MyFarm, por seu turno, evidenciou-se por trazer o famoso jogo Farmville do Facebook para o mundo real, através da interacção entre o consumidor e o agricultor. Em termos simples, o projecto possibilita a monitorização de uma horta à distância, com recurso a uma plataforma digital, permitindo, por exemplo, definir o seu tamanho, produtos e quantidades, sendo da responsabilidade do agricultor a sua produção. O escoamento de produtos de pequenos agricultores é um dos aspectos que sai beneficiado com o projecto. Continuar a ler

Inovar na cidade com fundos europeus – 80 milhões a concurso até 31 de março

Fonte: Smart Cities

Novas abordagens, ideias arrojadas e formas inovadoras de ultrapassar os desafios urbanos, em projectos piloto dinamizados nas cidades europeias. Esta é a base do concurso Acções Urbanas Inovadoras, lançado terça-feira pela Comissão Europeia, com um montante de financiamento total de 80 milhões de euros. Até 31 de Março, é possível candidatar projecto piloto em torno do desenvolvimento urbano sustentável.

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Este é o primeiro concurso no âmbito da iniciativa comunitária, criada para testar novas abordagens a desafios que se colocam às autoridades urbanas. Nesta call, procuram-se projectos que trabalhem os tópicos da transição energética, inclusão de migrantes e refugiados, emprego e formação na economia local e pobreza urbana, com enfoque nos bairros urbanos desfavorecidos.

No caso da energia, os termos de referência do concurso esclarecem que “transição energética envolve aspectos tecnológicos, sociais, culturais, económicos e ambientais, e há uma implicação clara de que também inclui um papel mais activo da parte dos cidadãos e das comunidades”. Como exemplo, podem candidatar-se projectos de reabilitação energética de edifícios, aumento da produção de energias renováveis, gestão inteligente de energia em infra-estruturas públicas e promoção de mudanças comportamentais.

Em matéria de integração de migrantes e refugiados, a indicação é de que “há uma grande diversidade de medidas capazes de apoiar a sua integração eficaz”, nomeadamente o investimento em infra-estruturas sociais, de saúde, educação e habitação. Já para o tópico da pobreza urbana, “a vontade da Comissão é que sejam propostos projectos que configurem soluções inovadoras e inéditas, particularmente no que diz respeito aos principais aspectos que impulsionam a pobreza cíclica em zonas desfavorecidas”. Continuar a ler

Startup4cities 2015 | 108 projetos para que querem contribuir para a melhoria das cidades

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Fonte: Smart Cities

A iniciativa ibérica startup4cities 2015 recebeu 108 candidaturas de projectos inovadores que querem contribuir para a melhoria da eficiência das cidades e da qualidade de vida dos cidadãos. De entre estes, os 20 melhores vão ser escolhidos por um júri especializado e participar num evento final, a ter lugar a 17 de Novembro, durante o Smart City Expo World Congress, em Barcelona. Durante a sessão, os empreendedores vão apresentar as suas soluções a uma plateia de entidades municipais, que poderão escolher aquelas que melhor se adequem às necessidades da sua cidade.

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Às propostas mais interessantes, as cidades vão oferecer-se enquanto laboratório urbano para testar as soluções. Desta forma, pretende-se criar uma rede ibérica de cidades-laboratório, na qual se possa partilhar o conhecimento gerado pelas várias experiências levadas a cabo, criando, ao mesmo tempo, oportunidades de negócio e emprego.

Os projectos submetidos tocam várias áreas da vida urbana, havendo, no entanto, uma especial incidência para as áreas da eficiência energética, sustentabilidade, mobilidade urbana e acessibilidade. Mas não só, temas como a participação do cidadão, gestão do ruído ambiental ou sistemas de gestão de resíduos fazem também parte das propostas recebidas.

A startup4cities foi lançada com o intuito de promover o empreendedorismo de base tecnológica, de forma a responder aos desafios do séc. XXI. A iniciativa é promovida pelas redes portuguesas de cidades inteligentes portuguesa e espanhola, RENER e RECI, respectivamente. Continuar a ler

Mapa da Inovação e Empreendedorismo Social

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O MIES – Mapa de Inovação e Empreendedorismo Social, é um projeto de investigação, que tem como objetivo mapear iniciativas de elevado potencial de empreendedorismo social no Norte, Alentejo e Centro do País utilizando como base a metodologia ES+.

O projeto é desenvolvido pelo IES – Social Business School e pelo IPAV – Instituto Padre António Vieira e apenas possível com o envolvimento e financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação EDP e do Programa Operacional de Competitividade – Compete. O projeto tem como parceiros nacionais o IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, I.P. e a RHmais, e parceiros internacionais a SIX – Social Innovation Exchange, e o Euclid Network.

O MIES apresenta o Mapa de Inovação e Empreendedorismo Social em Portugal Online. Este mapa interativo tem como objetivo dar a conhecer os dados recolhidos pela investigação do MIES durante a 1ª fase (Região Norte, Centro e Alentejo).

Ver mapa aqui.

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O MIES dá-lhe a conhecer a livro Mapa de Inovação e Empreendedorismo Social em Portugal | 1ª fase publicado no final do da fase de levantamento das iniciativas ES+ das regiões Norte, Centro e Alentejo.

Barreiro | TCB lança nova APP para transportes

Fonte: CMB

Um novo site – http://www.tcbarreiro.pt – e uma aplicação para telemóvel dos Transportes Colectivos do Barreiro (TCB) foram hoje, dia 26 de outubro, apresentados publicamente, no Forum Barreiro. Esta nova plataforma tecnológica, com duas ferramentas, permite ao passageiro saber em tempo real todas as informações relativas aos TCB e marca uma nova etapa dos Serviços Municipalizados e na forma de se relacionarem com os utilizadores.

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Na apresentação, Rui Lopo, Vereador responsável pelos transportes, começou por referir que estas duas ferramentas “demonstram o percurso de evolução deste serviço municipalizado, que tem um desempenho importante na qualidade de vida no Concelho”.

A visualização das carreiras em circulação em tempo real; a localização das paragens por carreira; a indicação da paragem mais próxima da sua localização; a consulta de horários, dos percursos das carreiras e dos tarifários, os contactos dos TCB; o acesso ao myTCB, são algumas das funcionalidades a que os utilizadores podem aceder através do site e da aplicação.

Outras estão a ser desenvolvidas e deverão estar disponíveis em 2016, segundo referiu Rui Lopo, nomeadamente a implementação de uma lógica de transporte ‘a pedido’, que poderá otimizar os custos e permitir uma maior racionalização do serviço; o planeador de viagens multimodal; a adaptação de novos sistemas de pagamento; as paragens com suporte tecnológico, entre outras. Continuar a ler

ICT 2015 – Innovate, Connect, Transform | inovação europeia visita Lisboa

Fonte: Smart Cities

O melhor da tecnologia digital europeia vai ser apresentado com o rio Tejo à espreita. O Centro de Congressos de Lisboa recebe, entre os próximos dias 20 e 22, aquele que é considerado o maior evento dedicado às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) da Europa: o ICT2015. “Acelerar o passo para uma economia digital” é o propósito da iniciativa da Comissão Europeia e da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), que dará destaque à importância da criação do Mercado Único Digital europeu para a liderança industrial nesta área.

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O ICT2015 vai, por isso, desdobrar-se em conferências e exposições. Estão previstas cinco sessões plenárias e 15 sessões paralelas. Outras duas sessões servirão para apresentar o Programa de Trabalho 2016-2017 do Horizonte 2020 (H2020), no qual estão na calha 3,2 mil milhões de euros destinados à investigação e inovação para a digitalização da indústria europeia. O plano tem por objectivo “relançar a capacidade de liderar na economia digital”. Em paralelo, realizar-se-á também o Forum Startup Europe, com enfoque especial no empreendedorismo.

Durante a iniciativa, que, pela primeira vez, não se realiza no país que detém a presidência do Conselho da União Europeia, 150 projectos serão expostos, entre eles iniciativas portuguesas, europeias e internacionais, divididas em três espaços de exposição, que vêm mostrar os seus resultados. Destes projectos 10 têm participação portuguesa e cinco têm liderança de equipas de investigação nacionais, adiantou Pedro Carneiro, vice-presidente da FCT, num encontro, ontem, com jornalistas.

“2014 foi um excelente ano para o progresso. Foi o primeiro ano em que, em termos de programa-quadro, Portugal conseguiu recolher um montante de financiamento superior [140 milhões de euros] à sua contribuição [120 milhões de euros]”, enfatizou o responsável da FCT, acrescentando que “é muito importante dar voz e visibilidade a este progresso [no ICT2015]”. Continuar a ler